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  • ALPB concede Medalha Epitácio Pessoa ao jortnalista Marcus Alves

    ALPB concede Medalha Epitácio Pessoa ao jortnalista Marcus Alves

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (12), sessão solene com para entregar a Medalha Epitácio Pessoa ao secretário de Cultura do Município de João Pessoa, jornalista Antônio Marcus Alves de Souza. A homenagem foi proposta pelo deputado João Gonçalves e contou com a presença do vereador da Capital, Luís da Padaria, do secretário de Ação Governamental de João Pessoa, Rouger Guerra, além de amigos e familiares do homenageado.

    O deputado João Gonçalves destacou que à frente da Funjope Marcus Alves tem formulado e executado uma política pública de cultura contínua, plural e acessível, promovendo importantes eventos que compõem o calendário cultural da capital paraibana, a exemplo do Carnaval Tradição, da Paixão de Cristo, do São João, do Festival de Quadrilhas Juninas, da Fecha das Neves e das Festividades Natalinas.

    Segundo o parlamentar, a concessão da maior comenda da Assembleia Legislativa da Paraíba é um reconhecimento, não apenas à trajetória individual de Marcus Alves, mas também ao impacto coletivo de sua atuação à frente da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).

    “Marcos Alves é, acima de tudo, um expoente da cultura hoje, em João Pessoa. Ele conseguiu fazer uma transformação na vida das pessoas ligadas ao nosso mundo cultural e de eventos. Ele foi extremamente feliz ao formar sua equipe para atuar na Funjope, para desenvolver a cultura na Capital paraibana. O mestre e amigo Marcus Alves é um homem que promove e faz com que o povo de João Pessoa e da Paraíba sinta-se homenageado e representado no meio artístico-cultural”, afirmou o deputado.

    Para o vereador Luís da Padaria, Marcus Alves realizou e tem realizado mudanças significativas na Cultura da Capital, através de ações que valorizam não só os artistas, mas todos aqueles envolvidos com a arte e que merecem, por parte do Poder Público, um olhar especial. “Marcus Alves é uma pessoa que desde que chegou a Funjope mudou a cultura de João Pessoa. É uma pessoa que tem um outro olhar, que conhece a necessidade da cultura de João Pessoa e vem fazendo a diferença. Eu fico muito feliz, pois essa Medalha que o deputado João vai proporcionar a Marcus é de grande valia pelo trabalho que ele faz na cidade de João Pessoa e na cultura do estado”, disse.

    Ao receber a mais alta comenda concedida pelo Poder Legislativo, o poeta e jornalista Marcus Alves disse estar feliz, pois celebra sua trajetória dedicada à cultura paraibana e sua atuação à frente da Funjope, onde promoveu importantes avanços na política cultural do município. Emocionado, o homenageado destacou o caráter coletivo da conquista.

    “Para mim, essa homenagem representa muita emoção, a certeza de que a Paraíba e João Pessoa reconheceram o meu trabalho à frente da Funjope e, principalmente, uma questão importantíssima para a minha história. Assim, mais do que ser uma coisa pessoal, é o reconhecimento de uma política de cultura que deu certo na cidade de João Pessoa. Eu dedico essa homenagem a toda a minha equipe, de verdade, de coração, e à comunidade de artistas da Capital, porque sem que essas pessoas acreditassem na gente, a gente não faria”, declarou.

    A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

  • Membros das CPAMAS da 5ª Região concluem curso de capacitação Última atualização: 12/06/2025 às 11:30:00

    Os(as) membros das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, Assédio Sexual e Discriminação (CPAMAS) da Justiça Federal da 5ª Região finalizaram, ontem (11/06), o curso de capacitação do grupo, que contou com atividades virtuais e presenciais. A ação, que teve carga horária total de 20 horas, representa um avanço significativo na qualificação dos(as) profissionais responsáveis pelo acolhimento de vítimas e pela construção de uma cultura organizacional mais respeitosa e inclusiva.

    A formação integrou conceitos fundamentais sobre vulnerabilidade no ambiente de trabalho, com atividades que abrangeram análise de casos reais; inventário sobre vulnerabilidade organizacional; reflexões sobre estilos de liderança e cultura organizacional; e a construção colaborativa de enunciados e orientações para um atendimento mais acolhedor. 

    As ações presenciais foram realizadas nos dias 8 e 9 de maio, durante o II Encontro das Comissões de Prevenção ao Assédio e à Discriminação da Justiça Federal da 5ª Região. O evento reuniu magistrados(as), servidores(as), terceirizados(as) e representantes das comissões de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, na subsede da Justiça Federal na Paraíba (JFPB).  Várias atividades foram realizadas durante o encontro, como uma oficina sobre escuta segura, triagem e encaminhamentos adequados aos casos de sofrimento gerados pelos relacionamentos nos ambientes de trabalho.

    A capacitação foi promovida pelo núcleo da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (ESMAFE) da Seção Judiciária da Paraíba e está em consonância com a Resolução nº 351/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu, no âmbito do Poder Judiciário, a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • CAOCrim e Gedir emitem orientação técnica sobre violência psicológica com uso de IA

    CAOCrim e Gedir emitem orientação técnica sobre violência psicológica com uso de IA

    O Centro de Apoio Operacional Criminal (CAOCrim) e o Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial (Gedir) emitiram a Orientação Técnica Conjunta nº 03/2025, com o objetivo de auxiliar os membros e as membras do Ministério Público da Paraíba no enfrentamento dos novos delitos digitais, sem caráter vinculativo, em especial a violência psicológica contra a mulher com uso de inteligência artificial.

    A orientação é assinada pelos promotores de Justiça Ricardo Alex Almeida Lins (coordenador do CAOCrim) e Liana Espínola Pereira de Carvalho (coordenadora do Gedir). No material, registra-se que a violência psicológica já era reconhecida na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) como uma forma de agressão contra a mulher. Entretanto, com a promulgação do artigo 147-B, introduzido pela Lei nº 14.188, de 2021, o Código Penal passou a tipificar expressamente essa modalidade de violência como crime. 

    Apenas quatro anos depois, tal tipo penal precisou ser atualizado, em razão do avanço da inteligência artificial generativa. “Diante desse cenário, a Lei nº 15.123, de 24 de abril de 2025, passou a adaptar o direito penal aos crimes emergentes, especialmente à manipulação psicológica viabilizada por tecnologias como as deepfakes e outras formas de mídia sintética, prevendo o aumento da pena prevista no art. 147-B em 50% nos casos em que o crime envolva o uso dessas ferramentas, para alterar imagem ou voz da vítima”, destaca o promotor Ricardo Lins.

    A promotora Liana Espínola explica como a inteligência artificial pode ser usada para provocar violência psicológica contra a mulher. “No contexto da violência psicológica, a IA pode ser utilizada para criar deepfakes que consistem em vídeos falsos em que a vítima aparece em situações humilhantes, vexatórias, constrangedoras ou de conteúdo sexual (pornografia falsa ou não consensual), além da prática de phishing. Também pode ser empregada na manipulação de voz, por meio da alteração de áudios, para simular falas comprometedoras ou ainda na geração de imagens sintéticas, ou seja, fotografias falsas que retratam a vítima em contextos completamente inexistentes”.

    A orientação técnica destaca que o tipo penal não se restringe aos âmbitos afetivo, doméstico e familiar de que trata a Lei Maria da Penha, abrangendo outras formas de violência contra a mulher ocorridas no âmbito estatal, comunitário, religioso e trabalhista, por exemplo. Além disso, a violência psicológica não exige habitualidade (reiteração de condutas), consumando-se com apenas um ato, cuja gravidade concreta já cause um dano emocional significativo. 

    Também é destacado pelo coordenadores do CAOCrim e do Gedir que a causa de aumento da pena em 50% com o uso da IA evidencia o agravamento da reprovabilidade da conduta, dada sua potencialidade de difusão em massa, dificuldade de remoção e elevado impacto emocional, inclusive com efeitos permanentes na imagem e vida social da vítima.

    A produção do documento contou com a colaboração dos assessores Maurício Acioli e Márcia Crispim e traz orientações sobre a violência psicológica contra a mulher, sobre o cabimento de medidas despenalizadoras, sobre os elementos do crime (sujeitos, resultados, conduta, voluntariedade, consumação e tentativa) e sobre a majorante da pena com o uso da IA, além de jurisprudência temática selecionada com links de acesso ao inteiro teor das decisões.

    Confira a orientação técnica AQUI.

  • Funcionamento do Judiciário estadual nesta sexta-feira será das 8h às 12h e das 13h às 17h

    Nesta sexta-feira (13), o expediente em todo o Poder Judiciário estadual será das 8h às 12h e das 13h às 17h, conforme determina o Ato Conjunto nº 05/2024, assinado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, Ministério Público estadual e Defensoria Pública.

    A mudança no horário de funcionamento das comarcas de entrância inicial e final e também do 2º Grau tem como objetivo compensar o ponto facultativo do dia 23 de junho, véspera do feriado de São João (24).

    Nos dias 20 e 23 de junho, o Judiciário estadual funcionará em regime de plantão, tanto no 1º quanto no 2º Grau de jurisdição. As unidades plantonistas podem ser consultadas no site do Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio do banner ‘A Justiça Não Para’.

    Por Marcus Vinícius

     

  • TJPB disponibiliza vacinas contra Influenza, Difteria, Tétano, Covid, Febre Amarela, Tríplice Viral e Hepatite B

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    A Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep), por meio da Gerência de Qualidade de Vida (Gevid) do Tribunal de Justiça da Paraíba, divulgou um calendário de vacinação de combate a vários tipos de doenças. A partir do dia 25 deste mês, o Poder Judiciário estadual vai disponibilizar vacinas contra Influenza, Difteria, Tétano, Covid (para grupos prioritários), Febre Amarela, Tríplice Viral e Hepatite B. Segundo a gerente da Gevid-TJPB, Valéria Beltrão, os imunizantes estarão disponíveis para todas as pessoas que procurarem o serviço.

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    Diretor da Digep, Einstein Roosevelt

    “Ações como essa mostram a preocupação da Presidência do Poder Judiciário estadual com a saúde da população paraibana”, comentou o diretor da Digep, Einstein Roosevelt Leite.

    Segundo a gerente da Gevid, Valéria Beltrão, além de servidores(as) magistrados(as) e colaboradores(as), o TJPB vai disponibilizar imunizantes para toda a sociedade. “A finalidade é a prevenção e promoção à saúde. Não esquecer de levar a carteirinha de vacinação”, alertou.

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    Valéria Beltrão

    A gerente disse, ainda, que todas as unidades judiciárias do Estado já têm as doses necessárias para aplicação das vacinas. “Essa ação envolve uma parceria com a Secretaria Estadual de Saúde e o apoio de cada Secretaria Municipal, para as devidas aplicações das doses. Basta o diretor de cada fórum solicitar. No caso de João Pessoa, a Diretoria de Gestão de Pessoas solicita as doses sempre no início de cada ano”, explicou Valéria Beltrão.

    Calendário Na Capital, a campanha tem início no Palácio da Justiça (25/06), depois segue para o Fórum Cível de João Pessoa, Escola Superior da Magistratura (Esma) e Corregedoria-Geral de Justiça (26/06), depois para o Fórum da Infância e da Juventude, Fórum Regional de Mangabeira e Fórum Criminal (27/06). O último dia da campanha de vacinação será no Anexo Administrativo (antigo Colégio João XXIII), no dia 30/06.

    Por Fernando Patriota

     

  • TJPB vai desenvolver projetos de enfrentamento à violência contra mulher, em unidades prisionais

    A Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça da Paraíba vai implantar dois projetos de enfrentamento à violência contra o público feminino, nas unidades prisionais de João Pessoa. Um deles será realizado no Presídio do Róger, onde ficam os presos provisórios, aguardando sentença. Nessa unidade, o Poder Judiciário estadual vai instalar ‘salas de conversa’ com homens que infringiram a Lei Maria da Penha (11.340/2006). A Iniciativa é uma parceria com a Vara de Execuções Penais (VEP) da Capital, Defensoria Pública e Secretaria de Estado da Administração Penitenciária.

    Segundo a coordenadora da Mulher do TJPB, juíza Graziela Queiroga, as rodas de conversa com presos provisórios sobre violência doméstica representam uma estratégia de intervenção social, educativa e preventiva dentro do sistema prisional. “Elas (as rodas de conversa) visam não apenas promover a conscientização sobre os impactos da violência nas relações familiares e afetivas, mas, também, criar um espaço de escuta, reflexão e responsabilização sobre comportamentos e atitudes que contribuem para ciclos de agressão”, comentou a magistrada.

    A segunda iniciativa é voltada aos homens privados de liberdade, que já foram sentenciados e estão cumprindo pena em regime fechado. A Coordenadoria da Mulher, também em conjunto com a (VEP) da Capital, Administração Penitenciária e Defensoria Pública, vai desenvolver a leitura e diálogos como remição de pena. “Por meio de uma equipe capacitada, esses homens terão acesso à leitura sobre temas ligados à violência contra a mulher. A temática é voltada a toda população carcerária da unidade prisional, independente que o preso esteja condenado por crime contra mulher”, comentou Graziela Queiroga. A previsão é que esses projetos passem a funcionar em agosto.

    A remição por leitura permite a redução do tempo de cumprimento da pena para presos em regime fechado ou semiaberto, através da leitura de livros. Cada livro lido pode representar quatro dias de remissão, com um limite de 12 livros por ano e, portanto, 48 dias remidos anualmente. Essa prática é regulamentada pela Resolução nº 391/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Por Fernando Patriota

     

  • MP recomenda devolução de taxa de inscrição a doadores de medula em concurso de JP

    MP recomenda devolução de taxa de inscrição a doadores de medula em concurso de JP

    O Ministério Público da Paraíba recomendou à Prefeitura de João Pessoa que adote as medidas administrativas necessárias para devolução dos valores referentes ao pagamento das taxas de inscrição do Concurso Público Municipal para os cargos de Agente de Combate a Endemias e Agente Comunitário de Saúde, Edital nº 01/2024, aos candidatos comprovadamente doadores de medula óssea à rede hospitalar pública ou conveniada com o SUS no Município de João Pessoa,conforme determina a Lei Municipal nº 14.182/21.

    A recomendação foi expedida pela 46ª promotora de Justiça da Capital, Fabiana Lobo, que atua na defesa da cidadania e direitos fundamentais. A promotora explicou que a recomendação é resultado de inquérito civil público instaurado para investigar possível descumprimento da Lei Municipal nº 14.182/21/João Pessoa, no Edital do Concurso Público nº 01/2024, promovido pela banca Idecan, no tocante à não concessão de isenção da taxa de inscrição para os candidatos doadores de medula óssea.

    A Lei Municipal nº 14.182/21 determina a isenção do pagamento de taxa de inscrição, em concursos públicos nos órgãos municipais da administração direta e indireta, para pessoas doadoras de sangue ou medula óssea à rede hospitalar pública ou conveniada com o SUS no Município de João Pessoa.

    A Promotoria de Justiça notificou o Município de João Pessoa e a resposta apresentada pela banca Idecan foi de que a norma em questão havia sido revogada. Notificada pelo MPPB, a Câmara Municipal de João Pessoa encaminhou resposta da qual se infere que a Lei Municipal nº 14.182/21 se encontra em vigor.

    Ainda conforme a promotora de Justiça, como já houve a divulgação do resultado final do concurso no mês de janeiro, não seria razoável pedir a nulidade do certame. “Não obstante, por outro lado, verifica-se que houve descumprimento de lei municipal, que prevê a isenção da taxa de inscrição para o candidato que comprove ser cadastrado como doador de médula óssea nos hemocentros estaduais, desde que apresente documento expedido pela unidade coletora”, afirma promotora.

    O MP concedeu prazo de 15 dias úteis para a prefeitura manifestar acerca do atendimento espontâneo da recomendação.

  • MP-Procon recomenda disponibilização de cardápio físico ou dispositivos móveis, em CG

    MP-Procon recomenda disponibilização de cardápio físico ou dispositivos móveis, em CG

    A Diretoria Regional de Campina Grande do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon) do Ministério Público da Paraíba reforçou, por  meio de recomendação ao Sindicato dos Hotéis, bares, Restaurantes e Similares de CG, a necessidade do cumprimento da da Lei Estadual nº 13.203/2024, especialmente em relação à disponibilização de cardápio físico ou dispositivo móvel ao consumidor quando haja a indisponibilidade de acesso através do seu aparelho.

    A recomendação foi expedida pelo diretor regional do MP-Procon, promotor de Justiça Osvaldo Lopes Barbosa. O sindicato deverá publicizar a recomendação a todos os seus filiados ressaltando a necessidade de cumprimento da lei.

    Conforme a recomendação, existem em Campina Grande estabelecimentos gastronômicos que disponibilizam, exclusivamente, cardápio em QRCode, dificultando o acesso à informação por parte do consumidor que não faz uso de dispositivos móveis ou que por qualquer outra necessidade não possui a habilidade necessária no seu uso.

    Na recomendação é destacado que a Lei Estadual no 13.203/2024 estabelece a obrigatoriedade de disponibilização de acesso gratuito à internet em estabelecimentos comerciais, quando optarem por oferecer aos consumidores cardápio na forma digital.

    Além disso, a lei determina que os estabelecimentos comerciais são obrigados a disponibilizarem dispositivos móveis ou cardápio físico, caso haja impossibilidade de o consumidor acessar o cardápio digital em seu dispositivo.

    Ainda de acordo com o promotor, nesse período de São João em Campina Grande há um grande crescimento da demanda por estabelecimentos como bares e restaurantes e a rede hoteleira fica lotada.

  • TAC: Pitimbu se compromete a apresentar plano de redução de servidores temporários

    TAC: Pitimbu se compromete a apresentar plano de redução de servidores temporários

    O Município de Pitimbu celebrou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Ministério Público da Paraíba se comprometendo a apresentar, no prazo de 45 dias, ao Tribunal de Conta do Estado (TCE) o plano de redução de contratações temporárias com previsão de redução progressiva do número de servidores temporários.  O TAC foi assinado pelo promotor de Justiça de Caaporã, Eduardo Luiz Cavalcanti Campos, e pela prefeita de Pitimbu, Adelma Passos. 

    De acordo com a auditoria do TCE, o Município de Pitimbu possuía, em 2024, 942 servidores temporários, o que representa 147,20% do número de servidores efetivos. A Resolução Normativa 04/2024 do TCE estabelece que a proporção de temporários deve ser de até 30% do número de efetivos.

    O TAC estabelece ainda que, no prazo de até 120 dias, a prefeitura deve encaminhar à Câmara Municipal de Pitimbu projeto de lei para atualizar a Lei nº 409/2014, que trata das contratações temporárias. O projeto deverá definir as hipóteses em que existe o interesse público excepcional, não podendo fazer alusão a serviços e situações genéricas. Além disso, o prazo dos contratos temporários deve ser limitado, uma vez que atualmente a lei prevê contratação por até quatro anos, o que descaracterizaria a excepcionalidade exigida. Também deverá conter o percentual de até 30% de contratos temporários, conforme a Resolução do TCE

    Ainda ficou definido no TAC que a Prefeitura de Pitimbu deve realizar um novo concurso público. O cronograma de realização do certame deverá ser encaminhado ao Ministério Público no prazo de até 180 dias. 

    Para fins de comprovação do cumprimento do TAC, a prefeitura deverá encaminhar ao MP o protocolo do plano de redução junto ao TCE, o comprovante de envio do projeto de lei à câmara e o cronograma do concurso público a ser realizado. Em caso de descumprimento será aplicada multa diária de R$ 2 mil por obrigação descumprida.

  • ALPB concede cidadania paraibana ao juiz Kéops de Vasconcelos

    ALPB concede cidadania paraibana ao juiz Kéops de Vasconcelos

    Notícias

    Publicado em 11 de junho de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou sessão solene, na tarde desta quarta-feira (11), proposta pelo deputado Adriano Galdino, para outorga do Título de Cidadão Paraibano ao Juiz de Direito Kéops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires, que atualmente ocupa a vaga de Juiz-Membro Efetivo do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), “em reconhecimento por sua significativa contribuição à sociedade paraibana e pelo trabalho incansável prestado ao Estado, especialmente na seara da justiça e do serviço público”.

    O evento aconteceu no Plenário “Deputado José Mariz”, com a presença de gestores públicos, parlamentares, magistrados e familiares do homenageado. De acordo com o presidente Adriano Galdino, a homenagem ao magistrado se justifica não apenas por sua destacada atuação nas áreas da justiça e do serviço público, mas também por sua sólida contribuição à cultura jurídica e à formação de novos profissionais, pela sua liderança em entidades representativas e pela constante promoção dos direitos e interesses da sociedade paraibana.

    “Fico muito feliz pelo Poder Legislativo estar reconhecendo o grande trabalho que faz o doutor Kéops. Juiz, de uma larga folha de serviço prestados, não só ao Poder Judiciário, mas a toda Paraíba. Por sinal ele também é professor. Foi meu professor no curso de Direito lá na Facisa, onde eu tive a oportunidade de dialogar com ele por diversas vezes, ver o grande trabalho que ele faz enquanto juiz de Direito. Para mim é uma gratidão, uma satisfação muito grande em poder, através da minha propositura, conceder a ele o título Cidadão Paraibano”, justificou.

    O deputado Félix Araújo Filho disse que a Paraíba hoje homenageia um dos grandes magistrados. “Conheço de perto o doutor Kéops, porque na minha condição de advogado, muitas vezes estive em audiências presididas por ele. É um juiz retilíneo, vertical, extremamente estudioso e uma pessoa de enorme espiritualidade. É alguém que coloca as forças do bem, esses valores subjetivos que na verdade tornam o homem melhor, o mundo melhor. Doutor Kéops é um desses”, afirmou.

    O desembargador João Batista Barbosa, vice-presidente e atualmente no exercício da presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, classificou a homenagem como uma honra em via dupla. “O doutor Kéops se sente honrado em ser recebido, em ser adotado como filho da Paraíba. E do outro lado, o Tribunal de Justiça e a Paraíba também se sentem honrados com esse título concedido a um colega magistrado de tanto valor, é um juiz de muito conhecido, muito querido por todos nós. Ganha a Paraíba e também ganha o doutor Kéops”, afirmou.

    O defensor público Silvio Porto, representando a defensora pública-geral do estado, Madalena Abrantes, realçou que a homenagem ao juiz Kéops Vasconcelos é uma alegria para a magistratura e também muito honra a Defensoria Pública. “O doutor Kéops é um juiz que honra a magistratura, o TRE. A Defensoria Pública não podia deixar de estar presente. É uma homenagem belíssima e uma gratidão tê-lo como cidadão paraibano. E nós desejamos a ele todo sucesso com esse novo título, que é muito merecedor”, disse.

    O homenageado Kéops Vasconcelos fez questão de lembrar que está fincando raízes na Paraíba há 25 anos. “É uma emoção muito grande, porque minha raiz está aqui, fincada neste estado, desde o meu avô materno, nascido em Soledade. Então, depois de 25 anos, morando e trabalhando aqui na Paraíba. Com certeza receber esse título é a consagração daquilo que já está presente no meu coração”. destacou.

    Também prestigiaram o evento os desembargadores José Ricardo Porto e João Benedito da Silva; os juízes Renan Paz Félix, Rodrigo Clemente de Brito, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e Silvanildo Torres; e o advogado Ricardo Mouzalas, conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil na (OAB).

    PERFIL DO HOMENAGEADO

    Kéops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires é natural de Bom Conselho (PE). Nascido em 27 de fevereiro de 1967, é um profissional de carreira que se consolidou como uma referência no âmbito da magistratura e na defesa dos direitos fundamentais de nossos cidadãos. Sua trajetória é marcada por um intenso compromisso com a justiça, a educação, a ética e a responsabilidade social, fatores que o destacaram ao longo dos anos, não apenas como um magistrado, mas também como um cidadão exemplar que se dedicou ao bem-estar da comunidade paraibana.

    Ingressou na carreira jurídica em 2000, ao tomar posse como Juiz de Direito do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Atualmente é membro Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Sua sólida trajetória na magistratura também se reflete em sua atuação como coordenador de projetos no TJPB, como a Meta 10 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), dedicada aos processos ambientais e de interesses indígenas e quilombolas, além de coordenar o Projeto de Planejamento Estratégico do TJPB na área de Economia Sustentável e Meio Ambiente.

    Além dp no Judiciário,  o juiz também atua na área da Educação. Foi professor de Direito Processual Civil e Deontologia Jurídica na Escola Superior da Magistratura da Paraíba (ESMA-PB) e professor na UNIFACISA. Foi Diretor Cultural da Associação Brasileira de Magistrados (AMB) por três mandatos consecutivos e, atualmente, Vice-Presidente da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas (ABRAME), função que exerce desde 2020, após ter sido seu Presidente entre 2013 e 2019.

    Atualmente é professor da Escola Superior da Magistratura da Paraiba (ESMA-PB), atuando principalmente nos seguintes temas: Direito Processual Civil, Direito Civil e Deontologia Jurídica. É especialista em Direito Processual Civil pela UFPE. Já foi agraciado com os títulos de Cidadão de Municípios paraibanos como Esperança e Monteiro, bem como com a Comenda da Ordem do Mérito da Educação, pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração, em 2015, evidenciando o reconhecimento de seu trabalho em diversas esferas da sociedade.

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