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  • AGU cria grupo para recuperar dinheiro das vítimas de fraude no INSS

    AGU cria grupo para recuperar dinheiro das vítimas de fraude no INSS

    Grupo será formado por oito advogados públicos

    Fachada do edifício sede da Advocacia-Geral da União (AGU), localizado no Setor de Autarquias Sul em Brasília (DF)© Wesley Mcallister/AscomAGU

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    A Advocacia-Geral da União (AGU) criou nesta quarta-feira (23) um grupo especial para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    A medida foi tomada após a deflagração da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

    O grupo será formado por oito advogados públicos que vão atuar para propor medidas judiciais e administrativas para obter a reparação dos valores descontados e os danos causados contra o INSS.

    Os profissionais também devem propor medidas de prevenção e enfrentamento de situações de fraudes contra a seguridade social.

    De acordo com o advogado-geral da União, Jorge Messias, a AGU vai atuar para garantir a renda dos trabalhadores em situação de vulnerabilidade.

    “O Estado brasileiro, os aposentados e pensionistas foram lesados por esse esquema. Por isso, também vamos buscar a responsabilização das entidades que promoveram os descontos ilegais e recuperar cada centavo desviado”, afirma Messias.

    Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a demissão do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que foi afastado pela Justiça em função das investigações da Operação Sem Desconto.

     

    Agência Brasil

  • ALPB debate melhorias na educação estadual durante audiência pública

    Notícias

    Publicado em 23 de abril de 2025

    A Comissão de Educação, Cultura e Desportos da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) promoveu uma audiência pública, na tarde desta quarta-feira (23), para discutir melhorias na educação do estado. O evento, proposta pela deputada Cida Ramos, teve como tema a 26ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública e atendeu a um pedido do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado (SINTEP), que busca soluções para os desafios enfrentados no setor.

    Durante a audiência, diversos representantes da educação se reuniram para debater o apoio da Assembleia junto ao Governo do Estado para que as reivindicações da categoria sejam atendidas. A deputada Cida Ramos enfatizou a importância do diálogo entre os profissionais da Educação e o Governo, destacando que ouvir as demandas da categoria é fundamental para garantir um ambiente de aprendizado adequado. “Precisamos unir esforços para assegurar que nossas escolas ofereçam as condições necessárias e que todos os educadores tenham suas necessidades atendidas. A Assembleia abre as portas mais uma vez para esse debate com o intuito de buscar o reconhecimento da categoria”, afirmou.

    O presidente do Sintep, Manoel de Assis, ressaltou questões como a necessidade de investimentos em infraestrutura escolar, formação continuada para os educadores e valorização salarial. “É um debate importante, discutir educação no Brasil é fundamental. Estamos sempre na luta e estamos formando cidadãos conscientes que podem nos representar no futuro”, disse.

    Com o apoio da ALPB, as reivindicações apresentadas durante a audiência serão levadas ao Executivo, com o objetivo de obter ações concretas para promover melhorias significativas na educação pública.

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  • Corregedoria do TRF5 estabelece plano de ação para julgamento de ações de improbidade 
		Última atualização:  23/04/2025 às 14:59:00

    Corregedoria do TRF5 estabelece plano de ação para julgamento de ações de improbidade Última atualização: 23/04/2025 às 14:59:00

    A Corregedoria-Regional da Justiça Federal da 5ª Região (JF5) instituiu, por meio da Portaria nº 96/2025, um plano de ação estratégico voltado ao julgamento das ações de improbidade administrativa distribuídas antes da entrada em vigor da Lei nº 14.230/2021, com vistas a prevenir possível prescrição.

    A iniciativa visa a dar cumprimento à Meta Nacional nº 4 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para 2025, que prevê o julgamento de 100% dessas demandas até 26 de outubro deste ano. Esse prazo foi definido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como limite para a ocorrência da prescrição intercorrente, em relação às ações que já tramitavam quando da publicação da Lei nº 14.230/2021, que estabeleceu o prazo de quatro anos para o julgamento.

    O plano de ação será coordenado e supervisionado pela Corregedoria-Regional, com participação das Seções Judiciárias e colaboração dos magistrados(as) e servidores(as) das unidades jurisdicionais envolvidas, e prevê a priorização processual, elaboração de planos individualizados para varas federais da Região com maior acervo e a eventual designação de juízos auxiliares. 

    Os grupos envolvidos nessa força-tarefa contarão com o suporte tecnológico da ferramenta Instant Red Alert, que permitirá o acompanhamento em tempo real das ações pendentes de julgamento. A funcionalidade foi desenvolvida pela Rede de Inovação da 5ª Região (JF5 em Rede). 

    Para o desembargador federal Leonardo Resende, corregedor-regional da JF5, “a medida reafirma o compromisso da Justiça Federal da 5ª Região com a integridade da Administração Pública, a efetividade da jurisdição e o fortalecimento da confiança da sociedade no Judiciário, sempre com respeito ao devido processo”.

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • JF5 promove curso regional sobre discriminação, assédio moral e sexual no trabalho  
		Última atualização:  23/04/2025 às 15:47:00

    JF5 promove curso regional sobre discriminação, assédio moral e sexual no trabalho Última atualização: 23/04/2025 às 15:47:00

    A Justiça Federal da 5ª Região (JF5) abriu inscrições para o curso EaD autoinstrucional “Prevenção e Enfrentamento da Discriminação e do Assédio Moral e Sexual no Trabalho”. A ação integra o Plano Regional de Capacitação de Servidores e Servidoras da JF5 e a programação da Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação, instituída pela Resolução nº 450/2022, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    As aulas serão realizadas no período de 8 de maio a 5 de junho, de forma assíncrona, totalizando 30 horas de atividades. O conteúdo será dividido em três módulos: Legislação Nacional, Internacional e Outras Referências; Conceitos de Assédio Sexual, Assédio Moral e Discriminação; e Diretrizes e Procedimentos de Prevenção e Enfrentamento. Os(as) participantes deverão ter pelo menos 75% de aproveitamento e será entregue um certificado ao final do curso.  

    Inscrições 

    O prazo para se inscrever vai de 24 a 30 de abril. Serão disponibilizadas 20 vagas para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 e 20 para cada Seção Judiciária vinculada. 

    As inscrições serão realizadas eletronicamente, através dos links: 

    TRF5 – https://forms.office.com/r/XBmX6gtLWA 

    Seção Judiciária de Alagoas (SJAL) – https://forms.office.com/r/8xGp7KrVKy 

    Seção Judiciária do Ceará (SJCE) – https://forms.office.com/r/26N2JZh8Xh 

    Seção Judiciária da Paraíba (SJPB) –  https://forms.office.com/r/gvNJ7WekYA 

    Seção Judiciária de Pernambuco (SJPE) – https://forms.office.com/r/iQdcRZ4CuL 

    Seção Judiciária do Rio Grande do Norte (SJRN) – https://forms.office.com/r/2Q0ZP2EVrK 

    Seção Judiciária de Sergipe (SJSE) – https://forms.office.com/r/Jxvuv9gqnY 

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Iniciativa da JFCE é finalista do Prêmio Boas Práticas em Rede da Justiça Federal 
		Última atualização:  23/04/2025 às 17:02:00

    Iniciativa da JFCE é finalista do Prêmio Boas Práticas em Rede da Justiça Federal Última atualização: 23/04/2025 às 17:02:00

    A iniciativa “(RE)Design de Serviço Público: Filas de cirurgia eletivas do Estado do Ceará”, desenvolvida pela 6ª Vara Federal da Justiça Federal no Ceará (JFCE), foi selecionada como finalista do Prêmio Boas Práticas em Rede da Justiça Federal.

    A juíza federal Niliane Meira Lima, titular da unidade, representará a Justiça Federal da 5ª Região na apresentação da prática, durante o 1º Encontro Nacional de Inovação e Boas Práticas da Justiça Federal, que será realizado nos dias 14 e 15/05, na sede do Conselho da Justiça Federal (CJF), em Brasília/DF.

    A premiação visa a reconhecer iniciativas que promovem eficiência, inovação, transparência e aprimoramento contínuo das práticas judiciais e administrativas na Justiça Federal. Os finalistas foram avaliados com base nos critérios: eficiência, transparência e inovação nas práticas judiciais e administrativas; inclusão, acesso à Justiça, ética e integridade; potencial de replicabilidade nas diversas esferas da Justiça Federal; e resultados concretos e benefícios alcançados.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5 com informações da Ascom JFCE


  • Provas do 1º Enac acontecem neste domingo, na Escola Raul Córdula, na Capital

    Provas do 1º Enac acontecem neste domingo, na Escola Raul Córdula, na Capital

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    Os candidatos e candidatas inscritos no 1.º Exame Nacional dos Cartórios (Enac) têm um compromisso no próximo domingo, 27, a partir das 14h, quando serão realizadas as provas do concurso. No início da semana, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou os locais de provas do 1.º Enac, que é disciplinado pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).

    Em João Pessoa, o certame será realizado na Escola Professor Raul Córdula, no bairro da Torre. Os portões abrem às 12h30 e fecham às 13h30. Em todo o Brasil, foram inscritos 18.167 candidatos.

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, designou três membros da magistratura paraibana para acompanhar a realização das provas, representando o TJPB: a desembargadora Lilian Cananéia, o auxiliar da vice-Presidência, juiz Max Nunes, e o presidente da Comissão Permanente de Heteroidentificação do Tribunal de Justiça, magistrado Manoel Abrantes.

    O juiz Manoel Abrantes destacou o ineditismo do concurso, disciplinado pela Resolução CNJ n° 575/2024. Ele informou, ainda, que o Exame terá a validade de seis anos. Segundo enfatizou, o 1º Enac é realizado em cada estado, de acordo com a residência dos inscritos, com a finalidade de substituir o exame inicial de conhecimentos gerais. “ Isso é uma facilidade, porque o candidato aprovado já fica habilitado para o exame dentro do prazo previsto no edital”, ressaltou o magistrado.

    O 1º Enac é pré-requisito para a inscrição de candidatos e candidatas em concursos públicos de provimento e remoção dos serviços notariais e registrais. A prova, que abordará dez disciplinas divididas em 100 questões, será aplicada pela Fundação Getúlio Vargas, instituição que realiza o certame junto com a Enfam.

    A expedição do certificado de habilitação será realizada pelo Conselho Nacional de Justiça. O Exame Nacional dos Cartórios tem caráter eliminatório, mas não classificatório. Por esse motivo, ele não se aplica ao preenchimento de vagas ou à análise de concorrência, segundo esclareceu o CNJ.

    Por Lila Santos com informações da Agência CNJ de Notícias

     

  • Curso de formação de peritos para depoimento especial terá teoria, prática e estágio supervisionado

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    Sala de depoimento especial

    O Curso de Formação de entrevistadores para o uso do Protocolo Brasileiro de Entrevista Forense em práticas de Depoimento Especial, com inscrições abertas na Escola Superior da Magistratura (Esma), a partir desta quarta-feira (23) até o dia 7 de maio,  contempla a aplicação, reflexão e avaliação individualizada da aquisição das habilidades práticas dos cursistas na realização do Depoimento Especial. O curso terá seis módulos organizados em três etapas: teórica, prática e estágio supervisionado.

    O Depoimento Especial, previsto na Lei federal nº 13.431, de 4 de abril de 2017, consiste em método específico para a oitiva de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência, com a participação de entrevistador forense, realizado em sala própria denominada sala de depoimento especial, em ambiente separado da sala de audiência ou em outro espaço da estrutura predial do fórum, e transmitido em tempo real ao local da audiência, mediante a utilização de equipamentos eletrônicos que possibilitem a gravação do áudio e da imagem em sistema do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba.

    Ao final da formação, os(as) cursistas serão capazes de atuar como entrevistadores forenses para a realização de Depoimento Especial, conforme o Protocolo Brasileiro de Entrevista Forense – PBEF. De forma específica, irão compreender a legislação, os fundamentos e o contexto histórico do Depoimento Especial no Brasil; conhecer os principais conceitos da literatura sobre violência contra crianças e adolescentes; conhecer sobre as etapas do Desenvolvimento Infantil e suas características.

    A estrutura pedagógica do curso terá 60 horas-aula, sendo 16 por meio de encontros síncronos na Plataforma Google Meet, 10 de estágio supervisionado e 26 contempladas com atividades diversas no Ambiente Virtual de Aprendizagem. As aulas terão início em 19 de maio e se estendem até 18 de junho.

    O curso será ofertado na modalidade híbrida (semipresencial), de acordo com a seguinte programação: aulas remotas síncronas pela Plataforma Google Meet, das 19h às 21h, nos dias 19, 21, 22, 27, 28, 29 de maio e 3 e 16 de junho. Aula presencial na Esma, das 08 às 18h no dia 6 de junho e estágio supervisionado para aplicação das técnicas de 9 a 13 de junho (dentro da programação da Semana de Mutirão de Depoimento Especial).

    Mais informações sobre o curso podem ser obtidas clicando aqui

    Por Walquiria Maria

     

  • Juízo da 7ª Vara de Patos realiza inspeções nos Creas da Comarca

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    Justiça inspeciona Creas em Patos

    Os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) da Comarca de Patos foram inspecionados na manhã desta quarta-feira (23) pela  equipe da 7ª Vara mista local, que possui competência na área da Infância e Juventude. O trabalho contemplou as unidades de Patos, São Mamede, além do Creas Regional de Malta.

    Na ocasião, foram avaliados os programas e serviços de atendimento aos adolescentes que cumprem medida socioeducativa em meio aberto, como Liberdade Assistida ou Prestação de Serviço Comunitário.

    Os Creas prestam o serviço de atendimento e acompanhamento de adolescentes que cometeram ato infracional e que receberam uma medida socioeducativa a ser cumprida em meio aberto, a exemplo da Liberdade Assistida ou da Prestação de Serviço Comunitário.

    As medidas socioeducativas estão previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA Lei Federal 8069/1990) e são determinadas pela Justiça da Infância e da Juventude, que faz o devido encaminhamento aos órgãos responsáveis pelo acompanhamento e cumprimento.

    De acordo com a juíza Joscileide Ferreira de Lira, diretora do Fórum de Patos e titular da 7ª Vara, as inspeções aos Creas ocorrem semestralmente, em conformidade com o manual que disciplina o preenchimento do Cadastro Nacional de Inspeção de Unidades e Programas Socioeducativos (Cniups), desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    “É muito importante a existência do diálogo entre o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Rede de Proteção, buscando sempre o aperfeiçoamento do sistema socioeducativo em meio aberto, observando o cumprimento das medidas aplicadas e seus resultados na vida dos socioeducandos”, avaliou a magistrada.

    Além da juíza, participaram das inspeções o promotor de justiça Leidimar Almeida Bezerra, além dos servidores José Bonifácio Filho e Gabriel Victor Amorim.

    Cniups – O cadastro busca estabelecer parâmetros nacionais para a uniformização dos procedimentos de inspeção judicial das unidades socioeducativas do meio fechado e dos programas/serviços do meio aberto que compõem o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).

    Por Gabriela Parente

     

  • Campanha “O Leão é o Nosso Amigo” transforma IR em apoio à infância e adolescência Última atualização: 23/04/2025 às 17:04:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 está apoiando a campanha “O Leão é o Nosso Amigo”, promovida pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Pernambuco (CEDCA/PE), que tem o objetivo de incentivar contribuintes a destinarem parte do seu Imposto de Renda para iniciativas voltadas à infância e adolescência no Estado. A  ação busca fortalecer o Fundo Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Pernambuco (FEDCA), que financia políticas públicas e projetos sociais por meio de editais públicos.

    Pessoas físicas podem destinar até 3% do imposto devido diretamente na declaração do modelo completo. Além disso, os doadores podem contribuir com até 6% até o dia 31 de dezembro de cada ano, garantindo maior dedução fiscal. Já as empresas tributadas pelo lucro real podem doar até 1% do imposto devido, sem comprometer deduções já permitidas, como gastos com dependentes, saúde e educação.

    Embora a campanha ganhe destaque durante o período de declaração do Imposto de Renda, as doações podem ser feitas ao longo de todo o ano. Os interessados podem contribuir por meio de depósito bancário ou PIX, utilizando os seguintes dados: 

    Banco do Brasil
    Agência: 3234-4
    Conta Corrente: 10232-6
    PIX/CNPJ: 01.028.699/0001-60

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • TJPB reforça compromisso com acolhimento familiar de crianças e adolescentes

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    Encontro discutiu a qualificação do serviço de acolhimento

    Na manhã desta quarta-feira (23), juízes e juízas do Tribunal de Justiça da Paraíba participaram da 1ª Reunião Intersetorial de 2025, da 1ª Região Geoadministrativa do Estado, realizada no Fórum da Comarca de Conde, Região Metropolitana de João Pessoa. O encontro reuniu magistrados(as), gestores da Assistência Social, técnicos de referência e representantes do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente, para debaterem a qualificação e o fortalecimento do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora (SAF). A iniciativa é uma promoção da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH).

    A reunião teve como foco a articulação entre os diversos atores que atuam na proteção de crianças e adolescentes em situação de risco, promovendo o alinhamento das práticas institucionais à Lei Estadual nº 11.038/2017 e ao artigo nº 101 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O acolhimento familiar é uma medida protetiva fundamental, que prioriza a convivência em ambiente familiar substituto temporário, em detrimento da institucionalização.

    Juiz Hugo Gomes Zaher ressaltou a importância do encontro
    Juiz Hugo Gomes Zaher ressaltou a importância do encontro

    Para o coordenador da Infância e Juventude do TJPB, juiz Hugo Gomes Zaher, a presença dos juízes foi essencial para consolidar uma atuação comprometida e integrada. “O acolhimento familiar exige mais do que decisões judiciais acertadas. Requer uma atuação coordenada em rede, envolvendo o Judiciário, o Executivo e a sociedade civil. Somente por meio dessa articulação intersetorial é que poderemos garantir, com eficácia, o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, como preconiza a legislação brasileira”, comentou o magistrado.

    Ele ainda disse que, “O Tribunal de Justiça da Paraíba reafirma seu compromisso com a proteção integral da infância e juventude, destacando que o fortalecimento de redes de cuidado e proteção é condição essencial para a transformação de realidades e a promoção da dignidade de meninos e meninas em situação de vulnerabilidade”.

    Para a juíza titular da Vara Única e diretora do Fórum de Conde, Lessandra Nara Torres Silva, a reunião intersensorial foi um momento de grande significado, “no qual buscamos, de forma conjunta, aprofundar nosso entendimento sobre as necessidades emocionais, psicológicas e sociais das crianças e adolescentes acolhidos”. 

    Juíza Anderley Marques considera que o encontro deve fortalecer e ampliar a participação de famílias no serviço
    Juíza Anderley Marques considera que o encontro deve fortalecer e ampliar a participação de famílias no serviço

    Já o juiz da Vara Única da Comarca de Caaporã, Anderley Ferreira Marques, disse que o evento revelou-se extremamente enriquecedor. “É motivo de satisfação constatar que o Tribunal de Justiça, por intermédio de sua Coordenadoria da Infância e Juventude, tenha reconhecido a relevância dessa iniciativa e promovido o diálogo com a rede de atendimento acerca de um serviço tão sensível e fundamental como o da Família Acolhedora”, destacou. “A partir de agora, tanto os agentes da rede, quanto a própria sociedade civil intensificarão seu comprometimento no sentido de fortalecer e ampliar a participação de famílias dispostas a integrar esse serviço, prestando acolhimento a crianças e adolescentes, de acordo com os preceitos de integralidade consagrados pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”, ressaltou Anderley Ferreira

    O Poder Judiciário estadual também foi representado pelas juízas Daniere Ferreira de Souza (Vara Única de Alhandra); (2ª Vara Mista de Sapé); Maria dos Remédios Pordeus Pedrosa (2ª Vara Mista de Santa Rita); e Juliana Duarte Maroja (2ª Vara Mista de Cabedelo)

    Por Fernando Patriota.