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  • Concurso Polícia Penal PB depende de aprovação da Lei Orgânica

    Concurso Polícia Penal PB depende de aprovação da Lei Orgânica

    Mesmo com banca contratada, o edital do concurso Polícia Penal PB ainda tem um entrave para ser publicado. A abertura depende da aprovação da Lei Orgânica da corporação e da revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PCCR).

    Na segunda-feira, 9, foi feita uma reunião conjunta entre o Sindicato dos Policiais Penais do Estado da Paraíba (SINDP-PB), Ministério Público, Secretaria de Estado de Administração (Sead) e Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). No encontro, a Lei Orgânica foi abordada.

    De acordo com o presidente do Sindicato, Kecio Santos, que esteve no encontro, ainda não há uma data prevista para envio do texto a e do novo PCCR à Assembleia Legislativa.

    Ainda assim, o secretário de Administração Penitenciária se comprometeu a encaminhar uma cópia da minuta de Lei Orgânica para que o sindicato possa avaliar e propor possíveis melhorias no texto.

    Abertura do concurso Penal PB depende de aprovação da Lei Orgânica

    (Foto: Divulgação)

    A Lei Orgânica estabelecerá as atribuições, os requisitos e a quantidade de vagas do novo concurso para policiais penais.

    “O concurso da Penal ainda não está anunciado nem número de vagas nem escolaridade. Estamos esperando a Lei Orgânica da Polícia Penal ser aprovada”, destacou o secretário de Administração do Estado da Paraíba, Tibério Limeira.

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    Concurso Polícia Penal PB tem mil vagas previstas

    Ainda que o governo condicione o concurso da Polícia Penal PB à Lei Orgânica, o secretário de Administração Penitenciária, João Alves, adiantou que a seleção contará com mil vagas.

    Do total de oportunidades, 500 serão para contratação imediata e 500 para formação de um cadastro de reserva.

    Atualmente, para ingressar no cargo de policial penal na Paraíba, é exigido o nível superior completo em qualquer área, sem limite de idade para a participação.

    A remuneração inicial é de R$4.670,32, podendo chegar até R$7.985,90 conforme o avanço na carreira.

    Idecan é contratado como banca organizadora do concurso

    O Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) foi contratado como a banca organizadora do novo concurso Polícia Penal PB.

    Como banca, o Idecan será o responsável por receber as inscrições do concurso, além de aplicar as provas aos candidatos.

    O concurso para policiais penais da Paraíba já passou por mudanças em relação à banca organizadora.

    No final de 2024, a Associação dos Policiais Penais da Paraíba (Ageppen PB) informou que o Instituto ACCESS tinha sido selecionado como responsável pela organização do concurso. A notícia foi compartilhada nas redes sociais pelo presidente da associação, Wagner Falcão.

    Entretanto, em janeiro de 2025, o secretário de Administração do Estado da Paraíba, Tibério Limeira, revelou que a banca foi desclassificada por não atender aos requisitos técnicos exigidos para a realização da seleção.

    Com isso, o processo de escolha da nova organizadora precisou ser reiniciado e o Idecan foi o escolhido.

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    Último da concurso Polícia Penal PB foi há 17 anos

    Em 2008, foi realizado o último concurso para a área, ainda com o cargo nomeado como agente de segurança penitenciária.

    “O último concurso foi em 2008, é bastante tempo. Então foi em boa hora que o governador autorizou este concurso, temos que reconhecer”, disse o secretário de Estado da Administração Penitenciária, João Alves.

    O concurso de 2008 ofertou 2 mil vagas para o cargo, com os candidatos sendo avaliados por provas objetivas, exames psicológicos e curso de formação.

    Na prova objetiva, foram cobrados conteúdos de Língua Portuguesa (20 questões), Atualidades (15 questões) e Legislação Específica, incluindo a Lei de Execução Penal, a Lei Estadual nº 5.022/1988, o decreto nº 12.832/1988 e a Resolução nº 001/CECP/07.

    Fundação Carlos Chagas (FCC) foi a banca organizadora contratada, na época.

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  • Diretoria mobiliza a categoria na Esat e no Tambiá

    Diretoria mobiliza a categoria na Esat e no Tambiá

    Na véspera da assembleia extraordinária de campanha salarial, a diretoria do Sindifisco-PB reforçou o convite aos colegas na Esat e nas repartições do Tambiá, durante visitações na manhã desta terça-feira (10/6)

    As atividades foram parte do plano de mobilização da base. De acordo com a diretoria do Sindifisco-PB, a recepção atenciosa dos colegas, semelhante à observada em outros setores, demonstra o forte espírito de união e comprometimento em que se encontra a categoria fiscal.

    O clima nos setores fiscais é de total apoio nessa fase crucial do movimento que vai discutir e deliberar, nesta quarta-feira (11), uma proposta de reajuste salarial a ser apresentada ao Governo do Estado.

  • JF5 participa de Encontro Nacional sobre Mediação de Conflitos Fundiários Última atualização: 10/06/2025 às 17:36:00

    Representantes do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 e das Seções Judiciárias vinculadas estão participando do Encontro Anual das Comissões de Soluções Fundiárias, que acontece de 9 a 11 de junho, no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), em Salvador. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento reúne integrantes do Poder Judiciário e especialistas para discutir práticas de mediação como alternativa à judicialização dos conflitos fundiários.

    Com foco na mediação como caminho voluntário e colaborativo para a solução de disputas, a programação inclui oficinas práticas e painéis com especialistas da Harvard Negotiation and Mediation Clinic. Os debates abordam a escuta ativa, a geração de opções consensuais, o papel do registro de imóveis e a importância do apoio técnico nas mediações fundiárias. Durante o encontro, também será montada uma simulação de conflito fundiário para que os participantes aperfeiçoem suas habilidades.

    O ministro Edson Fachin, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu a palestra magna de abertura do evento, na manhã do dia 9/06. Em sua fala, ele ressaltou a importância da autoridade pacificadora das comissões e sua função de transformar a realidade pela palavra, não pelo conflito. “Vamos desarmar as palavras. No mundo pacífico, devem conviver visões diferentes, desarmadas, abertas e plurais. Desejamos longa vida às Comissões de Soluções Fundiárias”, afirmou. 

    Da Justiça Federal na 5ª Região (JF5), participam o presidente da Comissão de Soluções Fundiárias do TRF5, desembargador federal Manoel Erhardt, a juíza federal Ethel Francisco Ribeiro (SJPE) e os juízes federais Carlos Vinícius Calheiros (SJAL), João Luís Nogueira Matias (SJCE), Fernando Américo de Porto (SJPB), Carlos Wagner Dias Ferreira (JFRN) e Gilton Batista Brito (SJSE). Também compõem a comitiva da JF5 servidores e servidoras membros da Comissão Regional de Soluções Fundiárias. 

    Comissões 

    As comissões fundiárias foram idealizadas pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), em 2019, para resolver questões fundiárias sem violência. Em 2023, por meio da Resolução CNJ nº 510, o Conselho estabeleceu que todos os tribunais deveriam criar comissões de soluções fundiárias. A regulamentação traça diretrizes para visitas técnicas nas áreas em conflito e protocolos para ações que envolvam despejos ou reintegrações de posse, especialmente em áreas de moradia coletiva ou de populações vulneráveis. 

    A participação da JF5 reafirma o compromisso institucional com formas dialogadas e pacíficas de resolução de conflitos, respeitando os interesses das partes envolvidas e promovendo soluções sustentáveis para desafios agrários e urbanos.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Estudantes da FPB conhecem o Palácio da Justiça e sua história de 133 anos de fundação

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    Estudantes da Faculdade Internacional da Paraíba

    Estudantes do curso de Direito da Faculdade Internacional da Paraíba (FPB) participaram de uma visita histórica ao Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A atividade, que integra o projeto ‘Conheça o Palácio da Justiça e sua História’, aconteceu na manhã desta terça-feira (10). 

    Durante o passeio, os(as) alunos(as) tiveram a oportunidade de explorar os espaços do Tribunal, receber explicações sobre as peças do museu e acompanhar julgamentos de processos em 2º Grau.

    A recepção foi conduzida pelos servidores Marcos Alcântara e Patrício Fontes, além da estagiária Clarice Santana. Os visitantes conheceram as salas de exposições do térreo e do primeiro andar, o Pleno Histórico, o Salão Nobre e o Museu e Cripta do presidente Epitácio Pessoa, além das Salas de Sessões do Pleno atual. Os alunos estavam acompanhados do professor da FPB Alexandro Gonçalves de Oliveira. 

    Para a estudante Inayane Capitulino, todo o conhecimento adquirido é muito importante e como estudante do curso de Direito percebe-se cada vez mais que entender a história ajuda a vivenciar melhor o momento atual. “Essa compreensão permite trazer experiências práticas. Por exemplo, quando visitamos a Sala do Pleno, foi uma experiência única, pois pudemos observar como o desembargador se comportava, seu vestuário, sua oratória e toda a complexidade do ambiente”, disse.

    Já Flaviano Coutinho, também aluno da FPB, considerou um privilégio poder conhecer de perto a memória viva da Justiça Paraibana por meio de seus prédios, monumentos e estrutura. “O Tribunal está fazendo algo muito especial ao abrir suas portas, não só para estudantes, mas para toda a população, possibilitando um contato direto com o funcionamento da Justiça Paraibana”, afirmou.

    Ambos os estudantes concordaram que o que mais chamou atenção foi a escrita antiga encontrada nos livros, além das Salas de Sessões.

    O professor Alexandro Oliveira ressaltou a importância da visita para a formação dos(as) alunos(as). “Essa oportunidade permite observar a trajetória do Tribunal, desde as origens do Direito até os dias atuais. É fundamental que os estudantes compreendam a relevância do curso de Direito, estando atentos às transformações históricas e tecnológicas, reconhecendo o Direito como um pilar essencial para o desenvolvimento e a organização da sociedade”, comentou.

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    Estudantes acompanharam a sessão das Câmaras

    Na Terceira Câmara Cível, o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, presidente da Comissão de Cultura e Memória do TJPB e membro do colegiado, observou que os(as) alunos(as) tiveram a oportunidade de participarem de uma aula de prática forense no 2º Grau. “Vocês não estão vendo só a história, estão, também, assistindo uma aula de prática forense, fora das cadeiras da faculdade”, disse.

    Em continuidade às visitas ao Museu do TJPB, na tarde da próxima quinta-feira (12), dentro da 9ª Semana Nacional de Arquivos, que ocorre no período de 9 a 13 deste mês, o Museu do Poder Judiciário recebe professores, técnicos e acadêmicos da área de Arquivologia para uma visita mediada.

    Museu – Instalado no Palácio da Justiça, edifício centenário que abriga a sede administrativa do TJPB, localizado na Praça dos Três Poderes, no Centro de João Pessoa, o museu é um importante patrimônio histórico e cultural do Judiciário paraibano. O local oferece aos visitantes uma imersão nos marcos que compõem a evolução da Justiça na Paraíba.

    Como agendar O agendamento das visitas em grupo ao Museu do Poder Judiciário é realizado por meio dos telefones: (83) 3612-6797 e (83) 99143-7273 (WhatsApp). A solicitação pode ser feita, também, pelo e-mail – museu@tjpb.jus.br. Para saber mais sobre o Museu do TJPB, o cidadão pode seguir o Instagram @museutjpb.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Prazo de inscrições do Webinário BRBJus termina nesta quarta-feira (11)

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    O prazo de  inscrições para o Webinário BRBJus termina nesta quarta-feira (11). Promovido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com o Banco Regional de Brasília (BRB), a capacitação é dirigida a magistrados(as) e servidores do Poder Judiciário estadual paraibano.

    O curso será realizado nesta quinta-feira (12), ministrado no modo à distância (Webinar – Zoom),  no horário das 9h às 12h (carga horária de três horas). 

    O Webinário contará com palestras da diretora de Economia e Finanças do Tribunal de Justiça da Paraíba, Izabel Vicente Izidro da Nóbrega, 

    e de executivos do Banco Regional de Brasília: Didiane Monteiro, Edmilson Silva Santana, Eliane da Costa Guimarães e Salvadora Vitorino da Silva. 

    O evento conta com apoio da Escola Superior da Magistratura (Esma) – braço acadêmico do Tribunal de Justiça.

     

    Valter Nogueira

     

  • Prefeitura de Pocinhos PB abre seleção para 76 vagas

    Prefeitura de Pocinhos PB abre seleção para 76 vagas

    A Prefeitura de Pocinhos, na Paraíba, abriu um novo processo seletivo para preencher 76 vagas em diversos níveis de escolaridade, incluindo fundamental, médio, técnico e superior. As oportunidades abrangem cargos como agente comunitário de saúde, agente de combate às endemias, agente fiscal sanitário, auxiliar administrativo, motorista, entre outros. as vagas também contemplam áreas da saúde, com posições para enfermeiro, médico clínico geral, odontólogo e técnico em saúde bucal.

    Os candidatos selecionados terão jornadas de trabalho variando entre 20 e 40 horas semanais e salários que oscilam de R$ 1.518,00 a R$ 5.000,00.

    VEJA O EDITAL

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    Prefeitura de Pocinhos PB abre seleção para 76 vagas (Foto: Divulgação)

    Confira os detalhes da seleção

    As inscrições estarão abertas de 10 a 15 de junho, através do site da Ápice Consultoria, com taxas de inscrição entre R$ 80,00 e R$ 100,00.

    A seleção incluirá uma prova escrita objetiva, marcada para 6 de julho, e, para alguns cargos, haverá também prova prática e avaliação de títulos. O processo seletivo terá validade de um ano, a partir da homologação, e pode ser prorrogado conforme decisão da Administração Pública Municipal. 

  • Hospitais do grupo GHC fazem mais de 100 cirurgias apenas na 1ª semana do terceiro turno

    Hospitais do grupo GHC fazem mais de 100 cirurgias apenas na 1ª semana do terceiro turno

    Iniciativa do programa Agora Tem Especialistas, a implementação do terceiro turno no Grupo Hospitalar Conceição (GHC) já apresenta resultados positivos para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Apenas na primeira semana em que os hospitais da Criança Conceição, Nossa Senhora da Conceição, Cristo Redentor e Fêmina estenderam os horários de atendimento, 109 cirurgias foram realizadas.

    Instituído no último dia 2 de junho, nas quatro unidades do GHC localizadas no Rio Grande do Sul, o terceiro turno ocorre de segunda a sexta-feira, das 19h à 1h, e aos sábados, das 7h às 19h. A medida faz parte de um pacote de ações do novo programa, que inclui a ampliação do uso da estrutura da rede pública. No GHC, a implementação do terceiro turno ocorre de forma gradual. A previsão é de que, até o final de agosto, o novo formato esteja operando com capacidade total.

    Além da ampliação do horário de atendimento nos quatro hospitais, a Rede de Atenção Primária do GHC, composta por 12 unidades, também funcionará no terceiro turno. Sete Unidades Básicas de Saúde (UBSs) passarão a atender até as 22h, e cinco UBSs, até as 20h — nenhuma delas fechará ao meio-dia.

    Outra novidade no GHC é o aumento para sete do número de equipes multiprofissionais, compostas por educador físico, fisioterapeuta, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional, neuropediatra, psiquiatras (adulto e infantil), endocrinologista, cardiologista e ginecologista.

    Desde o início do ano, o GHC já realizou 1.437 exames e 574 cirurgias eletivas, incluindo os mutirões realizados aos sábados.

    Agora Tem Especialistas

    O programa Agora Tem Especialistas visa ampliar o acesso da população a consultas, exames e cirurgias. A iniciativa permite que o Ministério da Saúde utilize toda a estrutura de saúde do país — pública e privada —, aumentando a capacidade de atendimento nas redes locais. A expectativa, com os novos mecanismos, é reduzir o tempo de espera dos pacientes, um gargalo histórico que se agravou com a pandemia.

    No caso do GHC, o programa atuará na implantação do terceiro turno com a Oferta de Cuidados Integrados (OCIs), para acompanhar a jornada do paciente. Também serão oferecidas ações de fortalecimento da Atenção Primária, com o Mais Atenção Primária à Saúde e o Mais Saúde Digital, por meio de telediagnóstico, teleconsulta e teleconsultoria.

    Fazem parte ainda da iniciativa a implantação de processos de controle, monitoramento e avaliação, além da comunicação direta com o usuário, por meio de aplicativos digitais, como o recém-lançado sistema de mensagens via WhatsApp para confirmação de consultas, e o aplicativo GHC Digital, disponível para celulares Android, com acesso aos resultados de exames.

    Ministério da Saúde

  • Palestra alerta para os crimes sexuais contra crianças e adolescentes, em Matinhas

    Palestra alerta para os crimes sexuais contra crianças e adolescentes, em Matinhas

    O 1º promotor de Justiça de Esperança, Bruno Leonardo Lins, ministrou uma palestra, na tarde dessa segunda-feira (09/06), sobre crimes sexuais contra crianças e adolescentes  para integrantes da rede de proteção do município de Matinhas.

    O evento, que ocorreu no auditório do PSF I, foi promovido pelo conselho tutelar e reuniu toda a rede intersetorial do município, poder executivo e legislativo, gestores e todos os responsáveis por nossas crianças.

    Participaram conselheiros tutelares de Matinhas; o secretário de Educação e Assistência Social, Hélio Cobé; a secretária de Saúde, Jéssica Araújo; o vereador Gilvando Barbosa, representando a Câmara Municipal; e a representante do Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes, Karoliny Araújo; bem como profissionais de saúde, educação e do Centro de Referência em Assistência Social (Cras).

    O promotor Bruno Lins informou que o evento alertou sobre a questão do combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. “Foi uma reunião com toda a rede de proteção do município de Matinhas. Então os profissionais foram orientados como proceder em casos de denúncias envolvendo abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Foram apresentados alguns casos que estão acontecendo no município e que são preocupantes pelo número de crimes”.

  • MPPB promove encontro do “Cidadania Ativa”, nesta quarta em Gurinhém

    MPPB promove encontro do “Cidadania Ativa”, nesta quarta em Gurinhém

    O Ministério Público da Paraíba promove, nesta quarta-feira (11/06), o “Encontro Cidadania Ativa”, a partir das 9h, na Câmara Municipal de Gurinhém, com o objetivo de ouvir as demandas da comunidade local. O evento é voltado para lideranças comunitárias e juvenis e sociedade em geral e terá a presença do procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto; da 1ª subprocuradora-geral, Vasti Cléa Marinho da Costa Lopes; do ouvidor do MPPB, José Guilherme Lemos; dos coordenadores dos Centros de Apoio Operacional (CAOs) e da promotora que atua em Gurinhém, Jaine Aretakis Didier, bem como de servidores do MPPB.

    De acordo com a 1ª subprocuradora-geral, Vasti Cléa Marinho da Costa Lopes, o encontro faz parte do projeto estratégico do MPPB “Cidadania Ativa”, que tem como objetivo a criação de bases comunitárias para o recepcionamento de demandas sociais, mediante facilitação do acesso ao Ministério Público. O projeto é desenvolvido pela 1ª Subprocuradoria-geral de Justiça, juntamente com a Ouvidoria, os Centros de Apoio Operacional às Promotorias e os membros aderentes.

    “O projeto visa aproximar a sociedade do MPPB, ouvir a comunidade local para que suas demandas coletivas sejam sanadas, promover espaços propícios ao exercício ativo da cidadania, mormente nas localidades onde as promotorias foram desinstaladas. Ele garante que as vozes de diferentes grupos sociais sejam ouvidas”, afirma a subprocuradora. 

    A 1ª subprocuradora e coordenadora do projeto explicou que o encontro desta quarta terá dois momentos. No primeiro, os membros e membras do Ministério Público vão se apresentar para a comunidade, explicando as atribuições da instituição, e as pessoas presentes vão expor suas demandas para registro pelos coordenadores dos CAOs. 

    Em seguida, as lideranças comunitárias serão capacitadas para usar os sistemas do MPPB, como o MPVirtual e a Ouvidoria, para poder protocolar demandas e acompanhar a tramitação desses procedimentos através das ferramentas disponibilizadas no site do MPPB, possibilitando a multiplicação deste conhecimento com todo o público interessado.

    Posteriormente, será promovida uma nova reunião na localidade para apresentação dos encaminhamentos e resultados referentes às questões trazidas na reunião de apresentação do projeto.

    Ainda de acordo com Vasti Cléa Lopes, o “Cidadania Ativa” começou como uma iniciativa voltada a ouvir demandas das populações residentes em bairros de João Pessoa e, a partir de agora, é ampliado como projeto estratégico do Ministério Público da Paraíba para alcançar municípios em todo o estado.

  • São João: MP recomenda proibição de fogueiras e de fogos com estampido, em CG

    São João: MP recomenda proibição de fogueiras e de fogos com estampido, em CG

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou ao Município de Campina Grande a adoção das providências necessárias para proibir as fogueiras e coibir, em todo o seu território, a fabricação, comercialização, manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, apreendendo todo o material eventualmente encontrado para comercialização ou uso, dando a ele destinação específica. Também foi recomendado à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) que adote providências para coibir o uso de fogos com estampidos em Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba, municípios que integram a área de atuação da Promotoria de Campina Grande. 

    A recomendação ministerial está fundamentada no artigo 225 da Constituição Federal; na Política Nacional de Meio Ambiente; na Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) e na Lei Estadual 13.235/2024, que proíbe, em todo o estado da Paraíba, em áreas públicas ou particulares, a fabricação, a comercialização, a guarda, o transporte e a utilização (queima e soltura) de fogos de artifício e demais artefatos pirotécnicos, bem assim de bombas, morteiros, morteirinhos de jardim, serpentes voadoras, foguetes com ou sem flecha, busca-pés, sinalizadores navais e demais similares que causem poluição sonora, tais como ruídos, estouros e/ou estampidos. Também está respaldada na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou ser constitucional – formal e materialmente – a lei municipal que proíbe a soltura de fogos de artifício e artefatos pirotécnicos produtores de estampidos (Tema 1056, de repercussão geral).

    A recomendação foi expedida pelo 19º promotor de Justiça de Campina Grande, Hamilton de Souza Neves Filho, para garantir o cumprimento da lei, com destaque para a Lei Complementar Municipal 042/2009 (que estabelece o Código de Defesa do Meio Ambiente de Campina Grande), o Código de Posturas do Município (o qual proíbe as fogueiras) e a Lei Municipal 8.527/2022, que proíbe o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, em Campina Grande. Essa lei também estabelece que as atividades autorizadas pelo Poder Público e particulares que usem fogos de artifício serão realizadas com fogos silenciosos, assim compreendidos como aqueles de Classe A.

    O promotor de Justiça destacou ainda que, em relação à proibição de fogueiras, a recomendação leva em consideração o Boletim Epidemiológico de Vírus Respiratórios, divulgado pela Secretaria de Saúde da Paraíba em abril deste ano, segundo o qual a Paraíba registrou 985 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Já em relação à recomendação sobre os fogos com estampido, a recomendação ministerial leva em conta estudos técnicos que atestam os malefícios e prejuízos provocados por fogos com estampidos à saúde das pessoas (com destaque para crianças, idosos, pessoas com Transtorno do Espectro Autista etc) e animais. 

    A recomendação foi expedida à Procuradoria-Geral do Município, à Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), à Coordenadoria do Meio Ambiente (Comea); e também à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema); à Companhia de Policiamento Ambiental e à Delegacia de Polícia Civil de defesa do meio ambiente de Campina Grande. 

    Confira as medidas recomendadas: 

    # Aos órgãos municipais:

    – que adotem as providências necessárias para proibir, em todo o território municipal, as fogueiras, removendo todo material eventualmente encontrado nos passeios públicos, dando-se lhe a destinação específica, inclusive, àqueles destinados à venda e/ou à comercialização, considerando que a poluição atmosférica produzida por estes, causa dano ambiental de grande monta, podendo, inclusive, agravar os quadros respiratórios de grupos vulneráveis, principalmente, de indivíduos com doenças cardiorrespiratórias ou doenças crônicas prévias;

    – que *coíbam*, em todo o território municipal, a fabricação, a comercialização, o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, e *apreendam* todo material eventualmente encontrado para comercialização ou uso, dando-se lhe a destinação específica, com o fim de que a lei seja devidamente cumprida; demonstrando a possibilidade de prejuízos à saúde e à qualidade de vida, bem como a frequência da exposição;

    – que promovam campanhas educativas no município para conscientização da população e dos comerciantes de fogos acerca da proibição legal e dos danos causados pelo uso de fogos de estampido e de artifícios com estampido, devendo fomentar a cultura do uso de fogos de vista e sem estampido, cujo espetáculo de luzes e cores não traz prejuízos ao meio ambiente e ao bem-estar animal e humano; 

    – que fiscalizem o cumprimento, por parte dos estabelecimentos que comercializem fogos de artifício, da obrigação de não comercializarem fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, bem como quanto à afixação de placa com informação acerca da proibição quanto ao manuseio, à utilização, à queima e à soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso;

    – que insiram nas condicionantes de licenças e autorizações ambientais para realização de eventos, públicos ou privados, a proibição de uso de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso; 

    # À Sudema:

    – que adote as providências necessárias para *coibir*, nos municípios de Campina Grande, Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba, a fabricação, a comercialização, o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, e *apreender* todo material eventualmente encontrado para comercialização ou uso, dando-se lhe a destinação específica, com o fim de que a lei seja devidamente cumprida; demonstrando a possibilidade de prejuízos à saúde e à qualidade de vida, bem como a frequência da exposição;

    – que fiscalize o cumprimento, por parte dos estabelecimentos que comercializem fogos de artifício, localizados nos municípios de Campina Grande, Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba, da obrigação de não comercializarem fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, nos termos da Lei Estadual 13.235/2024;

    – que insira nas condicionantes de licenças e autorizações ambientais para realização de eventos, públicos ou privados, a proibição de uso de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso; 

    # À Companhia de Policiamento Ambiental e à Delegacia de Polícia Civil de defesa do meio ambiente de Campina Grande:

    – que adotem as providências necessárias para que as leis estadual e municipal sejam devidamente cumpridas, com adoção das medidas cabíveis, sem prejuízo de se esclarecer a população acerca da vigência da contravenção penal prevista no artigo 42 do Decreto-Lei 3.688/41(perturbação do trabalho ou do sossego alheios), passível de prisão simples e multa, e do crime tipificado no artigo 54 da Lei 9.605/1998 (poluição sonora), cuja prova deve ser precedida de laudo técnico demonstrando a possibilidade de prejuízos à saúde e à qualidade de vida, bem como a frequência da exposição; 

    A não adoção das medidas recomendadas ensejará a proposição das medidas judiciais cabíveis, dentre elas, a proposição de ação civil pública em face das autoridades destinatárias da recomendação ministerial.