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  • Com ganhos de até R$5mil, Caricanecas contrata 20 desenhistas

    A Caricanecas, empresa especializada em brindes com caricaturas digitais, está com 20 vagas abertas para a função de desenhista. A seleção está aberta para profissionais de todo o país. Todos os selecionados ganharão um curso de Desenho para aprimorar a sua arte. 

    Os novos profissionais trabalharão criando caricaturas baseadas em imagens dos clientes dos franqueados da marca, tudo digitalmente. O salário inicial é de R$1.500, mas pode chegar a R$5 mil. 

    Para participar da seleção, é preciso ter conhecimento avançado em Photoshop e experiência com caricatura digital. Os funcionários trabalharão no modelo home office, como pessoa jurídica (PJ). Além da remuneração, a empresa oferece benefícios como férias, 13º salário, bônus salarial por produtividade e plano de carreiras. 

    Após a experiência de três meses, será feito o contrato de trabalho de um ano, renovável todo ano. Os contratados iniciam o trabalho no dia 6 de julho. 

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    Caricanecas abre vagas para 20 desenhistas
    (Foto: Pixabay)

     

    Inscrições e testes para vagas no Caricanecas serão recebidos até dia 12 de junho

    Os interessados podem se inscrever até o dia 12 de junho, no site da Caricanecas. Ao fazer o cadastro para a vaga, o site irá redirecionar o desenhista automaticamente para a página de download do primeiro teste. Nessa página, é possível encontrar mais referências do trabalho e algumas imagens que o participante terá que desenhar. 

    É necessário seguir corretamente todas as instruções da página para o envio do teste, que será avaliado por profissionais da startup. Os testes da etapa de inscrição serão recebidos até o dia 12 de junho. 

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    Os selecionados realizarão o curso de desenho, na modalidade de ensino a distância. O curso servirá para aperfeiçoar os traços e pintura do participante e terá duração de dois meses, com aulas práticas e exercícios. 

    Após o curso, o participante irá repetir a etapa 1, mas com imagens diferentes. Através das novas artes enviadas, a Caricanecas irá avaliar a evolução do desenhista e selecionará os melhores para uma entrevista online.

    Sobre a Caricanecas

    Maior empresa especializada em Caricaturas digitais do mundo. Surgiu em 2016, após um reposicionamento da marca Cartooneria – Ninjas da Caricatura. O fundador, Wdson Sandenys, mais conhecido como Dinho, durante mais de 10 anos, vendeu milhares de caricaturas em canecas e outros brindes para dezenas de segmentos de mercado.

    Foram testadas muitas coisas que deram muito certo e outras que não deram tão certo assim. Hoje, tem a maior agência especializada em brindes com caricaturas do planeta, que vende mensalmente mais de 10 mil caricaturas para várias empresas e pessoas físicas. Possui vários desenhistas a sua disposição e construiu um nome sólido no mercado.

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  • Agências dos Correios fazem cadastro do auxílio emergencial

    O cadastro do auxílio emergencial de R$600 agora pode ser feito pelas agências dos Correios. A parceria entre o Ministério da Economia e a estatal tem o objetivo de atender a população mais vulnerável, que não tem acesso ao mundo digital e ainda não conseguiu solicitar o benefício. 

    A expectativa é que sejam realizados até 27 milhões de atendimento nas mais de seis mil agências do Correios, presente em todos os municípios do país, que já estão habilitadas a fazer o cadastro de quem precisa do auxílio.

    “Há uma porção importante da sociedade brasileira que é ainda mais vulnerável e que precisa de ajuda para fazer o cadastramento, contestar uma informação. Então, esse convênio é importante porque os Correios têm uma vasta capilaridade em todas as cidades brasileiras. As agências dos Correios estão preparadas para receber as pessoas”, disse o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. 

    O contrato foi assinado com os Correios na última sexta-feira, 5. Para o presidente da estatal, general Floriano Peixoto Vieira Neto, a parceria é uma oportunidade para a empresa reafirmar seu compromisso social. 

    “Além do seu negócio, de oferecer serviços que aproximam as pessoas, a empresa mostra que tem uma enorme vocação social. E neste momento tão importante, em que o Ministério da Cidadania, o governo Bolsonaro, abre essa oportunidade de auxiliar as pessoas, a empresa, como sendo a única instituição a estar presente em todos os municípios do Brasil, se sente bastante honrada por mais uma vez contribuir no esforço federal de auxílio à população.”

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    Agência Correios solicitação do auxílio emergencial
    Agências do Correios realiza cadastro do auxílio emergencial
    (Foto: Divulgação)

     

    Como será feita a solicitação do auxílio emergencial pelos Correios? 

    Para a solicitação do auxílio nas agências, os interessados devem apresentar os seguintes documentos: 

    • Identificação oficial com foto, em que conste também o nome da mãe do beneficiário; 
    • Cadastro de Pessoa Física (CPF) do usuário e dos membros da família que dependem da renda do titular; 
    • Dados bancários ou documento de identificação (RG, CNH, passaporte, CTPS, RNE ou CIE) para solicitar abertura de Conta Social Digital, em nome do titular.

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    Assim como acontece no cadastro realizado pela internet, caso a solicitação seja aprovada, será aberta uma conta social digital da Caixa para os brasileiros que não possuem conta em banco. Ao final do atendimento, o cidadão receberá um protocolo de cadastro. 

    Quem realizar o cadastramento nos Correios poderá consultar o andamento do pedido em qualquer agência da empresa após o prazo previsto de dez dias para a conclusão da análise. Para isso, deverá retornar com o comprovante do atendimento de cadastro e o CPF. Vale ressaltar que os Correios não realizarão o pagamento do benefício.

    O acompanhamento da liberação do benefício também pode ser feito nos canais disponibilizados pelo Ministério da Cidadania, Dataprev e Caixa ou pelo telefone 121.

    Na página dos Correios, no sistema Busca Agência, é possível obter informações sobre as unidades abertas ao público. A grande maioria dos pontos de atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. 

    Caixa detalha pagamento do auxílio emergencial por Estado e Região

    O pagamento do auxílio emergencial teve início no dia 9 de abril em todo o país. Segundo levantamento publicado pela Caixa, já foram creditados mais de R$76,6 bilhões para mais de 58,6 milhões de brasileiros. As regiões Norte e Nordeste lideram o ranking com 46,6% dos pagamentos, totalizando R$35,7 bilhões liberados. 

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    “Proporcionalmente, os números mostram onde estão concentradas as regiões com maior volume de pagamentos e pessoas afetadas”, explica o presidente Pedro Guimarães. “A Caixa tomou todas as medidas, deslocou funcionários, para que as agências com grande volume de pagamentos em todo o país, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, não tenham filas nem aglomerações”, completa.

    Na região Norte, o estado com maior volume de pagamento foi para o Pará, com R$4,12 bilhões. Já no Sudeste, São Paulo teve R$13,25 bilhões liberados, o maior valor do país. Na região Sul ou Estado do Paraná, foram creditados R$3,34 bilhões. No Centro-Oeste, o estado de Goiás teve R$2,46 bilhões e no Nordeste, a Bahia teve R$7,21 bilhões liberados.

    Confira os pagamentos do auxílio emergencial realizados nos Estado e Regiões 

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  • Flexibilização do isolamento: medo de retornar ao escritório?

    Com algumas cidades brasileiras adotando a reabertura gradual das atividades econômicas, muitas dúvidas e incertezas pairam sob a cabeça dos trabalhadores. Junto a isso, vem o medo do contágio ao novo Coronavírus.

    As empresas também têm dificuldades para se adaptar ao “novo normal”. Instruções e dicas práticas sobre como manter o distanciamento social e de assepsia no retorno dos colaboradores ao local de trabalho não faltam. 

    Entretanto, segundo o professor e especialista em tomada de decisão, carreira e negócio, Uranio Bonoldi, além de adotar esses cuidados, os líderes devem saber gerenciar as preocupações e ansiedades de seus colaboradores a fim de garantir a sensação de segurança e bem-estar.

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    Ele ainda ressalta que sentir medo é comum, principalmente, entre os mais velhos. Mas, os mais jovens, não deixam de correr risco, uma vez que, apesar de se apresentar saudável, podem ter problemas de saúde desconhecidos.

     “O medo é uma resposta emocional, mesmo aqueles que não fazem parte do grupo de risco têm seus próprios receios e ansiedades”. 

     

    O líder deve garantir a segurança e o bem-estar dos funcionários
    (Foto: Pixabay)

     

    O papel das empresas

    Usar ou não o elevador? Como manter o distanciamento social, sugerido pelas entidades de saúde em um elevador? Que provas teremos de que alguém não está doente ou tem estado perto de pessoas que são positivas para Covid-19? Que cuidados tomar ao usar o transporte público?

    “Os chefes não podem resolver todos esses problemas, mas podem fazer muito para facilitar a volta. Eles precisam abordar essas preocupações se realmente quiserem que os funcionários se sintam seguros e produtivos como antes de a COVID-19 fechar as portas”, afirma Urânio.

    O especialista explica que, antes de tudo, o empregador deve prezar por uma relação transparente e de boa comunicação com seus colaboradores:

    “Peça ao funcionário para sugerir medidas de segurança que façam ele se sentir mais à vontade. Uma coisa é contar aos funcionários tudo o que está sendo feito para sua segurança. Outra é deixá-los expressar suas preocupações, ansiedade e medos, – inclusive se ele tem alguma doença pré-existente que o coloque em risco maior de recuperação em um possível contágio”. 

    Entre as obrigações dos empregadores, estão a disponibilização de: 

    • máscaras;
    • sabão;
    • e outros suprimentos de higienização.

    “É muito provável que não vamos conseguir aliviar totalmente os medos dos funcionários, mas podemos dizer a eles que entendemos suas preocupações e que, coletivamente, somos responsáveis ​​por nossa saúde e segurança. Além disso, essa atitude dos líderes diante de seus colaboradores, torna o ambiente de trabalho muito mais leve, colaborativo confiável e, é claro, seguro”, finaliza.

    Algar Tech planeja deixar colaboradores em home office definitivo

    A Algar Tech foi uma das muitas empresas que aderiu ao home office durante o período de distanciamento social. Em entrevista exclusiva ao Portal Exame, a Algar Tech, informou que já se prepara para atuar definitivamente nesse modelo. 

    A decisão levou em consideração uma pesquisa com o time. Segundo o levantamento, 75% dos colaboradores gostariam de manter este modelo de trabalho.

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    Mesmo com a flexibilização da quarentena, cerca de 600 colaboradores ainda permanecerão em casa. Voltarão ao trabalho presencial os funcionários das áreas de staff e comercial.

    “Nossa ambição é aproveitar essas lições para construir uma nova Tech, ainda mais ágil, digital e preparada para o futuro. Essa decisão vai estimular a companhia a dar um salto ainda mais rápido na digitalização e no ajuste de processos, com impactos positivos para todos os nossos associados e clientes”, disse Luciana Gonçalves, diretora de Estratégia e Marca da Algar Tech à equipe do Exame.

    Está entre os planos da empresa modificar seu espaço físico, para que tenham mais áreas comunitárias e salas para reuniões. Em contrapartida, a equipe de Staff não contará mais com posições fixas, por exemplo.

    Sobre as novas contratações, Luciana destacou quais competências serão necessárias nos novos colaboradores, além dos conhecimentos técnicos. Entre elas: agilidade, liderança remota e gestão de tempo.

    “Trata-se de uma mudança cultural, que exige um novo mindset. Daí a urgência de começarmos a reforçar pontos como a importância de se orientar por entregas, e não por tempo de trabalho”, enfatizou.

    + Confira vagas de emprego na Algar Tech
     

  • Governo vai criar programa de geração de empregos

    Em reunião do Conselho de Governo, no Palácio do Alvorada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira, 9, que irá criar um programa para estimular a geração de empregos formais no país. Segundo ele, o projeto terá como base a retomada da Carteira Verde e Amarela. 

    “Aprendemos durante toda essa crise que havia 38 milhões de brasileiros invisíveis e que também merecem ser incluídos no mercado de trabalho”, disse Guedes durante reunião ministerial coordenada pelo presidente Jair Bolsonaro.

    O Contrato Verde e Amarelo foi criado em novembro de 2019 através da Medida Provisória 905. E, tinha como objetivo fortalecer o acesso de jovens, com idade entre 18 e 29 anos, ao mercado de trabalho. Por não ter sido aprovado pelo Congresso antes de perder a validade, a MP foi extinta. 

    “Há regimes onde têm muitos direitos e pouquíssimos empregos e há 40 milhões de brasileiros andando pelas ruas sem carteira assinada. Só que agora nós sabemos quem eles são e vamos formalizar esse pessoal todo”, ressaltou o ministro.

    Conforme dados do Ministério da Economia, divulgados nesta terça-feira, os pedidos de seguro-desemprego cresceram 53% em maio, comparado ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram 960.258 solicitações, o que já é considerada uma marca histórica.

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    Entre os principais solicitantes, estão os homens (58,7%), pessoas de idade de 30 a 39 anos (32,3%) e com ensino médio completo (61,4%). Este quase 1 milhão de pedidos nada mais é que um dos impactos da crise econômica provocada pela pandemia do novo Coronavírus.

    Já entre os meses de janeiro e maio, foram 3.297.396 pedidos de seguro-desemprego, representando alta de 12,4% em relação a 2019.

     

    Em maio, houve quase 1 milhão de pedidos de seguro-desemprego
    (Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Ministro anuncia programa de renda mínima 

    Na ocasião, o ministro anunciou ainda, que, após pandemia do novo Coronavírus,  o governo federal criará um programa de renda mínima permanente já batizado de Renda Brasil, que consistirá na unificação de vários programas sociais.

    + Agências dos Correios fazem cadastro do auxílio emergencial

    Os 38 milhões de beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600, pago em três parcelas aos trabalhadores informais, MEIs, desempregados, mães solteiras e profissionais autônomos, que perderam renda em razão da pandemia, deverão ser incluídos.

    Ministro reafirma novas parcelas do auxilio emergencial 

    Paulo Guedes confirmou ainda que o auxílio emergencial será prorrogado por mais dois meses, conforme já havia sido anunciado por Bolsonaro e que, durante esse tempo, o setor produtivo pode se preparar para retomar as atividades, com a adoção de protocolos de segurança. 

    “E depois [a economia] entra em fase de decolar novamente, atravessando as duas ondas [da pandemia e do desemprego]”, disse.

     

  • Auxílio emergencial: Guedes confirma pagamento por mais dois meses

    Durante reunião ministerial, nesta terça-feira, 9 no Palácio do Alvorada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou que o governo vai pagar mais duas parcelas do auxílio emergencial. O anúncio dele, veio, contudo, sem a confirmação do valor exato de cada parcela. 

    “O presidente já lançou e comunicou isso que, por dois meses, nós vamos estender o auxílio emergencial”, afirmou Guedes. 

    Na última semana, o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer que o benefício seria estendido aos trabalhadores, mas na quantia de R$300. Inicialmente, a equipe econômica do governo trabalhava com R$200 para cada parcela.

    De acordo com publicação do portal G1, ao fim da reunião interministerial, Bolsonaro declarou que o valor se manterá caso os parlamentares aceitem reduzir os próprios salários ou indiquem uma fonte da despesa, que, segundo ele, cada parcela tem o custo de R$40 milhões. 

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    “Eu sei que tem parlamentar que quer mais duas de R$ 600. Tudo bem, se tivermos um programa para diminuir o salário do parlamentar, a metade, grande parte do salário desses parlamentares ser usado para pagar isso aí, tudo bem”, disse Bolsonaro.

    O auxílio começou a ser pago em 7 de abril para trabalhadores informais, mães solteiras chefes de família, MEIs e autônomos. Segundo a Caixa, mais de 58 milhões já foram pagas. Até segunda-feira, 8, ainda havia 10,4 milhões de pessoas seguem na fila de análise do benefício sem previsão de quando irão receber os R$600. 

    + Agências dos Correios fazem cadastro do auxílio emergencial

    Bolsonaro sugere que parlamentares cortem salários para
    continuar pagando auxílio de R$600 (Foto: Pixabay)

     

    Calendário da 3ª parcela sai na quarta-feira, 10

    Estava previsto para esta segunda-feira, 8, o anúncio do cronograma completo da terceira parcela do auxílio emergencial, de R$600. No entanto, os detalhes do cronograma do pagamento do benefício somente deverão ser fechados até quarta-feira, 10.

    A informação foi publicada por O Globo. A princípio, o pagamento da terceira parcela do auxílio de R$600 começará no dia 17 para os beneficiários do Bolsa Família, de acordo com o final do NIS (Número de Identificação Social).

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    Essas pessoas poderão sacar os recursos em espécie nas agências da Caixa Econômica Federal, rede de lotéricas e correspondentes bancários.

    Os trabalhadores informais, por sua vez, terão primeiro o valor creditado em conta poupança digital, de forma escalonada por mês de nascimento. Para retirar o dinheiro, eles terão que esperar dez dias a partir do depósito.

    De acordo com técnicos do Ministério da Cidadania, o novo calendário será semelhante ao da segunda parcela, com a separação das datas entre os públicos beneficiados para evitar filas e aglomeração de pessoas nas agências da Caixa Econômica Federal. 

     

  • Hospital Alemão Oswaldo Cruz abre 10 mil vagas em cursos gratuitos

    O Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em parceria com a Johnson & Johnson Brasil, está com inscrições abertas para 10 mil vagas em cursos gratuitos, na área da Saúde. As oportunidades são para uma capacitação online.

    Neste caso, os cursos são voltados a enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem e demais profissionais de Saúde das redes pública e privada, que compõem a equipe multidisciplinar na linha de frente ao Covid-19 (Coronavírus) em todo o país.

    Os cursos acontecem, segundo as instituições, à medida que o número de casos de Covid-19 avança no Brasil. Com isso, mais profissionais preparados para o enfrentamento desta pandemia têm sido necessários.

    “Com a criação de novos leitos e com a expansão das unidades de atenção a pacientes críticos, muitos profissionais são chamados para assumir novas funções sem a expertise e a prática necessária”, diz a instituição.

    Segundo o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, nos cursos, os profissionais da saúde encontrarão informações sobre o enfrentamento da pandemia e os cuidados à pacientes em Unidade de Internação, Pronto Atendimento e Unidade de Terapia Intensiva, além da segurança do paciente, equipe de saúde e população.

    O acesso aos cursos gratuitos será feito via plataforma online. O programa proposto está dividido em dois módulos de aprendizagem:

    • Curso 1 – Abordagem ao enfrentamento do novo Coronavírus: 40 horas e voltado ao público multidisciplinar (enfermagem, médicos e fisioterapeutas, por exemplo);
    • Curso 2 – Capacitação para equipe de enfermagem ao enfrentamento do novo Coronavírus: com mais 60 horas adicionais, com conteúdo aprofundado e desenvolvido especialmente para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem.

     

    Hospital Alemão Oswaldo Cruz abre 10 mil vagas em cursos gratuitos ​​​​​​​(Foto: Ministério da Saúde)
    Hospital Alemão Oswaldo Cruz abre 10 mil vagas em cursos gratuitos
    (Foto: Ministério da Saúde)

     

    Veja também:

    Inscrições vão até o dia 22 de junho

    Segundo o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ambos cursos estão divididos em cinco temáticas diferentes, que abordarão os seguintes temas voltados para o ambiente hospitalar:

    • Cuidados na chegada ao Pronto Atendimento, na internação e na unidade de Cuidados Intensivos;
    • Orientação familiar;
    • Cuidados necessários com os pacientes em grupo de risco;
    • Como usar corretamente os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs); e
    • Autocuidado, para cuidar de si mesmo e de seus familiares neste momento difícil, entre outros temas importantes no combate ao Coronavírus. 

     

    O curso voltado para a equipe de enfermagem incorpora, segundo a instituição, mais três importantes temáticas: sistematização da assistência de enfermagem com foco em diagnósticos de enfermagem e plano de cuidados em tempos de Covid-19; abordagem do paciente com doenças crônicas em situação de vulnerabilidade; e outras situações específicas e gestão do cuidado pelo enfermeiro. 

    Notícias de empregos

    A expectativa do hospital é que 10 mil profissionais, que desejam se atualizar e se capacitar, possam se beneficiar deste conteúdo.

    “O profissional poderá escolher e se aprofundar nas temáticas, de acordo com o seu nível de experiência e necessidades de aprendizado. Ao final de cada módulo receberá um certificado”, garante.

    As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas, até o dia 22 de junho, por meio do site da Inova. As aulas, metodologia de ensino, coordenação, acompanhamento e plataforma virtual são da Faculdade do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

    A inscrição não garante acesso imediato ao curso de interesse. Neste caso, o profissional inscrito receberá um comunicado, via e-mail, da equipe de coordenação, informando os dados de acesso ao programa de capacitação.

  • Transempregos divulga vagas para pessoas trans em todo país

    Junho é o mês em que o mundo todo se une para celebrar o Orgulho LGBTQI+. O mês foi escolhido em homenagem à Rebelião de Stonewall, realizada em 1969, em Nova York, como forma de protesto à violência policial contra homossexuais.

    A luta do público LGBTQI+ para garantir condições igualitárias na sociedade perpassa por diversos aspectos, incluindo a questão da empregabilidade. Apesar de muitas empresas já olharem com mais atenção para essa causa, ainda faltam políticas públicas que garantam a essas pessoas o acesso ao mercado de trabalho.

    FOLHA DIRIGIDA conversou com Maite Schneider, co-fundadora do Transempregos, portal que reúne vagas de empregos para pessoas trans de todo o Brasil. Maite falou sobre as dificuldades do acesso da comunidade LGBTQI+ a diferentes postos de trabalho no país.

    Segundo ela, as empresas têm melhorado suas visões em relação à diversidade. No entanto, a principal dificuldade das companhias é entender como elas podem gerir isso:

    “Muitas empresas querem encher seus espaços de diversidade sem se preocupar, de fato, em fazer uma cultura verdadeiramente inclusiva. É uma escolha péssima, porque se você amplia a diversidade, principalmente de pessoas mais vulneráveis, em um ambiente que não está preparado, você mata essa diversidade.”

    Militante da causa, Maite Schneider defendeu que, ao implementar uma cultura organizacional mais inclusiva, mesmo que seja um processo mais demorado, naturalmente os colaboradores começam a entender e aceitar melhor a diversidade. A especialista ainda destacou que este deve ser um tópico presente no DNA da empresa.

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    “Ainda vemos muitos falando sobre diversidade e inclusão nas áreas de Responsabilidade Social, Marketing, RH e não no resto da empresa. Parece que não é uma questão que interessa para ao restante. Diversidade tem que estar no DNA da empresa, no DNA dos funcionários”, enfatizou.

     

    LGBT
    Pessoas LGBTQI+ sofrem com a falta de iniciativas públicas (Foto: Pixabay)

    Para pessoas Trans, conseguir uma vaga no mercado de trabalho é ainda mais difícil

    Para os integrantes da comunidade LGBTQI+, especialmente as pessoas trans, conseguir uma colocação no mercado de trabalho é desafiador por uma série de questões. A primeira delas é vencer o preconceito.

    Por exemplo, segundo um dado apurado pela própria Transempregos, internamente, dos quase 16 mil currículos recebidos, 40% contam com cursos de graduação, mestrado ou doutorado. E mesmo assim, essas pessoas estão fora do mercado de trabalho.

    Apesar disso, para a maioria das pessoas trans a capacitação ainda é uma barreira. Muitas acabam deixando a escola por não suportar as piadas, acusações e o bullying sofrido. Consequentemente, sem a devida capacitação, se torna muito mais difícil a inserção no mercado de trabalho.

    “Pessoas trans, normalmente, querem mostrar que são as melhores em tudo. Elas precisam acreditar mais em si mesmas e ir atrás do maior número de capacitações possíveis”, aconselhou Maite.

    Outra questão destacada é o fato de que, muitas vezes, essas pessoas acabam assumindo postos de trabalho em empresas que nunca tiveram contato com um funcionário trans anteriormente. Por conta disso, além do trabalho para qual foi contratada, ela acaba assumindo a função de “educar” os demais colaboradores.

    “Isso é extremamente cruel porque tem pessoas trans que não querem. Elas querem ir para o trabalho e executar aquela função para qual foram contratadas, mas acabam fazendo outro papel, ajudando o RH e fazendo campanhas de marketing”, percebe. 

    Maite Schneider
    Maite Schneider é militante da causa LGBTQI+ no Brasil
    (Foto: Arquivo Pessoal)

    Transempregos atua auxiliando empresas e quem está em busca de colocação profissional

    O Transempregos atua, justamente, na facilitação dos acessos de pessoas trans a oportunidades de trabalho e na preparação das empresas para receber esse público. Hoje em dia, a plataforma conta com quase 16 mil currículos cadastrados. O projeto, que tem pouco mais de cinco anos, atua em três frentes de atuação:

    1. Informação

    Por meio da Transpempregos são realizadas palestras nas empresas, explicando quem são as pessoas trans e tirando dúvidas. O projeto integra a inciativa “Agora Vai”, uma parceria da Transempregos com outras 17 empresas, que trabalham na elaboração de cartilhas explicativas e mentorias.

    2. Banco de currículos e oferta de vagas

    Atualmente são 450 empresas que trabalham em parceria com a Transempregos oferecendo vagas para pessoas trans. Entre elas, Atento, CIEE, Unesco, Netflix, C&A e outras. No site do projeto, estão disponíveis ofertas de vagas e cursos de capacitação voltados para esse público.

    3. Consultorias

    “Tem empresas que já estão muito à frente e querem os melhores talentos perto delas independentemente de orientação e identidade de gênero. Conhecendo a missão, os valores e princípios dessas empresas, o Transempregos as ajuda a organizarem planos para além da empregabilidade, de maneira possam agregar propósito e responsabilidade social”, explica Schneider.

    A meta para os próximos anos é garantir que essas companhias possam, sozinhas, implementar um ambiente inclusivo dentro de suas organizações. Maite explicou que o Transempregos foi um projeto pensado para atuar por 15 anos, de modo que a ideia é que passados mais dez anos, a iniciativa possa encerrar suas atividades:

    “Não queremos que seja um projeto para a vida inteira. Por isso, ensinamos as empresas a serem mais inclusivas.” 

    As oportunidades oferecidas no site são atualizadas diariamente. As vagas de empregos são enviadas pelas próprias empresas. Todos os serviços oferecidos são gratuitos. Os que não encontrarem vagas alinhadas ao seu perfil podem cadastrar seus currículos no site do projeto, para oportunidades futuras.

    + Empregabilidade trans ainda é um desafio para o mercado de trabalho

    notícias de empregos

    Faltam políticas públicas voltadas às causas LGBTQI+ no Brasil

    Para Maite, o grande problema do Brasil é a desigualdade social. E, quando se olha para as minorias (LGBTQI+, portadores de deficiência, mulheres, negros), a situação é ainda mais crítica. Nesse sentido, ainda faltam políticas públicas que tratem, especificamente do grupo LGBTQI+.

    “Até hoje não temos um Censo. O IBGE não pergunta sobre identidade de gênero, sobre a orientação das pessoas, então não temos dados. Ficamos nos baseando em dados dos EUA, dados de fora do Brasil, porque não tem nada internamente”, reivindicou. 

    Algumas empresas já se movimentam para realizar levantamentos próprios. Entre elas, a multinacional Atento, que por meio de uma pesquisa identificou que 1,3 mil profissionais que atuam na companhia são transexuais. Os dados são referentes ao ano de 2018.

    Também faltam iniciativas públicas para ampliar o acesso dessa comunidade à universidade e a cursos de preparação: “Temos uma educação que não trata as pessoas com equidade e a distribuição de renda é outro fator que faz com que essas pessoas sejam excluídas.”

    Maite relatou que muitas empresas estão enxergando além da empregabilidade e assumindo, também, o papel de prover a essas pessoas cursos de capacitação. 

    “As chamadas empresas inteligentes são aquelas que pensam de que maneiras elas podem fazer com que a educação seja potencializada. Fazer com que cada pessoa descubra o melhor de si mesma e, a partir disso, se torne um ser humano cada vez mais potente e consciente da sua essência, podendo construir e edificar em qualquer área que esteja”, finaliza.

     
  • Com bolsa de até R$2 mil, Mudes seleciona para 173 vagas

    Em meio à pandemia do novo Coronavírus, a Fundação Mudes permanece selecionando estudantes de diversos cursos para preencher diversas vagas. As oportunidades são para Rio de Janeiro e São Paulo.

    Nesta semana, a instituição divulgou um somatório de 173 vagas em vários cursos, para graduandos e estudantes de nível médio.

    Das oportunidades, são 170 para estágio, duas para Pessoas com Deficiência (PcD) e uma para jovem aprendiz. Os estudantes poderão receber uma bolsa de até R$2 mil, de acordo com o curso? 

    + Em São Paulo, Nube tem 1.265 vagas com ganhos de até R$2 mil

    Ficou interessado em saber mais? Então permanece até o final desta matéria para conferir os detalhes e quais cursos estão disponíveis!

     

    (Foto: Divulgação)
    Mudes abre mais de 170 vagas apra estágio, PcD e aprendiz
    (Foto: Divulgação)

     

    Mudes oferece mais de 40 vagas de nível médio

    Os estudantes que ainda estão no nível médio disputam 47 vagas na Mudes, para vários cusos. Dessas, nove são para quem está cursando a modalidade geral, sem nenhuma especialidade, podendo concorrer do 1º ao 3º ano.

    Além disso, há 38 oportunidades para cursos técnicos de nível médio. As principais ofertas são para Administração (dez), técnico em mecânica (seis) e técnico em eletrônica (quatro).

    Entretanto, ainda há chances para outras carreiras como nas carreiras de Enfermagem, Farmácia, Hotelaria, Logística, Propaganda e Marketing, Segurança do Trabalho.

    Estes estudantes receberão uma bolsa no valor de R$600 e precisam estar matriculados em uma instituição de ensino para poderem participar do processo seletivo.

    Cursos de nível superior somam mais de 100 vagas

    As demais oportunidades de estágio são todas para graduandos, também em vários cursos. De acordo com a Mudes, a maior oferta fica sendo para as especialidades de administração (27), comunicação social (oito), marketing (seis), fisioterapia (cinco), informática (cinco), hotelaria (quatro), sistemas de informação (quatro) e ciência da computação (quatro).

    Além dessas, também serão contemplados outros cursos, como:

    • Direito;
    • Farmácia;
    • Letras;
    • Matemática;
    • Pedagogia
    • Recursos Humanos;
    • Turismo;
    • Ciências Contábeis;
    • Design Gráfico;
    • Engenharia de produção.

     

    Os salários variam de R$520 a R$2 mil, de acordo com a própria Mudes. A empresa informa que a candidatura para ps processos seletivos está sendo feita de forma remota, por meio de telefone e internet. 

    Em caso de qualquer dúvida no processo de inscrição, a Fundação Mudes orienta que o participante entre em contato por e-mail (gedipcal@mudes.org.br) ou pelo Fale Conosco do site, Facebook ou Instagram.

  • Quais empregos estão em alta? Descubra!

    Se você está à procura de trabalho ou recolocação no mercado já deve ter feito a seguinte pergunta: ‘quais empregos estão em alta?’ FOLHA DIRIGIDA cruzou dados de duas plataformas de recrutamento online para chegar à lista de profissões com mais oportunidades abertas.

    As plataformas Glassdoor e Catho disponibilizaram quais ofertas de emprego se destacaram durante a pandemia do novo Coronavírus. Enquanto algumas empresas desligam funcionários e cessam contratações, outros setores estão com demanda em alta.

    Por exemplo, as áreas da Saúde, Varejo, Farmácia e Logística. Somente para médico, de acordo com o Glassdoor, foram disponibilizadas mais de 12 mil vagas em todo país!

    Já segundo pesquisa da Catho, apenas em uma semana de março, profissões relacionadas à área da Saúde abriram mais de 3,7 mil vagas. Por sua vez, a área do Varejo (supermercados) chegou a mais de 6 mil chances de emprego.

     

    Mercado tem aumento de demanda mesmo na pandemia do Coronavírus
    Áreas do mercado de trabalho têm aumento de demanda mesmo na
    pandemia do novo Coronavírus (Foto: Divulgação)

     

    A seguir, confira quais empregos estão em alta diante da pandemia, conforme as plataformas de recrutamento:

    Saúde

    • Enfermeiro;
    • Técnico de enfermagem;
    • Médico;
    • Técnico de laboratório;
    • Psicólogo organizacional;

    Administrativo/Operacional

    • Operador de caixa;
    • Repositor de mercadorias;
    • Estoquista;
    • Encarregado de limpeza;
    • Auxiliar de serviços gerais;
    • Operador de telemarketing;

    Segurança do Trabalho

    • Bombeiro Civil;

    Farmácia

    • Auxiliar de farmácia;
    • Farmacêutico;

    Logística/Suprimentos

    • Motorista;
    • Entregador;
    • Motoboy;
    • Assistente de transportes;
    • Assistente de logística;
    • Auxiliar de logística;
    • Líder de logística;
    • Supervisor de logística;

    Manutenção

    • Técnico de equipamentos médicos.

    + Covid-19: 20 profissões com mais vagas abertas durante a pandemia   

    LinkedIn divulga 15 empregos em alta para 2020

    No início do ano, o LinkedIn, rede social voltada para carreiras, divulgou uma lista com 15 empregos em alta no Brasil para 2020. Nomeado como ‘Profissões Emergentes’, o estudo apresenta cargos cuja demanda apresenta grande crescimento.

    De acordo com o relatório, 13 das 15 carreiras estão ligadas as áreas de Tecnologia da informação e Internet. Gestor de redes sociais, por exemplo, ocupa a primeira posição do ranking. Confira a lista completa:

    1. Gestor de mídias sociais;
    2. Engenheiro de cibersegurança;
    3. Representante de vendas;
    4. Especialista em sucesso do cliente;
    5. Cientista de dados;
    6. Engenheiro de dados;
    7. Especialista em Inteligência Artificial (IA);
    8. Desenvolvedor em JavaScript;
    9. Investidor Day Trader;
    10. Motorista;
    11. Consultor de investimentos;
    12. Assistente de mídias sociais;
    13. Desenvolvedor de plataforma Salesforce;
    14. Recrutador especialista em tecnologia da informação;
    15. Coach de metodologia agile.

    + Profissionais da saúde devem continuar em alta no pós-pandemia

    Área de Tecnologia tem demanda crescente

    Segundo pesquisa do PageGroup, empresa de recrutamento, a procura por profissionais de Tecnologia também aumentou durante a pandemia da Covid-19. Como de especialistas em Infraestrutura e Redes.

    Isso porque em companhias, inclusive pequenas empresas, há o desafio de estabelecer uma estrutura de tecnologia forte para lidar com o momento de alta utilização de equipamentos. Sobretudo, pelo crescimento do regime home office (remoto). 

    O trabalho à distância requer mais dos recursos de tecnologia, e, isso faz com que o mercado demande profissionais para lidar com a área.

    A gerente de Tecnologia da Informação da Michael Page e Page Personnel esclareceu que a alta na procura abrange vários setores, desde saúde e e-commerce, até alimentação e outros.

    “Em geral, essas companhias estão de olho em executivos de infraestrutura e redes, para que possam suportar a estrutura de tecnologia em um momento de alta utilização de equipamentos. Em um cenário de missão crítica, a tecnologia passa a ser primordial”, disse, em entrevista ao portal G1.

    Para fazer mais vídeo chamadas, vender online ou usar mais computadores em casa, o mercado exige quem entenda de tecnologia. Portanto, vale a pena buscar vagas e se qualificar nessa área.

  • Sebrae orienta pequenos negócios para reabertura

    Após três meses de distanciamento social, por conta da pandemia do novo Coronavírus, estados e municípios já começam a trabalhar planos de retomada das atividades comerciais e serviços. No entanto, alguns cuidados devem ser mantidos para minimizar os riscos de contágio por Covid-19.

    Pensando nisso, o Sebrae, em parceria com o Ministério da Economia,  preparou um protocolo de orientação para retomada das atividades de pequenos negócios. O objetivo é orientar o retorno dos atendimentos presenciais de forma segura e consciente.

    O protocolo trarão aos donos de micro e pequenas empresas orientações práticas alinhadas às recomendações das autoridades de saúde. De acordo com o Sebrae, a ideia é oferecer aos empreendedores conteúdos em diversos formatos: cartilhas, vídeos, áudios, entre outros.

    Esses materiais vão ajudar os empresários na adaptação de seus negócios às normas recomendadas a medida que for feita a liberação gradual do funcionamento. Foram elaborados 35 documentos para 47 segmentos setoriais. Esses correspondem a 75% dos pequenos negócios do Brasil e são responsáveis por 46% dos empregos gerados no País. 

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    Representantes do Sebrae e do Ministério da Economia falam sobre parceria

    Os protocolos ficarão disponíveis em página específica do Portal Sebrae e catalogados de acordo com o segmento da atividade. A iniciativa foi apresentada pelo Sebrae durante uma coletiva de imprensa online, realizada na terça-feira, dia 9.

    Na ocasião, o presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou a parceria da ação com o Ministério da Economia, por meio da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec).

    “Apresentamos um documento completo com respaldo de diversas entidades dos setores, para atender a uma demanda do governo federal e dos empresários que precisam saber, com clareza, quais orientações devem seguir para a retomada dos seus negócios”, ressaltou.

    O secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, que também participou da conversa, elogiou o trabalho do Sebrae com a prestação de apoio aos donos de pequenos negócios durante a pandemia.

    “Esse trabalho do Sebrae tem o potencial de ajudar milhões de micro e pequenas empresas, com a capilaridade da instituição, com conhecimento sólido e técnico, para que também não se multipliquem milhares de protocolos pelo país”, ressaltou.

     

    Em parceria com Ministério da Economia, Sebrae lança protocolo
    com orientações para pequenos negócios (Foto: Divulgação)

     

    Empresária já conta com orientação do Sebrae na reabertura de suas lojas

    Já o diretor técnico do Sebrae, Bruno Quick, os protocolos de retomada contribuem para que toda a sociedade possa reconhecer que os pequenos negócios estão comprometidos com a segurança e saúde da população.

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    Quick ainda explicou que as micro e pequenas empresas, com orientação do Sebrae, vão disponibilizar um QR Code para os clientes. O recurso possibilitará a checagem das medidas implementadas nos estabelecimentos.

     “A palavra-chave é cuidado. Mais do que orientação, nós estamos buscando instrumentalizar as empresas de como implementar as medidas recomendadas e também possibilitar que os clientes conheçam os protocolos para verificar e reconhecer a pequena empresa que tem o cuidado para a reabertura”, destacou. 

    No Distrito Federal, por exemplo, Edilene Nunes, empresária do ramo do varejo de Moda já retomou as atividades no último dia 18 de maio, após liberação do governo local, mas com cuidados redobrados. A empresária teve a preocupação de realizar a higienização de todas as áreas, objetos e equipamentos das duas lojas que possui.

     “Lavamos tudo com uma solução de água e água sanitária. Quando os clientes chegam nós convidamos todos a higienizarem as mãos com álcool em gel e verificamos a temperatura de todos. Com os provadores estão fechados, nós orientamos a pessoa da melhor maneira possível quanto aos tamanhos”, explicou.

    Edilene disse que, durante a quarentena, manteve o contato com os clientes, por meio das vendas online e não chegou a precisar demitir as duas funcionárias que a ajuda. Agora, a empresária orienta os consumidores a visitar as lojas para efetuar suas compras presencialmente, já contando com o apoio do Sebrae.

    notícias de empregos

    Crédito facilitado aos pequenos negócios deve ser liberado em breve

    Ainda durante a coletiva, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, falou sobre a preocupação do governo em oferecer acesso a crédito às micro e pequenas empresas

    Segundo ele, com o processo de regulamentação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que foi finalizado na semana passada, em breve os donos dos pequenos negócios terão acesso facilitado de crédito nas instituições financeiras. 

    “Já repassamos os recursos por meio do Fundo Garantidor e agora estamos em contato diário com os bancos para que esse dinheiro seja liberado o mais breve possível. Para terem uma ideia, um produto bancário como esse demora em média de seis a oito meses para ser lançado, mas os bancos já estão fazendo as modificações necessárias em seus sistemas”, disse.

    O diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Eduardo Diogo, destacou o empenho do Sebrae em apoiar os empresários durante a crise. O diretor ressaltou os resultados positivos da parceria firmada com a Caixa, por meio do Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).  

    “Já alcançamos a marca de R$ 1 bilhão injetados na veia do caixa dos pequenos negócios, com a celebração de 12.682 contratos, gerando um valor médio de operação em torno de 78 mil.”