Categoria: CONGRESSO EM FOCO

  • CPI das Bets: Eduardo Girão compara vício em apostas à escravidão

    CPI das Bets: Eduardo Girão compara vício em apostas à escravidão

    Em meio à audiência com a influenciadora Virgínia Fonseca para a CPI das Bets, senador Eduardo Girão (Novo-CE) fez uma comparação inusitada. Ao observar a data desta terça (13), dia da Abolição, o parlamentar comparou o vício em apostas à escravisão.

    “Hoje é o dia 13 de maio, o dia da abolição da escravatura. Por que que essa sessão foi marcada hoje? Os brasileiros estão escravizados, com vício. O vício escraviza, e eles estão escravizados”, disse o parlamentar em sua introdução antes de iniciar as perguntas.

    Veja o vídeo:

    Ao final da declaração, Girão disse esperar que a sessão fosse um marco na condução da comissão. “Essa sessão hoje é muito emblemática. Eu espero que seja um divisor de águas, Dr. Hiran (PP-RR), nessa CPI que o senhor está conduzindo”.

  • Governo lamenta morte de Mujica: Um dos mais importantes humanistas

    Governo lamenta morte de Mujica: Um dos mais importantes humanistas

    O Ministério de Relações Exteriores publicou nota oficial, nesta terça-feira (13), sobre a morte do ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica. No documento, o Itamaraty destacou a importância do ex-mandatário na América do Sul e o definiu como “um dos maiores humanistas da nossa época”.

    Presidente Lula e Pepe Mujica

    Presidente Lula e Pepe MujicaReprodução/X @ptbrasil

    “Grande amigo do Brasil, o ex-Presidente Mujica foi um entusiasta do MERCOSUL, da UNASUL e da CELAC, um dos principais artífices da integração da América do Sul e da América Latina e, sobretudo, um dos mais importantes humanistas de nossa época. Seu compromisso com a construção de uma ordem internacional mais justa, democrática e solidária constitui exemplo para todos e todas”, diz trecho da nota.

    O documento também destaca a proximidade entre Lula e Mujica, a quem o presidente do Brasil condecorou com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais alta honraria do país. O governo brasileiro acrescenta que o legado do presidente uruguaio permanecerá vivo guiando “nossa capacidade de construir um mundo melhor para as futuras gerações”.

    O ex-presidente do Uruguai faleceu nesta terça-feira, aos 89 anos, em Montevidéu devido a um câncer de esôfago. Um dos mais proeminentes nomes da esquerda na América Latina, Pepe Mujica foi guerrilheiro e durante sua gestão contribuiu com o avanço de pautas sociais no Uruguai.

    Veja a nota na íntegra:

    O governo brasileiro tomou conhecimento, com profundo pesar, do falecimento na data de hoje do ex-Presidente da República Oriental do Uruguai, José Alberto “Pepe” Mujica, aos 89 anos, em Montevidéu.

    Grande amigo do Brasil, o ex-Presidente Mujica foi um entusiasta do MERCOSUL, da UNASUL e da CELAC, um dos principais artífices da integração da América do Sul e da América Latina e, sobretudo, um dos mais importantes humanistas de nossa época. Seu compromisso com a construção de uma ordem internacional mais justa, democrática e solidária constitui exemplo para todos e todas.

    Em 5 de dezembro do ano passado, durante visita a Montevidéu, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva condecorou “Pepe” Mujica com a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, a mais alta condecoração oferecida pelo Brasil a cidadãos estrangeiros. Na ocasião, o Presidente da República referiu-se ao ex-Presidente Mujica como “a pessoa mais extraordinária” entre os presidentes com quem conviveu.

    O legado de “Pepe” Mujica permanecerá, guiando todas e todos aqueles que genuinamente acreditam na integração de nossa região como caminho incontornável para o desenvolvimento e na nossa capacidade de construir um mundo melhor para as futuras gerações.

    Neste momento de dor, o Governo brasileiro estende à viúva Lucía Topolansky e aos familiares do ex-Presidente, assim como ao governo e ao povo uruguaios, seus mais sentidos pêsames e expressões de solidariedade.

  • Girão e Virgínia batem boca na CPI das bets ao falar de Filipe Luís

    Girão e Virgínia batem boca na CPI das bets ao falar de Filipe Luís

    Durante o depoimento da influenciadora Virgínia Fonseca à CPI das Bets, nesta terça-feira (13), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) protagonizou um embate direto com a convocada. Conhecido por sua posição contrária à legalização das apostas, o parlamentar questionou o impacto do setor sobre a saúde mental da população e cobrou posturas mais firmes de comunicadores.

    A tensão aumentou quando Girão citou o treinador do Flamengo, Filipe Luís, como exemplo de resistência ao sistema. O futebolista havia rejeitado um contrato de divulgação de uma casa de apostas. “Vamos contra essa maré, se todo mundo tá comendo aquilo, a gente vai ter que comer também?”, disse o senador, em crítica à adesão generalizada dos clubes ao patrocínio de casas de apostas.

    Virgínia rebateu.”O salário dele é pago pelo time que é patrocinado”, apontou. Ela também defendeu que o problema é estrutural e a solução deve partir do Senado. “Isso tá em todo lugar, não tem pra onde fugir. […] A solução tem que vir daqui de dentro, aqui de vocês, fazer alguma coisa”, declarou.

    Confira a discussão:

  • STF publica acórdão que anula mandatos com base nas sobras eleitorais

    STF publica acórdão que anula mandatos com base nas sobras eleitorais

    O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta quarta-feira (14) o acórdão da decisão que altera o resultado das eleições proporcionais de 2022. A Corte confirmou que a nova regra para distribuição das sobras eleitorais deve ser aplicada ao pleito passado. Com isso, sete deputados federais perdem o mandato.

    O julgamento foi concluído em março. Com a publicação, a decisão passa a produzir efeitos práticos imediatos. A Justiça Eleitoral terá de refazer a conta das sobras com base em um novo critério: todos os partidos passam a concorrer às vagas remanescentes, mesmo os que não atingiram o mínimo de votos exigido antes.

    Corte derrubou regra que restringia acesso de partidos às últimas vagas na eleição.

    Corte derrubou regra que restringia acesso de partidos às últimas vagas na eleição.Antonio Augusto/SCO/STF

    A norma antiga limitava essa disputa a legendas com ao menos 80% do quociente eleitoral. Para a maioria do STF, essa barreira restringia a representatividade e feria a Constituição. A nova interpretação abre espaço para siglas menores e muda a composição da Câmara.

    A decisão revoga trechos do Código Eleitoral e de uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como o STF não teve número suficiente de votos para limitar os efeitos da mudança ao futuro, a regra foi aplicada de forma retroativa.

    Relatora do caso, a ministra Cármen Lúcia ficou vencida. O voto que prevaleceu foi o do ministro Flávio Dino. Ele considerou que manter os mandatos com base em uma norma inconstitucional seria legitimar uma distorção eleitoral.

    Confira quais são os mandatos afetados:

    Deputados que perderão o mandato:

    Augusto Puppio (MDB-AP)

    Gilvan Máximo (Republicanos-DF)

    Lázaro Botelho (PP-TO)

    Lebrão (União Brasil-RO)

    Professora Goreth (PDT-AP)

    Silvia Waiãpi (PL-AP)

    Sonize Barbosa (PL-AP)

    Deputados que assumirão os mandatos:

    Aline Gurgel (Republicanos-AP)

    Paulo Lemos (PSOL-AP)

    André Abdon (PP-AP)

    Professora Marcivania (PCdoB-AP)

    Tiago Dimas (Podemos-TO)

    Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)

    Rafael Fera (Podemos-RO)

    Veja a íntegra do acórdão:

  • Justiça bloqueia bens de Marcelo Crivella por suspeita de improbidade

    Justiça bloqueia bens de Marcelo Crivella por suspeita de improbidade

    A Justiça do Rio de Janeiro determinou liminarmente o bloqueio de bens do deputado federal e ex-prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos-RJ). A medida atinge também a ex-secretária municipal de Saúde Ana Beatriz Busch Araújo, o ex-subsecretário Ivo Remuszka Junior e empresários ligados a empresas contratadas pela Prefeitura do Rio durante a pandemia de covid-19.

    A decisão, proferida pela 3ª Vara da Fazenda Pública do Rio, limita o bloqueio de bens a R$ 50,5 milhões por réu. No total, a medida atinge nove pessoas físicas e jurídicas. Entre os alvos estão a fornecedora China Meheco Corporation, responsável por contratos para compra de equipamentos hospitalares, e empresas brasileiras apontadas como intermediárias.

    MPRJ aponta direcionamento e pagamento de vantagens indevidas em compras hospitalares.

    MPRJ aponta direcionamento e pagamento de vantagens indevidas em compras hospitalares.Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

    Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), os contratos foram firmados com direcionamento para favorecer a China Meheco, com dispensa de licitação ou concorrência manipulada. Auditoria do Tribunal de Contas do Município (TCM-RJ) estima prejuízo de R$ 68 milhões aos cofres públicos. O valor corresponde à compra de equipamentos acima da demanda, perdas com variação cambial e sobrepreço.

    Na ação, o MPRJ afirma que a empresa Z Fu Consultoria Empresarial, ligada ao empresário Bruno Cavalcanti, firmou acordo com a fornecedora chinesa para receber 11% de comissão sobre os contratos. O pagamento seria, segundo a Promotoria, uma forma de disfarçar vantagem indevida, vinculada à campanha de Crivella em 2016. Cavalcanti também teria atuado na estruturação dos contratos mesmo sem cargo público.

    O órgão requer ainda a condenação dos envolvidos com base nas Leis de Improbidade Administrativa e Anticorrupção, com ressarcimento integral ao erário e reversão dos valores recebidos ilegalmente.

    Em nota, o gabinete de Crivella afirmou que a gestão municipal foi pioneira na aquisição de equipamentos médicos durante a pandemia e que o material foi comprado antes da alta de preços em 2020. A defesa informou aguardar notificação oficial para recorrer da decisão.

  • Ednaldo Rodrigues é afastado da presidência da CBF

    Ednaldo Rodrigues é afastado da presidência da CBF

    O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta quinta-feira (15) o afastamento imediato de Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A decisão anula o acordo que havia garantido sua permanência no cargo e impõe ao vice-presidente Fernando Sarney a tarefa de convocar novas eleições em até 30 dias úteis.

    A medida vem na esteira de suspeitas de fraude envolvendo a assinatura do ex-presidente da CBF, Coronel Nunes, em documento que validou a Assembleia Geral Extraordinária da entidade em 2022. Laudos médicos e uma perícia grafotécnica apontam que Nunes não teria condições de assinar o acordo por sofrer de grave comprometimento cognitivo desde 2018.

    Decisão judicial anula permanência de Ednaldo Rodrigues e manda vice convocar nova eleição.

    Decisão judicial anula permanência de Ednaldo Rodrigues e manda vice convocar nova eleição.Pedro Ladeira/Folhapress

    Na decisão, o desembargador Gabriel de Oliveira Zefiro afirma: “há muito o Coronel Nunes não tem condições de expressar de forma consciente sua vontade. Seus atos são guiados. Não emanam da sua vontade livre e consciente”.

    Com base nesse entendimento, o magistrado concluiu: “declaro nulo o acordo firmado entre as partes, homologado outrora pela Corte Superior, em razão da incapacidade mental e de possível falsificação da assinatura de um dos signatários, Antônio Carlos Nunes de Lima”.

    A anulação do acordo implica na ilegitimidade da atual administração da CBF. A condução do processo eleitoral ficará a cargo de Fernando Sarney, vice-presidente mais antigo da CBF. Ele exercerá interinamente a gestão da CBF até a posse da nova diretoria. A decisão judicial tem efeito imediato e serve como mandado de intimação.

    O caso marca mais um capítulo da crise institucional que atinge a cúpula do futebol brasileiro. Além da investigação judicial, Ednaldo Rodrigues é alvo de denúncias na Comissão de Ética da própria CBF por uso indevido de recursos e possível favorecimento pessoal, incluindo pagamento de despesas familiares com verba da entidade.

    Veja a íntegra da decisão:

  • STF decide se Congresso vai ter que tipificar retenção de salário

    STF decide se Congresso vai ter que tipificar retenção de salário

    O plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) começa nesta sexta-feira (16) o julgamento que pode determinar um prazo para o Congresso legislar sobre retenção salarial. A ação, protocolada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2023, aponta omissão do Legislativo brasileiro por não deliberar sobre o tema.

    Relator do caso, o ministro Dias Toffoli é o primeiro a registrar seu voto no plenário virtual do STF.

    Relator do caso, o ministro Dias Toffoli é o primeiro a registrar seu voto no plenário virtual do STF.Pedro Ladeira/Folhapress

    A Constituição de 1988 estabelece como crime a retenção dolosa do salário, quando um empregador intencionalmente deixa de entregar a um funcionário o pagamento estabelecido em contrato. Mas ainda falta uma lei que tipifique esse crime e estabeleça uma pena aplicável. A PGR afirma que essa lacuna faz com que quem cometa a retenção siga impune criminalmente, o que faz com que o direito ao salário fique sem a proteção que a Constituição estabelece.

    Com base nisso, o pedido requer que isso seja reconhecido como omissão por parte dos legisladores, e que se estabeleça um prazo razoável para que o Congresso aprove uma lei sobre o tema.

    O caso tem a relatoria do ministro Dias Toffoli e está no plenário virtual da Corte, onde será votado pelos 11 ministros do STF. O julgamento começa nesta sexta-feira às 11h e vai até a sexta que vem, à meia noite. Nesse período, cada um dos ministros deve registrar o seu voto no sistema. Se pelo menos seis ministros concordarem a respeito do tema, a Corte forma maioria para confirmar uma decisão.

  • Comissão externa ouvirá Cenipa sobre acidente da Voepass

    Comissão externa ouvirá Cenipa sobre acidente da Voepass

    A Comissão Externa da Câmara dos Deputados, encarregada de acompanhar as investigações do acidente envolvendo a aeronave da Voepass em agosto de 2024, realizará uma audiência pública nesta terça-feira (20). O objetivo é ouvir representantes do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). A audiência, proposta pelos deputados Bruno Ganem (Podemos-SP) e Eliza Virgínia (PP-PB), ocorrerá às 15 horas, no plenário 6.

    A Comissão Externa foi estabelecida na Câmara no ano passado, a pedido do deputado Bruno Ganem, coordenador do colegiado, para acompanhar as investigações. O deputado Padovani (União-PR), relator da comissão, afirmou que o objetivo é apurar as causas do acidente e propor regulamentações para aumentar a segurança no transporte aéreo.

    Avião da Voepass caiu em Vinhedo com 61 pessoas a bordo.

    Avião da Voepass caiu em Vinhedo com 61 pessoas a bordo.
    Bruno Santos/Folhapress

    Em 9 de agosto de 2024, a aeronave da Voepass, que decolou de Cascavel (PR) com destino a São Paulo, caiu em Vinhedo, nas proximidades da capital paulista, vitimando 62 pessoas. Uma das hipóteses investigadas pelo Cenipa é o acúmulo de gelo em partes do avião.

    Em setembro de 2024, o Brigadeiro-do-Ar Marcelo Moreno, chefe do Cenipa, apresentou o relatório preliminar sobre o acidente. O documento indica que não houve comunicação de emergência pela tripulação antes da queda e que o sistema de degelo da aeronave foi acionado três vezes durante o voo.

    Em outubro de 2024, José Luis Felício Filho, presidente da Voepass, informou à comissão que a aeronave havia passado por manutenção na noite anterior ao acidente e estava em perfeitas condições operacionais. Ele também garantiu que os pilotos possuíam treinamento para lidar com situações adversas, incluindo a formação de gelo.

    A procuradora do Trabalho, Luana Leal, declarou aos deputados que a empresa tem “robusto histórico” de descumprimento de direitos trabalhistas. Em março deste ano, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu os voos da empresa por não atender aos requisitos de segurança.

  • Governo recebe frentes por plebiscito de escala 6×1 e reforma do IR

    Governo recebe frentes por plebiscito de escala 6×1 e reforma do IR

    O ministro Márcio Macêdo (Secretaria-Geral) se reúne nesta segunda (19), no Palácio do Planalto, com organizadores de uma proposta de plebiscito sobre o fim da escala de trabalho 61 e sobre a taxação de super-ricos para custear a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil mensais.

    O ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral do Planalto.

    O ministro Márcio Macêdo, da Secretaria-Geral do Planalto.Rafaela Araújo/Folhapress

    O encontro reúne representantes de movimentos como CUT, UNE, CNBB, MST, MTST e partidos como PT, PCdoB e Psol. A mobilização foi inspirada na experiência de 2002 com o plesbiscito feito a respeito da Alca (Área de Livre Comércio entre as Américas), ideia de bloco econômico que reuniria países de todo o continente americano e foi reprovada em votação que reuniu mais de 10 milhões de eleitores.

    A ideia é realizar o plebiscito sobre o tema e entregar os resultados devem aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

    A proposta de jornada de fim da jornada 6×1, já protocolada na Câmara, enfrenta resistência entre parlamentares e empresários. A reforma do Imposto de Renda, por sua vez, tramita na Casa com a relatatoria de Arthur Lira. O texto propõe isentar do imposto quem ganha até R$ 5 mil e aumentar a taxação dos mais ricos para compensar a perda arrecadatória, mas é quase certo que ele deve sofrer modificações no Congresso.

  • INSS passa a exigir biometria para autorizar descontos no consignado

    INSS passa a exigir biometria para autorizar descontos no consignado

    A partir de sexta-feira (23), desbloqueios de benefícios para novos empréstimos consignados só poderão ser realizados com uso de biometria. A autenticação será feita no aplicativo Meu INSS, com validação cruzada em bases de dados do governo federal.

    Validação será feita por biometria no aplicativo Meu INSS a partir de 23 de maio.

    Validação será feita por biometria no aplicativo Meu INSS a partir de 23 de maio.Joédson Alves/Agência Brasil

    A medida, publicada nesta segunda-feira (19), tem como objetivo reforçar a segurança e evitar fraudes no processo de autorização de consignados. A mudança foi determinada pelo presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, e deverá ser implantada pelas diretorias responsáveis nos próximos dias.

    A exigência de biometria ocorre após a revelação do esquema de descontos indevidos aplicados sobre benefícios previdenciários. Segundo o INSS, mais de um milhão de aposentados e pensionistas relataram cobranças não autorizadas feitas por entidades associativas.

    A orientação da autarquia é para que o contato com beneficiários seja feito exclusivamente pelo aplicativo Meu INSS. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 135.