Categoria: SindifiscoPB

  • MANIFESTAÇÃO OFICIAL DA FENAFISCO | Contra a tentativa de intimidação sindical no Estado da Paraíba

    MANIFESTAÇÃO OFICIAL DA FENAFISCO | Contra a tentativa de intimidação sindical no Estado da Paraíba

    A Fenafisco denuncia e repudia, com firmeza, qualquer tentativa de constranger, silenciar ou intimidar a atuação sindical na Paraíba. Não há democracia sem liberdade de organização, nem Estado de Direito quando se tenta enfraquecer a representação legítima dos trabalhadores. Em defesa dos auditores fiscais, da autonomia sindical e das garantias constitucionais, a Federação se posiciona contra qualquer medida autoritária que ataque o direito à mobilização e à luta coletiva.

    Clique Aqui e leia a íntegra da Nota

     

     

  • Nota de Solidariedade do Clube dos Oficiais da PB

    Nota de Solidariedade do Clube dos Oficiais da PB

    A diretoria do Clube dos Oficiais da Polícia e Bombeiros Militares da Paraíba vem prestar irrestrita solidariedade aos membros da diretoria do Sindifisco PB- Sindicato dos Auditores Fiscais do estado da Paraíba – que foram impedidos, inclusive com uso da força física de seguranças, de adentrarem a repartição pública da qual os profissionais fazem parte.

    As cenas gravadas mostram agressividade utilizada para com os membros do Sindicato, inclusive com o ex-presidente da entidade Vitor Hugo, que tanto já fez pela categoria quando estava à frente do Sindifisco PB.

    Lamentamos o tratamento abusivo e desleal com representantes de uma categoria que busca tão somente seus direitos e sua valorização.

    É preocupante o nível de tratamento de quem ocupa cargo público para com toda uma categoria. As imagens que circulam nas redes sociais são extremamente constrangedoras, reveladoras do descaso com o qual esses profissionais são tratados.

    Externamos nossa solidariedade e apoio irrestrito aos colegas, servidores públicos, e nos colocamos à disposição para o que for necessário.

    João Pessoa 18 de março de 2026

    A DIRETORIA CLUBE DOS OFICIAIS DA POLÍCIA E BOMBEIROS MILITARES DA PARAÍBA.

  • Fenafisco leva ao STF propostas de recomposição do teto constitucional e retribuição compensatória

    Fenafisco leva ao STF propostas de recomposição do teto constitucional e retribuição compensatória

    A entidade apontou uma defasagem de 54% no teto remuneratório e defendeu a retribuição por superação de metas e isonomia com magistrados nas regras de percepção dos quinquênios

    A Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) reuniu-se, nesta terça-feira (17), com o secretário-geral do Supremo Tribunal Federal (STF), Roberto Dalledone, para apresentar contribuições técnicas sobre a regulamentação das verbas indenizatórias e a aplicação do teto constitucional no serviço público. Participaram do encontro o presidente da Fenafisco, Francelino Valença, e os diretores Celso Malhani e Severino Costa.

    Durante a reunião, a entidade protocolou um documento com propostas relacionadas às discussões em andamento no STF acerca do cumprimento do teto remuneratório e da regulamentação do artigo 37, §11, da Constituição Federal. Nesse contexto, destacou que o objetivo é contribuir para o aperfeiçoamento do debate institucional, considerando os impactos das eventuais mudanças sobre a administração tributária e o funcionamento do Estado.

    Entre os principais pontos apresentados está a defesa da recomposição do teto constitucional, atualmente vinculado ao subsídio dos ministros do STF. Segundo a Fenafisco, o valor acumulou uma defasagem estimada em cerca de 54% em relação à inflação desde 2006, o que, na avaliação da federação, provocou perdas no poder de compra dos servidores e incentivou a adoção de mecanismos compensatórios indiretos ao longo dos anos.

    A entidade também defendeu o reconhecimento e a retribuição de atividades exercidas de forma cumulativa por auditores e fiscais tributários, como o acúmulo de funções, processos e responsabilidades administrativas. De acordo com a federação, essa situação ocorre com frequência, especialmente em razão da falta de reposição de servidores e do aumento da complexidade das atividades fiscais.

    Na mesma linha, foi ressaltada a importância de mecanismos de incentivo à produtividade, com a possibilidade de pagamento de gratificações vinculadas ao cumprimento de metas de arrecadação superiores ao previsto. Para a Fenafisco, esse modelo pode estimular a eficiência administrativa e fortalecer a capacidade de financiamento das políticas públicas.

    Ainda no conjunto de propostas, a federação defendeu o restabelecimento dos adicionais por tempo de serviço, os quinquênios, ao menos para as carreiras da administração tributária. A sugestão é a adoção de regras semelhantes às aplicadas à magistratura e ao Ministério Público, como forma de promover maior isonomia entre carreiras consideradas essenciais ao funcionamento do Estado.

    Por fim, a Fenafisco ressaltou a importância de que eventuais mudanças na regulamentação das verbas indenizatórias considerem regras de transição, a fim de evitar reduções abruptas na remuneração e possíveis impactos na estabilidade das relações funcionais e na prestação dos serviços públicos.

     

    Fenafisco

  • Auditores Fiscais em luta: mobilização na SEFAZ-PB

    Auditores Fiscais em luta: mobilização na SEFAZ-PB

    Os auditores fiscais da Paraíba realizaram uma importante mobilização em frente à sede da SEFAZ-PB, em João Pessoa nesta terça-feira (17/3). A ação faz parte do cronograma aprovado em Assembleia e marca o início das paralisações do mês de março.

    Registro em vídeos mostra um momento grave: durante o ato, houve tentativa de impedir o acesso dos auditores às dependências da Secretaria, uma situação que gerou indignação e reforçou ainda mais a união da categoria.

    “Esse espaço também é nosso. A mobilização é legítima e necessária para garantir respeito e valorização. Sem luta, não há avanço.”

    A mobilização é pacífica e tem um objetivo claro: cobrar o cumprimento do acordo firmado com o Governo do Estado, que até o momento não foi integralmente respeitado.

    O Sindifisco-PB segue firme, aberto ao diálogo, mas determinado na defesa dos direitos da categoria.

    Respeito se cumpre. Acordo se honra.

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  • Paralisação do Fisco Estadual em todo o Estado

    Paralisação do Fisco Estadual em todo o Estado

    Auditores e auditoras fiscais realizam, terça-feira (17/03), paralisação das atividades de fiscalização. O movimento acontece em todo o estadual, e é um momento importante de mobilização e união da categoria, conforme deliberado e aprovado em Assembleia.

    A ação ocorre diante do descumprimento do acordo firmado entre o Sindifisco-PB e a Secretaria de Estado da Fazenda. O sindicato reforça que permanece aberto ao diálogo, mas destaca que a mobilização é consequência direta do não cumprimento dos compromissos assumidos pelo Governo do Estado.

  • Diretoria do Sindifisco-PB promove reunião de mobilização em Guarabira

    Diretoria do Sindifisco-PB promove reunião de mobilização em Guarabira

    Auditores Fiscais da Paraíba se reuniram nesta terça-feira (11) em um encontro marcado por união, diálogo e fortalecimento do movimento, diante do atual cenário enfrentado pela categoria.

    O ato de mobilização contou com a participação da presidente do Sindifisco-PB, Helena Medeiros, e do diretor jurídico Lauro Lima, que reforçaram a importância da participação dos auditores, além de destacarem a necessidade de dar   continuidade as ações em defesa do respeito, da valorização profissional e do cumprimento dos compromissos firmados.

    A mobilização segue fortalecendo a luta da categoria em todo o estado. ?

    Conforme o calendário de mobilização aprovado em assembleia geral, haverá reunião com o mesmo tema em Campina Grande (12/3), além de paralisações dos auditores fiscais nos próximos dias 17 e 25/3.

  • Auditores Fiscais da Paraíba deflagram estado permanente de mobilização

    Auditores Fiscais da Paraíba deflagram estado permanente de mobilização

    Os Auditores Fiscais da Paraíba aprovaram, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada nesta terça-feira (4), a deflagração de estado permanente de mobilização com cronograma de ações da categoria para o mês de março.

    A decisão foi tomada em razão do descumprimento de acordo firmado entre o Sindicato dos Auditores Fiscais da Paraíba (Sindifisco-PB) e o secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano.

    Diante desse cenário, o grupo de auditores aprovou a intensificação do movimento e o seguinte cronograma de ações:

    * 11/03 – Evento de mobilização em Guarabira (#SindifiscoMobiliza);

    * 12/03 – Evento de mobilização em Campina Grande (#SindifiscoMobiliza);

    * 17/03 – 1ª Paralisação da Categoria (#ParaSefaz);

    * 25/03 – 2ª Paralisação da Categoria (#ParaSefaz);

    * 31/03 – Assembleia Geral para avaliação do movimento.

    “A mobilização é um instrumento legítimo para garantir respeito e valorização. A categoria segue unida, resiliente e vamos continuar lutando”, afirmou a presidente do Sindifisco-PB, Helena Medeiros.

    O Sindifisco-PB reforça que permanece aberto ao diálogo, mas destaca que a mobilização é resultado direto do descumprimento de compromissos assumidos formalmente pelo Governo do Estado.

     

    SOBRE O ACORDO

    O acordo foi construído ao longo de meses de negociação e aprovado pela categoria em AGE realizada no dia 23 de dezembro de 2025.

    No entanto, após o anúncio de reajuste geral dos servidores estaduais pelo governador João Azevêdo e a publicação da Medida Provisória nº 355/2026, os pontos pactuados com os Auditores Fiscais não foram integralmente cumpridos.

    Entre os compromissos assumidos estavam:

    * Incremento de 10% na remuneração dos Auditores Fiscais;

    * Redução do interstício para progressão horizontal na carreira de cinco para três anos, diminuindo o tempo total de progressão de 30 para 20 anos;

    * Reintegração da participação do Sindifisco-PB no Plano Diretor de Recursos Humanos (PDRH).

    Durante as negociações, foi informado à categoria que não haveria reajuste geral para os servidores públicos estaduais, o que fundamentou a aceitação da proposta apresentada pelo Governo.

    Com o posterior anúncio de reajuste linear, os Auditores Fiscais entendem que houve quebra de confiança, já que apenas parte do que foi acordado foi efetivamente atendida.

  • Convocação: Assembleia Extraordinária de indicativo de greve

    Convocação: Assembleia Extraordinária de indicativo de greve

    Diante do descumprimento do acordo firmado pelo Governo do Estado com o Sindifisco-PB, que gerou forte indignação na categoria, o sindicato convoca todos os filiados para participar da Assembleia Geral Extraordinária. ??

    A categoria, que sempre defendeu o diálogo e o respeito nas negociações, se reúne para discutir os próximos encaminhamentos diante desse cenário.

    Quarta-feira (04/03)

    17h

    Sede do Sindifisco-PB e Google Meet

    Pauta: Indicativo de greve.

    A participação de todos é fundamental neste momento de união e mobilização da categoria.

  • Auditores e auditoras fiscais realizaram Ato Público Sefaz-PB

    Auditores e auditoras fiscais realizaram Ato Público Sefaz-PB

    Os Auditores Fiscais da Paraíba realizaram Ato Público em frente à nova sede da Secretaria da Fazenda (Sefaz-PB), nesta quarta-feira (25/2). O protesto foi uma resposta da categoria fiscal ao descumprimento, por parte do Governo, do acordo firmado com a categoria. ??

    A presença dos Auditores demonstra união, consciência coletiva e firmeza na defesa do respeito aos acordos, da valorização da carreira e da credibilidade no processo de negociação. ????

    O movimento segue fortalecido e atento aos próximos encaminhamentos aprovados em Assembleia.

    A categoria fiscal voltará a se reunir no próximo dia 4/3, dessa vez em assembleia extraordinária, que tem como pauta indicativo de greve.

    Unidos, seguimos na luta. ?

  • Sindicatos travam a Reforma Administrativa, que perde fôlego em 2026

    Sindicatos travam a Reforma Administrativa, que perde fôlego em 2026

    A Reforma Administrativa, nos moldes propostos na PEC 38/2025, enfrenta resistência crescente e não deve avançar em 2026. A avaliação foi feita pelo deputado federal Pedro Paulo, relator do grupo de trabalho na Câmara dos Deputados, em entrevista ao Jornal de Brasília, em 18 de fevereiro de 2026.

    O parlamentar foi direto ao reconhecer que o governo não demonstra disposição para enfrentar a reação das entidades sindicais. Segundo ele, as chances de o Executivo capitanear a proposta são mínimas, já que não haveria interesse em comprar uma briga com os sindicalistas contrários à reforma. Chegou a afirmar que a própria natureza sindical do núcleo político do governo dificulta o avanço de mudanças mais profundas no serviço público.

    A declaração é reveladora. Ela evidencia que a mobilização sindical deixou de ser apenas um fator de pressão externa e passou a ser elemento estruturante do ambiente político. O debate sobre a Reforma Administrativa não ocorre mais em terreno neutro — ele está condicionado pela capacidade de organização das entidades representativas.

    No dia 20 de outubro, a Marcha Nacional Unificada dos Serviços Públicos contra a Reforma Administrativa reuniu, na Esplanada dos Ministérios, representantes das três esferas da Federação. A mobilização consolidou uma frente ampla em defesa do serviço público e da institucionalidade do Estado brasileiro. A Fenafisco participou ativamente da organização e condução do ato, ao lado de seus sindicatos filiados e de diversas entidades nacionais. O movimento deixou claro que há resistência organizada, técnica e politicamente articulada à PEC 38/2025.

    Os efeitos são mensuráveis. Após a intensificação da mobilização e do diálogo institucional com parlamentares, 36 deputados federais protocolaram requerimentos de retirada de assinatura da proposta, alterando significativamente o ambiente político da matéria. A retirada sucessiva de apoios formais demonstra que a pressão democrática tem impacto real nas decisões do Parlamento.

    Não se trata de defesa corporativa. A PEC 38/2025 propõe mudanças que atingem o núcleo da Administração Pública, ao flexibilizar concursos, relativizar garantias e abrir espaço para vínculos precários. Medidas dessa natureza fragilizam carreiras típicas de Estado e comprometem a continuidade dos serviços essenciais.

    No caso da Administração Tributária, a preocupação é ainda mais evidente. Trata-se de função permanente e essencial ao funcionamento do Estado. Sem estrutura estável e profissionalizada, compromete-se a arrecadação e, consequentemente, o financiamento das políticas públicas.

    Para o diretor de Assuntos Parlamentares e Relações Institucionais da Fenafisco, Celso Malhani, a atuação sindical não se opõe à modernização das relações de trabalho no serviço público brasileiro, mas estabelece um limite democrático a iniciativas que, sob o rótulo de reforma, possam fragilizar a estrutura de prestação dos serviços públicos.

    “A própria manifestação do relator, ao reconhecer que o governo evita o confronto com os sindicatos, demonstra o peso político da mobilização organizada. Embora o cenário eleitoral reduza as chances de avanço em 2026, a vigilância institucional deve ser permanente. Propostas dessa natureza podem ser reformuladas e reapresentadas sob novas roupagens, exigindo atenção constante da sociedade, do serviço público e, de suas entidades representativas”, afirma Malhani.

    A Fenafisco seguirá atuando no Congresso Nacional, em articulação com suas entidades filiadas e com parlamentares comprometidos com o serviço público, para impedir retrocessos e fortalecer o Estado brasileiro.

     

    Fenafisco