Categoria: SindifiscoPB

  • Precatórios: Sindifisco-PB convoca AGE para discutir adesão ao Acordo

    Precatórios: Sindifisco-PB convoca AGE para discutir adesão ao Acordo

    Em assembleia geral, que será realizada nesta quinta-feira (19/2), a categoria fiscal vai discutir e deliberar sobre a autorização para que o Sindifisco-PB possa requerer adesão ao Acordo Direto de Precatórios com o Estado da Paraíba. A autorização é necessária por conta do deságio previsto no Edital (n° 01, TJPB, de 23/01/2026).

    Quando da expedição dos precatórios, houve destaque de parte dos honorários advocatícios em favor do sindicato, nas ações em que atuou como substituto processual, conforme o disposto no art. 47, IX, do nosso Estatuto.

    Com a autorização da AGE, o sindicato poderá requerer Adesão ao Acordo, sem com isso acarretar qualquer alteração nos valores devidos aos filiados-credores.

    Caso o(a) colega não tenha aderido ao Acordo e queira fazê-lo, o Sindifisco-PB está disponibilizando o setor jurídico para orientação e auxílio no envio do requerimento da adesão.

    A AGE acontece às 16h30, em formato híbrido, presencial na sede do Sindifisco-PB ou pela plataforma Google Meet.

  • Decisão do STF gera insegurança jurídica e pode paralisar serviços públicos

    Decisão do STF gera insegurança jurídica e pode paralisar serviços públicos

    Na tarde desta quarta-feira (11), a Central Pública do Servidor e a Fenafisco se reuniram com dirigentes da Associação dos Magistrados do Brasil – AMB – para discutirem estratégias de atuação contra Decisão do Ministro Flávio Dino que determinou a suspensão, a partir de 60 dias, de verbas salariais, remuneratórias e indenizatórias, não previstas em lei.

    O presidente da Fenafisco, Francelino Valença, destacou a preocupação com a Decisão e enfatizou que seu alcance pode atingir centenas de milhares de servidores. “É uma Decisão que busca moralizar a percepção de verbas salariais dos servidores públicos, e nesse sentido é meritória, contudo compreendemos que valores recebidos a partir de atos normativos autorizados por lei devem ser preservados pelo princípio da segurança jurídica”, reforça o Valença.

    A Decisão do Ministro Flávio Dino se deu em Embargo de Declaração na Reclamação 88.319, São Paulo, num litígio com a Associação dos Procuradores Municiais de Praia Grande. Na oportunidade o Ministro determina a intimação dos chefes de poderes Federal, Câmara dos Deputados e Senado Federal para regulamentarem sobre as verbas indenizatórias que podem ser admissíveis como exceção ao teto constitucional.

    O ponto controverso, e que gera instabilidade para os servidores públicos, na visão dos dirigentes presentes, é a determinação para no prazo de 60 dias os Poderes e os dirigentes máximos dos órgãos constitucionais autônomos editarem e publicarem ato motivado, discriminando cada verba remuneratória, indenizatória ou auxílio, o seu valor, o respectivo critério de cálculo e o fundamento legal específico (número da Lei e qual o dispositivo de regência).

    Pela Decisão do Ministro, “Aquelas verbas que não foram expressamente previstas em Lei — votada no Congresso Nacional ou nas Assembleias Legislativas ou nas Câmaras Municipais (de acordo com cada esfera de competência) — devem ser imediatamente suspensas após o prazo fixado”.

    Wanderci Polaquini, 2º Vice-presidente da Pública , enfatiza que a Decisão alcançará centenas de milhares de servidores públicos de todo o Brasil, nas esferas federal, estadual e municipal. “Qualquer verba salarial e indenizatória cujo valor não esteja prevista em lei, numa primeira leitura, deverá ser suspensa no mês de abril; as leis que instituíram a verba também deram poder a atos normativos infralegais definirem o seu valor e tudo transcorreu nos últimos vinte, trinta anos nessa linha, mudar o jogo de repente e dar 60 dias para resolver é criar um caos na administração pública”, reflete Polaquini.

    O vice-presidente da Fenafisco, Pedro Lopes, que foi Secretário da Administração do RN até 2025, aponta que a segurança pública do Estado pode ser atingida. “Auxílios como alimentação e fardamento estão previstos em lei e a norma autoriza o Executivo regulamentar e estabelecer os valores; assim foi feito com toda boa fé, seguindo a orientação legal, mas a partir dessa Decisão do Ministro em abril as verbas serão suspensas se não validadas na Assembleia legislativa; a reação das categorias tende a não ser pacífica e podemos ter um problema na área, com prejuízo para toda população do RN”, elenca um caso concreto o dirigente.

    O encaminhamento no encontro foi no sentido de ingresso pelas entidades de amicus curiae para discutir a matéria no STF, cujo julgamento em Plenário está previsto para o dia 25 de fevereiro. A presidente da AMB, a juíza Vanessa Ribeiro Mateus, enfatiza que é necessário o Supremo ter conhecimento do alcance do problema que pode ser ocasionado a partir dessa Decisão do Ministro Flávio Dino, e por isso compreende ser necessária a participação de todas as categorias de servidores do Brasil nesta ação.

    Participaram do encontro Vanessa Mateus, presidente da AMB; Carlos Alberto, vice-presidente de Gestão e Prerrogativas; Frederico Mendes, ex-presidente da AMB; Tiago Souza, secretário-geral; e Hercy Alencar, diretor-geral da Diretoria de Prerrogativas.

    Pela Fenafisco, participaram Francelino Valença, presidente; Pedro Lopes, vice-presidente; e Wanderci Polaquini, diretor de Aposentados e Pensionistas da Fenafisco e 2º vice-presidente da Pública – Central do Servidor. Pela Pública – Central do Servidor, participou o presidente José Gozze.

     

    Fenafisco

  • Filiados do sertão do Estado receberam serviços jurídicos 

    Filiados do sertão do Estado receberam serviços jurídicos 

    A diretoria finalizou as visitas ao sertão da Paraíba, nessa terça-feira (10/2), com o atendimento aos filiados em Patos. Essa iniciativa teve como meta oferecer suporte jurídico aos colaboradores, com ênfase na adesão ao Acordo de Precatórios do edital que foi recentemente divulgado pelo TJPB.
     
    No total, o departamento jurídico prestou 51 atendimentos, dos quais trinta e um foram para solicitações de adesão ao Acordo, enquanto os restantes foram direcionados a oferecer orientações aos colegas sobre questões jurídicas e administrativas.
     
    No dia anterior, os diretores Lauro Lima (área jurídica) e Raniere Pires (financeiro e patrimônio adjunto) e o advogado Daniel Ramalho estiveram na cidade de Cajazeiras, onde prestaram atendimento a 41 colegas.
     
    O serviço de apoio para adesão ao Acordo estará funcionando na sede do Sindicato e na sucursal, até o dia 2 de março.

  • Sindifisco-PB promove atendimento jurídico no Sertão do Estado

    Sindifisco-PB promove atendimento jurídico no Sertão do Estado

    O setor jurídico do Sindifisco-PB prestou atendimento, nesta segunda-feira (9/2), a cerca de 40 filiados de Cajazeiras, Sousa e cidades circunvizinhas, que procuraram o Sindicato para requer adesão ao Acordo de Precatórios, conforme definido no novo Edital divulgado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, TJPB.

    Uma estrutura de atendimento foi estabelecida na cidade de Cajazeiras, proporcionando aos colegas da 5ª Gerência mais conforto, incluindo a rapidez na obtenção de determinados documentos exigidos pelo Edital.

    Participaram do atendimento, os diretores do sindicato, Lauro Lima (jurídico) e Raniere Pires (financeiro e patrimônio), e o advogado Daniel Ramalho, ajudando os filiados e esclarecendo questões relacionadas a outras necessidades jurídicas e administrativas relevantes para a categoria.

    Dentre os cerca de 40 colegas atendidos, merece menção especial o auditor fiscal aposentado, Severino Pires das Neves, que demonstrou uma impressionante saúde e energia aos 103 anos de idade.

    De acordo com o calendário de atendimento no sertão, o setor jurídico estará na Coletoria de Patos, nesta terça-feira, a partir das 8h30, e encerrando os serviços às 12h.

  • RÉPLICA À “RESPOSTA A NOTA DE REPÚDIO PUBLICIZADA PELO SINDIFISCO/PB PELA SEFAZ/PB*

    RÉPLICA À “RESPOSTA A NOTA DE REPÚDIO PUBLICIZADA PELO SINDIFISCO/PB PELA SEFAZ/PB*

    O SINDIFISCO/PB, na condição de entidade representativa da categoria dos Auditores Fiscais Tributários do Estado da Paraíba, vem, de forma respeitosa, apresentar réplica à resposta divulgada pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ/PB) à Nota de Repúdio anteriormente publicada por este sindicato, esclarecendo à sociedade e à própria categoria os pontos que motivaram a manifestação sindical.

    A Nota de Repúdio expressou, de maneira legítima, o sentimento coletivo da categoria fiscal diante do anúncio do reajuste destinado aos servidores públicos estaduais, bem como da forma como esse processo foi conduzido. A manifestação não teve o propósito de negar o que foi conquistado, mas de registrar a insatisfação generalizada dos auditores fiscais com o resultado final, considerado insuficiente e aquém do que foi proposto, debatido e aprovado em assembleia da categoria.

    Na resposta divulgada, a SEFAZ/PB apresenta um rol de medidas como se todas decorressem diretamente da pauta específica negociada com a categoria fiscal no contexto recente. Todavia, dentre os pontos constantes da proposta apresentada formalmente pelo SINDIFISCO/PB para esta rodada de negociações, o único efetivamente atendido foi a redução do interstício das progressões horizontais de cinco para três anos. As demais medidas mencionadas pela SEFAZ/PB, ainda que possam ter impacto na carreira, não correspondem ao conjunto de reivindicações discutidas como condição para superação des perdas históricas e para restruturação adequada do PCCR da categoria.

    Conforme reconhecido pela própria SEFAZ/PB, foi acordado em reuniões com o secretário de Estado da Fazenda que seria assegurado à categoria fiscal um reajuste de 10%, tendo em vista, à época, a incerteza manifestada pelo próprio gestor quanto à concessão de reajuste linear a todos os servidores, cogitando-se a adoção de reajustes específicos para algumas carreiras. A categoria aceitou esse percentual em um contexto de excepcionalidade e diante da perspectiva de tratamento diferenciado, compatível com a responsabilidade e a contribuição direta dos auditores fiscais para a arrecadação estadual. Entretanto, quando o reajuste linear foi posteriormente anunciado para o conjunto do funcionalismo, o índice de 10% deixou de representar uma política específica, transformando-se, na prática, em mera equiparação ao reajuste amplo, sem que refletisse a longa negociação realizada com a categoria.

    Na peça de resposta, a SEFAZ/PB elenca percentuais de reajustes acumulados e menciona valores absolutos de remuneração, apresentando-os como prova de supostos “ganhos reais” expressivos e de um poder aquisitivo “nunca tido anteriormente”. A categoria, contudo, não reconhece tais números como ganho real, uma vez que, desde 2011, início da gestão do secretário, o que ocorreu foram apenas reposições parciais de perdas salariais acumuladas ao longo dos vários anos, decorrentes da inflação e da corrosão do poder de compra. As reposições parciais não podem ser interpretadas, de forma honesta, como valorização substancial, mas sim como tentativa de recompor, em parte, o que já havia sido perdido. Ademais, a categoria fiscal da Paraíba permanece ocupando as últimas posições no ranking de remuneração dos fiscos estaduais, ainda distante da remuneração média. 

    No tocante aos auditores fiscais aposentados, a SEFAZ/PB menciona a extensão da incorporação da Bolsa de Desempenho Fiscal ao Vencimento Variável, em 100%, como se se tratasse de aumento remuneratório ou de benefício novo concedido à categoria. É necessário esclarecer que, para os aposentados, não se pode confundir correção de erro ou de injustiça pretérita com reajuste salarial. A categoria sofreu, em determinado momento, quebra da paridade assegurada constitucionalmente entre ativos e inativos, situação apenas restabelecida com a transformação da Bolsa Desempenho – verba classificada como de natureza indenizatória – em rendimento variável, de caráter remuneratório, implantado ao longo de três anos. O que houve, portanto, foi o restabelecimento gradual de um direito que deixou de ser cumprido, e não uma vantagem adicional que justificasse o discurso de ampla valorização da carreira.

    A resposta da SEFAZ/PB afirma que, entre 2019 e 2025, os auditores ativos teriam obtido reajuste de 87% e os inativos, de 98%, frente a uma inflação de 38,32% no período, concluindo que teria havido um “ganho real de mais de 50%”. Esse recorte, entretanto, desconsidera as perdas acumuladas em períodos anteriores, bem como a trajetória histórica da remuneração da categoria e das demais carreiras de Estado. Sob a ótica da categoria, não houve qualquer ganho real consolidado da remuneração, mas sim reposições parciais que, mesmo no intervalo citado, não compensam integralmente a defasagem acumulada desde 2011, tampouco acompanham o aumento das responsabilidades, da complexidade das atribuições e das metas de arrecadação impostas aos auditores fiscais.

    Diante de todo o exposto, o SINDIFISCO/PB reafirma que a Nota de Repúdio não foi insensata, mas expressão legítima do descontentamento da categoria diante da frustração de expectativas criadas no processo de negociação e do entendimento de que o acordo, na sua integralidade, não foi cumprido sob a perspectiva da recomposição justa das perdas.

    A entidade sindical permanece aberta ao diálogo institucional, sempre pautado na transparência e na verdade, mas ressalta que transparência e verdade exigem, igualmente, o reconhecimento de que as medidas apresentadas como grandes conquistas representam, em essência, apenas passos parciais na correção de distorções históricas e não configuram, ainda, a efetiva valorização da carreira fiscal que a sociedade paraibana merece e que o Estado da Paraíba necessita para o fortalecimento de sua justiça fiscal.

    SINDICATO DOS INTEGRANTES DO GRUPO OCUPACIONAL FISCO DO ESTADO DA PARAÍBA – SINDIFISCO/PB

  • Nota de Repúdio | Auditores Fiscais PB

    Nota de Repúdio | Auditores Fiscais PB

    A categoria fiscal manifesta repúdio e indignação diante do anúncio feito pelo governador João Azevêdo sobre o reajuste dos servidores estaduais. Mais uma vez, os Auditores Fiscais foram ignorados.

    A ausência de qualquer menção à categoria no programa Conversa com o Governador já sinalizava o problema. A confirmação veio com a publicação da MP nº 355/2026, que simplesmente exclui o percentual de 10% acordado com o FISCO.

    Após meses de tratativas e rodadas de negociação com o Secretário da Fazenda, Marialvo Laureano, o Governo descumpre o acordo político firmado, baseado na proposta apresentada em outubro. Do que foi pactuado, apenas um dos dois pontos foi atendido, deixando de fora o reajuste salarial prometido à categoria fiscal.

    Diante disso, fica a pergunta que não quer calar: foi esquecimento ou a clara quebra de um acordo firmado com a categoria?

    O FISCO não aceita desrespeito.

    A resposta será coletiva, firme e organizada.

  • Jurídico do Sindifisco-PB prestará assistência para adesão de pagamento de precatório

    Jurídico do Sindifisco-PB prestará assistência para adesão de pagamento de precatório

    A diretoria do Sindifisco-PB prestará assistência jurídica aos filiados que pretendem aderir ao Acordo Direto de Pagamento de Precatório, conforme recente edital publicado pelo TJPB.

    Para facilitar o atendimento, foi estabelecido um calendário com os dias e horários específicos.

    João Pessoa

    De 2/2 a 2/3

    8h às 12h e das 14h às 17h

    Sede do Sindifisco-PB

    Campina Grande

    De 2/2 a 2/3

    14h às 17h

    Sucursal do Sindicato

    Cajazeiras:

    Dia 9/2, das 8h às 15h

    Coletoria

    Patos:

    Dia 10/2, das 8h às 15h

    Coletoria

    O filiado deve comparecer a um dos locais de atendimento, levando cópias dos documentos, conforme estabelecido no edital:

    – RG e CPF

    – Portaria de aposentadoria, se aposentado

    – Comprovante de deferimento de isenção de imposto de renda, se tiver

  • NOTA DE ESCLARECIMENTO À CATEGORIA

    NOTA DE ESCLARECIMENTO À CATEGORIA

    NOTA DE ESCLARECIMENTO À CATEGORIA

    (Auditores Fiscais da Ativa, Aposentados e Pensionistas com direito à paridade)

    O SINDIFISCO-PB esclarece pontos relevantes relacionados à remuneração do mês de janeiro de 2026 dos Auditores Fiscais, ativos e aposentados, e Pensionistas com direito à paridade e que estão na pauta de reivindicações do Sindicato junto ao Governo do Estado.

    1. Aposentados e pensionistas com direito à paridade

    A Secretaria de Administração não implantou a última parcela do vencimento variável. Em razão do erro, todos os Auditores Fiscais aposentados e Pensionistas com direito à paridade não tiveram, no contracheque do mês de janeiro de 2026, a devida implantação do valor, apesar do direito à paridade.

    2. Reposicionamento funcional (Progressão Horizontal)

    Todos os Auditores Fiscais ativos que passaram por mudança de nível na carreira, tiveram o valor da verba “diferença de vantagens” calculado equivocadamente, com base na remuneração do nível funcional que ocupava anteriormente, o que ocasionou em valor menor do que o devido para janeiro de 2026. 

    Após diálogo com o secretário executivo, Bruno Frade, ele assumiu o compromisso de implantar as diferenças apuradas no pagamento do próximo mês, com efeitos retroativos a janeiro.

    O SINDIFISCO-PB oficiou aos secretários da Fazenda e da Administração para que seja garantida a implantação retroativa das diferenças, de forma que não haja NENHUMA PERDA nos valores a receber.

    SINDIFISCO-PB

    Em defesa do Fisco, da categoria e do serviço público de qualidade.

  • PRECATÓRIO: publicado Edital de Acordo Direto

    PRECATÓRIO: publicado Edital de Acordo Direto

    Foi publicado no Diário da Justiça desta terça-feira (27/01), o edital de acordo direto com o Estado da Paraíba para pagamento de precatório, com deságio de 40% sobre o valor atualizado.

    O pedido deve ser protocolado a partir do próximo dia 2/2 e vai até o dia 6 de março, pelo site da PGE-PB, com o formulário do Anexo I e documentação exigida (identificação, dados bancários, procuração, e documentos de sucessão/cessão, se for o caso).

    As propostas serão classificadas pelo TJPB, conforme ordem cronológica e critérios de prioridade/superpreferência.

    O acordo produz efeitos somente após a homologação do pedido.

    O Sindifisco-PB prestará assistência a todos os filiados em dia com as suas obrigações estatutárias.

    Documentação necessária:

    – Requerimento preenchido e assinado (Será disponibilizado no sindicato);

    – RG e CPF;

    – Portaria de aposentadoria (se aposentado);

    – Deferimento de isenção de imposto de renda (laudo médico ou decisão judicial);

    – Declaração de RRA (será preenchida e assinada no sindicato).

  • Sindifisco-PB comemora dia do aposentado com homenagens

    Sindifisco-PB comemora dia do aposentado com homenagens

    A diretoria do Sindifisco-PB celebrou o Dia do Aposentado reunindo auditoras e auditores fiscais aposentados, na Maison Blu’nelle, nesta segunda-feira (26/1). O evento foi marcado por reencontros, homenagens e reconhecimento ao legado de dedicação e aos ensinamentos deixados por esses colegas, que seguirão inspirando as novas gerações do Fisco paraibano.

    Em nome da diretoria do Sindicato, a presidente Helena Medeiros agradeceu as presenças e destacou a importância histórica dos aposentados, enfatizando que o profissionalismo e o cuidado com o trabalho desempenhado ao longo dos anos foram fundamentais para consolidar o Fisco da Paraíba.

    Os colegas recém-aposentados foram agraciados com o recebimento de uma placa comemorativa, totalizando 32 homenageados, que receberam a comenda das mãos dos diretores do Sindicato. “Os aposentados sempre serão valorizados em nossa gestão”, afirmou Helena.

    Ainda durante a solenidade, foi exibido um vídeo que integra a campanha de valorização do Fisco, além do show de Stand up do humorista e ator paraibano, Márcio Tadeu, que proporcionou mais um momento de interação aos participantes.

    Oficialmente, o Dia do Aposentado é comemorado em 24 de janeiro.