Categoria: SindifiscoPB

  • Fatiamento de reforma da renda ameaça promessa de justiça tributária

    Fatiamento de reforma da renda ameaça promessa de justiça tributária

    Medidas atropeladas não podem justificar ações meramente arrecadatórias que só trarão ainda mais distorções ao sistema

    O protocolo do PL 1087/2025 trata de parte da reforma tributária da renda, o projeto visa trazer justiça fiscal concedendo isenção do IRPF para quem ganha até R$ 5.000 e reduções de alíquota para quem ganha até R$ 7.000. Em compensação, ocorre a taxação dos denominados “super-ricos”, pessoas que ganham acima de R$ 600 mil no ano.

    É fato que as alíquotas de IRPF no Brasil são injustas e estão desatualizadas. Em relação ao imposto de renda da pessoa física, não há dúvida da necessidade de estabelecer justiça fiscal, há tempos que a isenção do IRPF não acompanha a realidade e a economia brasileira, no entanto, o ponto que merece destaque é o momento de aprovação, o governo vive um momento de urgente necessidade de corte de gastos para conter o déficit fiscal.

    Alíquotas com 75% de desconto para salários de R$ 5.500 até 6.000;

    Alíquotas com 50% de desconto para salários de R$ 6.000 até R$ 6.500;

    Alíquotas com a 25% de desconto para salários de R$ 6.500 até 7.000;

    A proposta é um grande acerto para alcançar justiça tributária no que tange o IRPF, porém vale reiterar que talvez não seja o melhor momento para essa aprovação, essa medida política na véspera de ano eleitoral, pode trazer votos, mas pode custar caro a economia brasileira posteriormente caso seja aprovada com medidas compensatórias ineficazes.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, recentemente concedeu entrevista ao canal Band News na qual relatou ser impossível aprovar a isenção do IRPF e não aprovar a tributação dos “super-ricos”, porém a medida traz um grande risco ao sistema tributário da renda, causando fuga de investimentos e injustiça tributária, caso seja aprovado dessa forma.

    As alíquotas determinadas na tributação dos valores maiores de R$ 50 mil mensais começarão em:

    (Renda anual: R$ 650 mil) – Tributação mínima: 0,83%

    (Renda anual: R$ 780 mil) – Tributação mínima: 3%

    (Renda anual: R$ 850 mil) – Tributação mínima: 4,16%

    (Renda anual: R$ 985 mil) – Tributação mínima: 6,42%

    (Renda anual: R$ 1,25 milhão) – Tributação mínima: 10%

    É importante destacar que, ao contrário dos argumentos do governo, não ocorrerá uma tributação mínima dessas pessoas físicas porque elas não pagaram tributos, o que ocorre é que nos dividendos a tributação já ocorreu na pessoa jurídica, portanto esse mínimo já foi pago.

    Vale lembrar que o artigo 145, parágrafo 3º traz a justiça tributária como um dos novos princípios constitucionais tributários, no entanto, com o PL 1087/2025 há um risco de esse novo princípio ser descumprido.

    O Estado fundamenta sua proposta, entre outros argumentos, afirmando que a tributação de dividendos já ocorre em outros países, inclusive desenvolvidos. Isso é fato, porém vale destacar que a alíquota de IRPF e IRPJ desses países é muito mais progressiva e a carga tributária brasileira total já é uma das mais altas do mundo.

    Um ponto indispensável é lembrar que a tributação direta das pessoas jurídicas no Brasil não observa a capacidade contributiva das empresas e não é progressiva. O próprio secretário de Reformas Econômicas, Marcos Pinto, admite que uma reforma mais ampla do Imposto de Renda é necessária para promover maior progressividade, ou seja, taxar proporcionalmente mais os ricos – o que já ocorre em países desenvolvidos.

    O atual sistema tributário da pessoa jurídica não reflete a realidade financeira das empresas: a alíquota de IRPJ é de 15% com adicional de 10% sobre faturamento superior a R$ 20 mil por mês, de forma que a empresa que fatura R$ 250 mil no ano, caso não seja optante do Simples, será tributada da mesma forma que a empresa que fatura R$ 250 milhões, R$ 2 bilhões, R$ 10 bilhões.

    Claramente essa tributação não é progressiva e não reflete uma tributação justa. É importante frisar que o ponto não é aumentar a tributação das empresas com alto faturamento, porém trazer dentro dos próprios parâmetros de alíquota existente uma progressividade, e se haverá a tributação de dividendos, que seja compensada com a redução das alíquotas de IRPJ.

    O Brasil é o que menos tributa renda e patrimônio como proporção da carga tributária bruta (CTB), pouco mais de 22%. Na média da OCDE, esse nível é de 40%. Por outro lado, a tributação indireta brasileira chega a quase 50%, enquanto na OCDE não passa de 33% na média.[3]

    Assim, desonerar a carga tributária do consumo e trazer progressividade nas alíquotas do imposto de renda, sem dúvida, são medidas fundamentais para se alcançar a tão almejada justiça tributária. No entanto, é preciso reformar a renda como um todo, medidas isoladas e atropeladas não podem justificar ações meramente arrecadatórias que só trarão ainda mais distorções tributárias no sistema e não trazem transparência.

    Com essa previsão, constata-se que são ineficazes as medidas fatiadas da renda propostas neste ano. Se é momento de transformação e construção de um sistema tributário justo, é preciso tratar o todo e realizar uma reforma tributária ampla da renda.

    Além de injustiça tributária, a taxação dos “super-ricos” não traz resultados significativos na arrecadação, pois gera fuga de investimentos no país. Esse efeito pode ser compreendido a partir da Curva de Laffer, uma teoria econômica que estabelece uma relação não linear entre as taxas de imposto e a arrecadação fiscal.

    De acordo com essa teoria, há um ponto de inflexão em que o aumento das alíquotas de imposto acaba reduzindo a receita total arrecadada pelo governo, enquanto a diminuição das alíquotas pode resultar em maior arrecadação devido ao estímulo econômico gerado.

    Não se busca esgotar todos os pontos, mas destacar que o olhar isolado e as microrreformas da renda serão ineficientes e não gerarão um sistema tributário progressivo e eficiente. É tempo de transformação e construção, momento para uma reforma da renda macro, transparente e que de fato traga justiça tributária.

     

    Jota

  • Sindifisco-PB participa de audiência pública da LDO 2026

    Sindifisco-PB participa de audiência pública da LDO 2026

    A diretoria do Sindifisco-PB participou na Assembleia Legislativa da Paraíba, nessa quarta-feira (21/5), da Audiência Pública que discutiu a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2026.

    Durante a audiência, a presidente do Sindifisco-PB, Helena Medeiros, enfatizou que, ao tratar da LDO, é imprescindível destacar a necessidade de fortalecimento do Fisco Estadual, com investimentos permanentes em tecnologia, capacitação e estrutura, visando aprimorar cada vez mais o setor.

    Ela destacou a importância do Fisco Estadual no controle das renúncias de receita. “A concessão de benefícios fiscais deve ser pautada por critérios objetivos, respaldada em estudos de impacto e acompanhada de mecanismos que assegurem transparência e eficiência” disse.

    A presidente do Sindifisco-PB enalteceu os servidores públicos, que, com comprometimento e dedicação, desempenham um papel imprescindível na execução das políticas públicas, promoção do bem-estar social e construção de uma Paraíba mais justa e desenvolvida. Nesse contexto, ela questionou se, na LDO 2026, havia previsão de reajuste salarial para os servidores, visto a defasagem acumulada nos últimos anos.

    Helena garantiu que o Sindifisco-PB permanece à disposição da ALPB e de todos os órgãos envolvidos no processo orçamentário, oferecendo subsídios técnicos e contribuições que possam fortalecer o debate e a elaboração de uma LDO com responsabilidade fiscal, eficiência administrativa e justiça tributária.

    A audiência foi realizada pela Comissão de Orçamento, Fiscalização, Tributação e Transparência da Assembleia Legislativa da Paraíba.

    Além da presidente, o Sindifisco-PB foi representado por João Mangueira ((vice-presidente), Francisco Adrivagner (comunicação) e Elba Maria (secretária-geral adjunta).

  • Presidente da Fenafisco defende prerrogativas do Fisco e alerta para risco de invasão de competências na reforma tributária

    Presidente da Fenafisco defende prerrogativas do Fisco e alerta para risco de invasão de competências na reforma tributária

    Durante debate sobre o PLP 108/2024, Francelino Valença reforça a importância da separação de funções entre Fisco e Procuradorias, conforme previsto na Constituição Federal

    Nesta terça-feira (20), o presidente da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Francelino Valença, participou da primeira audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado para debater o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2024, que regulamenta o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

    Durante sua participação, Francelino reforçou a importância de preservar as competências legais da Administração Tributária, previstas na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional. “O lançamento do tributo é uma atribuição do Fisco, definida na Constituição e no Código Tributário Nacional. Preservar essa competência é essencial para garantir segurança jurídica e eficiência na arrecadação”, destacou.

    A audiência tratou de infrações, penalidades, encargos moratórios e regras para o processo administrativo tributário do IBS. O presidente da Fenafisco chamou atenção para interpretações equivocadas que tentam atribuir às Procuradorias funções que, segundo ele, são exclusivas da Administração Tributária. “Há um esforço para associar o lançamento tributário a uma atividade jurídica. Isso não tem previsão constitucional”, afirmou.

    Valença ressaltou que o debate não é uma disputa entre carreiras, mas sim uma questão de organização institucional. “Não se trata de disputa entre carreiras, mas de assegurar que cada instituição exerça suas funções com clareza e responsabilidade. O novo sistema tributário precisa nascer com bases sólidas”, explicou.

     

    Outro ponto importante levantado pelo presidente foi a necessidade de agilidade no contencioso tributário para evitar que seja utilizada a demora nos processos para postergar o pagamento. “Temos que garantir celeridade. A lentidão do processo pode ser usada para discutir o crédito por anos, e no fim não paga os juros. Isso é inaceitável”, alertou.

    Francelino também apresentou uma proposta para a transação tributária, sugerindo que a Administração Tributária possa conduzir as negociações nos primeiros 12 meses após a constituição do crédito, com a Procuradoria assumindo a partir da execução fiscal. “Nossa proposta é que, nos primeiros 12 meses após a constituição do crédito, a Administração Tributária conduza a negociação. Depois do início da execução fiscal, a responsabilidade passa para a Procuradoria. Isso garante eficiência e respeita o papel de cada carreira”, explicou.

    Ao final, o presidente reafirmou o compromisso da Fenafisco em contribuir para a construção de um sistema tributário eficiente e justo, respeitando as competências de cada órgão. “Não estamos pleiteando prerrogativas alheias. Mas também não vamos aceitar interferências indevidas”, concluiu.

    Além da Fenafisco, participaram da audiência representantes da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária, da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), do Grupo de Estudos Tributários Aplicados (Getap), da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape), da Associação Nacional das Procuradoras e Procuradores Municipais (ANPM), do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda (Comsefaz), da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP). A reunião foi conduzida pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto.

    Clique aqui e assista ao vídeo

     

    Fenafisco

  • Reforma Administrativa volta à pauta e acende alerta entre servidores

    Reforma Administrativa volta à pauta e acende alerta entre servidores

    Entidades do funcionalismo têm retorno da PEC 32 e denunciam riscos à estabilidade, à qualidade do serviço público e ao modelo de Estado

    A proposta de Reforma Administrativa voltou a ganhar fôlego no Congresso Nacional e reacendeu o alerta entre os servidores públicos. A expectativa é que, nas próximas semanas, seja instalada uma comissão especial na Câmara dos Deputados para discutir o tema. A entrega mobiliza as entidades do funcionalismo, que veem na retomada das discussões o risco da volta de pontos da PEC 32/2020 — apresentada ainda no governo Bolsonaro, mas que acabou travada após forte protesto das categorias.

    Segundo os apoiadores da reforma, o objetivo da PEC é modernizar o Estado, tornando a máquina pública mais ágil e eficiente. Mas representantes de servidores e especialistas têm que, na prática, as mudanças resultam em maior precarização das relações de trabalho, enfraquecimento da estabilidade e abertura para restringir políticas em cargas técnicas.

    — O que estamos vendo é uma tentativa de retornar com uma agenda que enfraquece o serviço público, restringir direitos dos servidores e abrir espaço para privatizações — afirma João Paulo Ribeiro, dirigente nacional da Confederação dos Trabalhadores do Brasil (CTB): — A lógica de transformar tudo em mercadorias ainda está presente. Isso ameaça o SUS, a educação pública, o saneamento e até a assistência social. Não se trata apenas da carreira do servidor, mas do modelo de Estado que se quer.

     

    Estabilidade restrita?

    Entre os principais pontos de preocupação está a proposta de restrições à estabilidade para apenas algumas carreiras. Para Rudinei Marques, presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), isso compromete a autonomia do servidor.

    — A estabilidade é frequentemente tratada como privilégio, mas, na verdade, é uma proteção ao servidor para que ele atue com independência, em defesa do interesse público, sem sofrer pressões políticas. Ao limitar esse direito, a PEC 32 deixa a maior parte dos servidores vulneráveis a perseguições e demissões arbitrárias.

    A proposta também prevê mudanças nas formas de contratação. A possibilidade de contratos temporários de até dez anos, sem a exigência de concurso público, preocupa especialistas.

    — Isso abre brechas para o clientelismo e o aparelhamento político. Além disso, pode gerar insegurança jurídica e sobrecarregar o Judiciário com disputas trabalhistas — avalia o advogado Alexandre Prado, especialista em Direito Administrativo.

     

    Parcerias

    Outro ponto crítico é a ampliação de parcerias com o setor privado para a execução de serviços públicos. Para os entrevistados, isso pode afetar a qualidade e a universalidade do atendimento à população.

    — A entrega de funções essenciais como saúde, educação e segurança à iniciativa privada coloca em xeque o princípio da impessoalidade e da continuidade das políticas públicas — diz Prado.

    O presidente do Fonacate também alerta para o impacto sobre a estrutura das carreiras públicas. Segundo ele, a rotatividade e a perda de memória técnica comprometem o planejamento e a execução de políticas de longo prazo.

    — Sem estabilidade e com vínculos precários, a administração pública perde qualidade e eficiência — afirma Marques.

     

    Aspectos positivos

    Apesar das críticas, há quem veja os aspectos positivos da proposta, como a valorização do desempenho do servidor. Para Alexandre Prado, avaliações bem estruturadas podem ajudar a premiar o bom servidor e incentivar a qualificação.

    — O problema é que, sem critérios objetivos e com pouca transparência, isso pode virar ferramenta de perseguição — ressalta.

     

    Falta de diálogo

    A falta de diálogo é outro ponto comum nas críticas de representantes do funcionalismo. Segundo eles, a proposta está sendo debatida sem escuta das categorias envolvidas e sem transparência sobre o conteúdo.

    — Nada é apresentado para quem executa o serviço público. O debate está sendo feito entre empresários, gestores e políticos sem acúmulo técnico sobre o tema — afirma João Paulo Ribeiro, em referência ao deputado Zé Trovão (PL-SC), cotado para presidir a comissão especial.

    João Domingos, presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), destaca que a Reforma Administrativa faz parte de um processo mais amplo, de transformação do Estado. Ele defende que esse debate não pode ser feito de forma ideológica ou apressada.

    — O Estado sem servidor público é uma utopia jurídica. É o servidor que materializa a presença do Estado na vida das pessoas. O debate precisa ser técnico e plural, com participação da sociedade civil e dos trabalhadores. A Reforma Administrativa não pode ser tratada como pauta de governo e sim de país.

     

    Mobilização entre Poderes

    A CSPB, que representa servidores das três esferas e dos três poderes, vem frequentar espaços de negociação com o governo federal e centros sindicais. A entidade defende a criação de mecanismos de valorização das carreiras e melhoria da gestão, mas com diálogo e responsabilidade social.

    Diante do avanço das articulações no Congresso, as entidades se preparam para retomar a mobilização que barrou a PEC 32 em 2021. A estratégia inclui a atuação em assembleias legislativas, câmaras municipais e junto à população.

    — Vamos repetir a mobilização à exaustão. O que está em jogo é o modelo de Estado que o Brasil quer. Nosso foco conversará diretamente com o cidadão, que depende dos serviços públicos e financeiros do Estado com seus impostos — afirma João Domingos.

    Procurado para falar sobre a reforma, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos não se manifestou.

     

    Extra

  • Diretoria do Sindifisco-PB dialoga com a base e fortalece o movimento

    Diretoria do Sindifisco-PB dialoga com a base e fortalece o movimento

    A diretoria do Sindifisco-PB se reuniu em Bananeiras, nesta quarta-feira (14/5), com os filiados da 2ª Gerência de Fiscalização, encontro esse que representou a retomada da mobilização em torno dos pleitos da categoria fiscal.

    Na ocasião, a presidente Helena Medeiros afirmou que a direção do Sindicato está empregando todos os esforços para retomar, o quanto antes, o diálogo com o Governo do Estado. Ela destacou que o pilar da luta será pela definição de uma política salarial permanente, equiparação salarial aos demais fiscos, além da redução do interstício das progressões funcionais e da redução da diferença das remunerações dos AFTEMTs.

    Helena ainda reforçou a necessidade de a categoria se manter unida para “que possamos atuar mais fortemente na busca por melhorias para todos”.

    No intuito de fortalecer o movimento, a presidente convocou todos os presentes à reunião para que atendam às futuras convocações da diretoria, e se engajem nas atividades do sindicato, como forma de ampliar a mobilização.

  • Posse histórica no Sindifisco-PB!

    Posse histórica no Sindifisco-PB!

    Helena Medeiros assumiu a presidência do sindicato,  tornando-se a 1ª mulher a ocupar o cargo — em um momento crucial para o Fisco, com a aprovação da Reforma Tributária.

    A cerimônia, realizada em João Pessoa, nessa sexta-feira (9/5), reuniu a nossa categoria, além de autoridades e representantes de diversas entidades, em um momento de celebração, compromisso e renovação.

    Que este novo ciclo seja de conquistas, reconhecimento e união. Porque como bem disse nossa presidente: “Quando o Fisco é forte, o futuro é seguro – para o Estado e para o povo da Paraíba.”

    Clique

    #SindifiscoPB #ReformaTributária #FiscoForte #Unidade #Paraíba

  • SEFAZ-PB libera emissão do boleto de IPVA 2025 dos veículos de placa com final 5

    SEFAZ-PB libera emissão do boleto de IPVA 2025 dos veículos de placa com final 5

    Os proprietários de veículos no Estado da Paraíba com placa final 5 já podem emitir o boleto do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para efetuar o pagamento do exercício de 2025. O boleto está liberado no portal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-PB), por meio do link https://www.sefaz.pb.gov.br/servirtual/ipva/emitir-dar

    Para que os donos de veículos com placa final 5 garantam o desconto de 10%, eles precisam efetuar o pagamento em cota única, de forma à vista, até o dia 30 de maio. Os contribuintes paraibanos têm ainda outras duas opções para pagamento do tributo, mas desta vez sem o desconto. O parcelamento em três vezes, sendo a primeira com vencimento também até o dia 30 de maio. A outra opção é o pagamento total do IPVA, sem desconto, que deve ser pago até o dia 31 de julho. Dúvidas na emissão do IPVA podem ser resolvidas por e-mail: gerencia.itcd.ipva@sefaz.pb.gov.br

    PARCELAMENTO – Para quem parcelou o IPVA dos veículos com finais de placas 3 e 4, vencerá no dia 30 de maio a 3ª e última parcela da placa com final 3 e também 2ª parcela com final de placa 4.

    EMISSÃO DO BOLETO – Para emitir o boleto do IPVA, o proprietário precisa ter dados como CPF ou CNPJ (Pessoa Jurídica); número da placa do veículo e do Renavam.

    IPVA PODE SER PAGO NO PIX – Desde outubro do ano passado, o contribuinte paraibano tem a opção de pagamento do sistema Pix para o recolhimento dos tributos estaduais, entre eles o IPVA. Para pagar no Pix, basta o contribuinte, no ato de emitir a guia, fazer a escolha pela modalidade no lado superior da guia à direita.

    Já as agências bancárias oficiais do pagamento do IPVA são Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander e a Caixa Econômica Federal. Se o contribuinte optar por Ficha de Compensação antes do ato de impressão, poderá pagar em qualquer instituição bancária.

    ISENÇÕES AUTOMÁTICAS – Além dos veículos acima de 15 anos (fabricação até o ano de 2009), os proprietários de motocicletas de até 170 cilindradas estão também isentos de pagar o IPVA neste ano de 2024, por meio da Lei 12.489/2022. Tanto os veículos acima de 15 anos como as motocicletas de até 170 cilindradas terão isenções automáticas, ou seja, não precisarão requerer a isenção, pois o sistema da Sefaz-PB libera automaticamente. Outra categoria isenta de IPVA recente foi a dos carros elétricos.

    COMPROVAR ISENÇÃO DA PLACA FINAL 5 – As categorias dispensadas de pagar IPVA com placa final 5e que requereram a isenção do tributo no ano passado deverão precisar comprovar a isenção até o dia 30 de abril. Conforme legislação do IPVA, as categorias como portadores de deficiência física, com base no novo decreto 40.959/2020 da Portaria n° 176/2020, além da visual, mental ou autista, taxistas, veículos cadastrados no Ministério do Turismo na qualidade de transporte turístico. Essas categorias terão de enviar por e-mail ou então entregar a documentação em uma repartição fiscal, comprovando a isenção até o dia 30 de maio, como critério para gozar do benefício em 2025. Neste mesmo dia, essas categorias já podem requerer a isenção de 2026.

    COMO ENVIAR POR E-MAIL – Para o cidadão realizar a comprovação via e-mail, basta anexar os documentos solicitados, em formato de PDF, e enviar para o e-mail: gerencia.itcd.ipva@sefaz.pb.gov.br. Os documentos que precisam ser enviados em formato PDF são os constantes na Portaria 308/2017, conforme disciplina o art. 55 do RIPVA (Regulamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

    É importante lembrar que esses veículos isentos deverão pagar as demais taxas que en5volvem o emplacamento, como o licenciamento do Detran-PB e a Taxa de Bombeiro.

     

    Sefaz-PB

  • Concurso para Auditores Fiscais: Governo do RN prevê edital com 50 vagas até agosto

    Concurso para Auditores Fiscais: Governo do RN prevê edital com 50 vagas até agosto

    Governo instalou nesta segunda (5) a comissão responsável pela organização do novo certame.

    Governo do RN instala Comissão do Concurso para Auditores Fiscais com previsão de edital até agosto — Foto: Sandro Menezes/Assecom

    Governo do RN instala Comissão do Concurso para Auditores Fiscais com previsão de edital até agosto

    Após duas décadas sem realização de concurso público para a carreira de Auditor Fiscal, o Governo do Rio Grande do Norte instalou, nesta segunda-feira (5), a comissão responsável pela organização do novo certame, que terá 50 vagas.

    De acordo com a governadora Fátima Bezerra, o edital para suprir as 50 vagas na carreira de Auditor Fiscal do Tesouro Estadual deve ser publicado até agosto de 2025.

    O processo seletivo será realizado em duas etapas: provas objetiva e discursiva, seguidas de curso de formação. A expectativa é que a homologação aconteça até fevereiro de 2026.

    O concurso decorre de acordo firmado entre o Governo do Estado e o Sindicato dos Auditores Fiscais do RN (Sindifern) em reconhecimento à necessidade de recompor os quadros da fiscalização tributária. Atualmente, são 292 auditores fiscais em atividade e 115 em abono de permanência.

    O certame também estará fundamentado em um Projeto de Lei que trata da reestruturação da carreira, reduzindo o número de cargos previstos de 590 para 390.

    A Comissão do Concurso será coordenada pela Secretaria de Estado da Administração (Sead), responsável pela condução dos certames do Executivo Estadual.

     

    Portal G1-RN

  • Categoria fiscal reconhecida na Assembleia Legislativa da Paraíba

    Categoria fiscal reconhecida na Assembleia Legislativa da Paraíba

    Dois requerimentos de Votos de Aplausos à presidente eleita do Sindifisco-PB, Helena Medeiros, foram aprovados na Assembleia Legislativa da Paraíba.

    As homenagens, propostas pelos deputados estaduais, Luciano Cartaxo e Cida Ramos, celebram sua eleição à presidência do sindicato.

    Mais do que uma honraria pessoal, os votos de aplausos representam uma conquista coletiva, fruto da credibilidade do Sindifisco e do respeito que a categoria fiscal paraibana construiu junto à sociedade e às instituições.

    Clique aqui

     

  • Convocação: assembleia geral extraordinária

    Convocação: assembleia geral extraordinária

    A diretoria do Sindifisco-PB convoca os filiados para assembleia geral extraordinária, que será realizada na próxima terça-feira (29/4), às 17h.

    Os filiados podem participar presencialmente, na sede do Sindicato ou pela plataforma Google Meet. (O link será enviado no dia da AGE)

    Pauta: Cursos Esat e outros assuntos.

    Contamos com a participação de todos os filiados!