Categoria: TRF

  • JFCE realiza pesquisa inédita para melhorar os serviços com foco na experiência das pessoas usuárias 
		Última atualização:  14/05/2025 às 16:59:00

    JFCE realiza pesquisa inédita para melhorar os serviços com foco na experiência das pessoas usuárias Última atualização: 14/05/2025 às 16:59:00

    A Justiça Federal no Ceará (JFCE) iniciou, em parceria com a empresa Catálise, uma nova fase do Projeto Justiça Centrada nas Pessoas, que tem como objetivo tornar a Justiça mais acessível, eficiente e próxima da realidade de quem precisa dela. A ação consiste em escutar diferentes pessoas que usam ou trabalham nos serviços da instituição para identificar pontos de melhoria e propor soluções inovadoras.

    A pesquisa está sendo realizada em três cidades do estado do Ceará: Juazeiro do Norte, Sobral e Fortaleza. Os pesquisadores visitarão fóruns e unidades da Justiça Federal para observar como funcionam os atendimentos, as audiências, os espaços físicos e os sistemas digitais. Serão realizadas entrevistas presenciais e online com pessoas usuárias (autoras, rés e advogadas), além de escutas com servidores e servidoras, para compreender a jornada de quem procura ou presta o serviço público.

    Além disso, uma parte da equipe está realizando um diagnóstico arquitetônico dos prédios da Justiça Federal, avaliando aspectos como acessibilidade, conforto e humanização dos ambientes. Essa etapa já foi iniciada com uma visita a Juazeiro do Norte no início de abril deste ano. A próxima visita, focada na escuta qualitativa, será realizada na última semana de maio.

    A participação das equipes técnicas das varas e dos juizados também é essencial nesse processo. Para isso, estão sendo feitas conversas online com servidoras e servidores das unidades de Juazeiro do Norte, com o objetivo de entender melhor os serviços antes das visitas presenciais.

    Justiça Centrada nas Pessoas (JCP)

    O Projeto Justiça Centrada nas Pessoas (JCP) é uma iniciativa da JFCE em parceria com o PNUD e o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), fruto de Cooperação Técnica entre os três órgãos, que busca desenvolver subsídios para fortalecer ações de inovação e melhoria dos serviços judiciários, por meio de metodologias, ações-piloto, estudos e ferramentas. A iniciativa tem como objetivo melhorar a qualidade da Justiça para quem mais precisa (em especial pessoas em situação de vulnerabilidade), por meio da inovação, da escuta das pessoas usuárias dos serviços judiciais e do fortalecimento da atuação institucional.

    O Projeto atua em seis áreas principais (chamadas de eixos), incluindo o cuidado com servidores(as), o uso de tecnologias, a melhoria dos serviços, o conhecimento, a governança e a eficiência. A pesquisa está sendo realizada no âmbito do Eixo 1 – Experiência do usuário e melhoria dos serviços do Projeto Justiça Centrada nas Pessoas (BRA/23/009).

    A proposta é redesenhar serviços com base em evidências, experiências reais e princípios de equidade, inclusão e escuta ativa. Com essa ação, a JFCE reafirma seu compromisso de construir uma Justiça mais humana, que coloque no centro as pessoas que dela precisam.

    Por: Ascom JFCE


  • CNJ oferece curso sobre documentos acessíveis Última atualização: 14/05/2025 às 13:39:00

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Setor de Acessibilidade e Apoio à Inclusão, oferece, nesta quinta-feira (15/05), uma capacitação sobre “Documentos Acessíveis”. O curso será transmitido ao vivo, através do canal do CNJ no YouTube, das 14h30 às 17h30. 

    Durante a aula, serão abordadas técnicas para documento de texto, apresentações e planilhas. Além disso, os(as) participantes aprenderão a criar PDFs e e-mails acessíveis, bem como a usar leitores de tela e ferramentas de acessibilidade. 

    Para o público externo ao CNJ, não é necessário se inscrever. Acompanhe!

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Precatórios 2025: pagamento será liberado a partir do dia 8/08 Última atualização: 13/05/2025 às 13:12:00

    A Diretoria de Precatórios do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que os valores referentes aos precatórios da proposta de 2025 estarão disponíveis para retirada a partir do dia 8/08.  

    O pagamento inclui os precatórios de natureza alimentar prioritária, alimentar e não alimentar, bem como os créditos relativos à primeira, segunda e terceira parcelas dos precatórios do FUNDEF, correspondentes aos exercícios de 2025, 2024 e 2023, respectivamente. A exceção é para os casos em que há restrição à retirada do dinheiro imposta pelo Juízo da Execução. 

    Orientações importantes 

    1. Levar para a agência bancária os seguintes documentos (original e xerox): CPF. Comprovante de residência e Identidade (R.G.). 

    2. Em caso de dificuldade de levantamento, após a data acima indicada, favor entrar em contato com as agências centralizadoras, por meio dos canais de atendimento abaixo relacionados: 

    Banco do Brasil: (81) 3425-7293 / (81) 3425-7295 / 0800 729 5678 / e-mail: age3234@bb.com.br  

    Caixa Econômica Federal: (81) 4003-1043 / 0800 104 1043 / e-mail: ag1421@caixa.gov.br  

    Atenção: ao ligar para a Caixa Econômica Federal, durante a ligação, será necessário informar o número da agência que deseja realizar o contato. Logo, deverá ser informada a agência de nº 1421. 

     

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • II Encontro Regional das Comissões de Prevenção ao Assédio e à Discriminação é encerrado com aprovação de recomendações Última atualização: 09/05/2025 às 20:18:00

    Oficina temática, estudos de casos, debates e aprovação de recomendações para a prevenção do assédio e da discriminação marcaram o último dia do II Encontro Regional das Comissões de Prevenção ao Assédio e à Discriminação da Justiça Federal da 5ª Região (JF5). O evento foi realizado na Justiça Federal na Paraíba (JFPB), em João Pessoa, e reuniu magistrados(as), servidores(as), terceirizados(as) e representantes das comissões durante os dias 8 e 9/05, em adesão à Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação, promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    Pela manhã, foi realizada uma oficina sobre escuta segura, triagem e encaminhamentos adequados para os casos de sofrimento gerados pelos relacionamentos nos ambientes de trabalho, facilitada pela servidora da Justiça Federal em Alagoas (JFAL) e psicóloga clínica Vilma Rios Cabral Victal. Confira a íntegra da matéria clicando aqui

    À tarde, as juízas federais Madja Moura (JFRN) e Liz Azevedo (JFPE) apresentaram dados de atendimentos feitos pelas Comissões. Em seguida, conduziram uma atividade prática de estudo dos casos. Divididos em equipes, os participantes analisaram e debateram soluções, com o objetivo de formular recomendações para a atuação das Comissões. As identidades dos noticiantes foram preservadas. 

    “Ao compartilharmos vivências, trajetórias e diferentes olhares, podemos construir soluções mais inteligentes e viáveis para os desafios que enfrentamos. A proposta é que essas diretrizes sejam construídas coletivamente, fortalecendo a atuação de todos os envolvidos”, explicou Liz Azevedo. 

    Cerca de dez recomendações foram aprovadas pelos integrantes das Comissões. “A ideia é que esses enunciados orientem as ações e, na medida do possível, contribuam com quem nos procura”, afirmou Liz.

    Semana Nacional – O II Encontro Regional fez parte da agenda nacional do Poder Judiciário de enfrentamento ao assédio e à discriminação, reforçando o compromisso da JF5 com a prevenção e o combate a essas práticas. Entre os dias 5 e 9, foram realizadas oficinas, cursos, palestras e campanha de sensibilização, além do II Encontro Regional, com o objetivo de tornar o ambiente de trabalho nas unidades da Justiça Federal da 5ª Região mais saudável, respeitoso e inclusivo. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Publicação de atos judiciais através do DJEN será implementada no PJe 2.x 
		Última atualização:  09/05/2025 às 10:48:00

    Publicação de atos judiciais através do DJEN será implementada no PJe 2.x Última atualização: 09/05/2025 às 10:48:00

    Tendo em vista a alteração realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em relação às regras dos prazos processuais, que serão contados com base exclusivamente nas publicações no Domicílio Judicial Eletrônico ou no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN), a Diretoria Judiciária do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que, a partir do dia 15/05, a publicação de atos judiciais através do DJEN será implementada no sistema de Processo Judicial Eletrônico – PJe 2.x do TRF5. A versão 2.x do PJe é utilizada atualmente nos Juizados Especiais Federais, nas Turmas Recursais e na Turma Regional de Uniformização de Jurisprudência, bem como na Turma Adjunta à 1ª Turma do Tribunal.

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que, a partir de 16/05, todos os prazos processuais serão contados com base exclusivamente nas publicações no Domicílio Judicial Eletrônico ou no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN), plataformas oficiais para a publicação de atos judiciais do Poder Judiciário.

    De acordo com as regras previstas na Resolução CNJ nº 569/2024, todos os tribunais devem se integrar aos serviços até 15/05. A lista das instituições que já concluíram a integração está disponível no portal Jus.Br

    Mudanças nas regras

    As mudanças ocorreram após atualização da Resolução CNJ nº 455/2022, que regulamenta o uso do Domicílio Judicial Eletrônico. Com as novas diretrizes da Resolução nº 569, o sistema passa a ser utilizado exclusivamente para enviar citações e comunicações processuais dirigidas às partes ou a terceiros.

    Nos casos em que a legislação não exigir vista ou intimação pessoal, os prazos processuais serão contados com base na publicação no DJEN. Com o novo regulamento, o período para leitura de citações por pessoas jurídicas de direito público e privado sofreu alterações.

    Contagem de prazos no Domicílio Judicial Eletrônico:

    Citação eletrônica confirmada: o prazo começa a correr no 5º dia útil após a confirmação da leitura.

    Citação eletrônica não confirmada:

    Para pessoas jurídicas de direito público, o prazo tem início 10 dias corridos após o envio da citação ao Domicílio.

    Para pessoas jurídicas de direito privado, o prazo não se inicia. Nesse caso, a citação deve ser refeita, e a ausência de confirmação deve ser justificada, sob pena de multa.

    Demais intimações e comunicações processuais:

    Confirmadas: o prazo conta a partir da data da confirmação. Se esta ocorrer em dia não útil, o prazo se inicia no próximo dia útil.

    Não confirmadas: o prazo tem início 10 dias corridos após o envio da comunicação.

    Contagem de prazos no DJEN

    O prazo processual tem início no primeiro dia útil seguinte à data da publicação no DJEN. A publicação considera como data oficial o dia seguinte à disponibilização da comunicação no sistema.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5 com informações da Agência CNJ de Notícias


  • CNJ informa sobre alteração nas regras dos prazos processuais 
		Última atualização:  09/05/2025 às 10:48:00

    CNJ informa sobre alteração nas regras dos prazos processuais Última atualização: 09/05/2025 às 10:48:00

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informa que, a partir de 16/05, todos os prazos processuais serão contados com base exclusivamente nas publicações no Domicílio Judicial Eletrônico ou no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN), plataformas oficiais para a publicação de atos judiciais do Poder Judiciário.

    De acordo com as regras previstas na Resolução CNJ nº 569/2024, todos os tribunais devem se integrar aos serviços até o dia 15/05. A lista das instituições que já concluíram a integração está disponível no portal Jus.Br

    Mudanças nas regras

    As mudanças ocorreram após atualização da Resolução CNJ nº 455/2022, que regulamenta o uso do Domicílio Judicial Eletrônico. Com as novas diretrizes da Resolução nº 569, o sistema passa a ser utilizado exclusivamente para enviar citações e comunicações processuais dirigidas às partes ou a terceiros.

    Nos casos em que a legislação não exigir vista ou intimação pessoal, os prazos processuais serão contados com base na publicação no DJEN. Com o novo regulamento, o período para leitura de citações por pessoas jurídicas de direito público e privado sofreu alterações.

    Contagem de prazos no Domicílio Judicial Eletrônico

    Citação eletrônica confirmada: o prazo começa a correr no 5º dia útil após a confirmação da leitura.

    Citação eletrônica não confirmada:

    Para pessoas jurídicas de direito público, o prazo tem início 10 dias corridos após o envio da citação ao Domicílio.

    Para pessoas jurídicas de direito privado, o prazo não se inicia. Nesse caso, a citação deve ser refeita, e a ausência de confirmação deve ser justificada, sob pena de multa.

    Demais intimações e comunicações processuais:

    Confirmadas: o prazo conta a partir da data da confirmação. Se esta ocorrer em dia não útil, o prazo se inicia no próximo dia útil.

    Não confirmadas: o prazo tem início 10 dias corridos após o envio da comunicação.

    Contagem de prazos no DJEN

    O prazo processual tem início no primeiro dia útil seguinte à data da publicação no DJEN. A publicação considera como data oficial o dia seguinte à disponibilização da comunicação no sistema.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5 com informações da Agência CNJ de Notícias


  • II Encontro Regional destaca importância da escuta na prevenção ao assédio e à discriminação Última atualização: 09/05/2025 às 13:06:00

    Com foco na melhoria do acolhimento institucional de vítimas de assédio e discriminação, o II Encontro das Comissões de Prevenção ao Assédio e à Discriminação da Justiça Federal da 5ª Região promoveu, na manhã desta sexta-feira (9/05), uma oficina sobre escuta segura, triagem e encaminhamentos adequados aos casos de sofrimento gerados pelos relacionamentos nos ambientes de trabalho. O evento reúne magistrados(as), servidores(as), terceirizados(as) e representantes das comissões, na subsede da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), localizada no edifício Duo Corporate Towers, em João Pessoa.

    A servidora da Justiça Federal em Alagoas (JFAL) e psicóloga clínica Vilma Rios Cabral Victal conduziu a capacitação, destacando aspectos como trauma, validação emocional, limites da escuta, identificação de quadros com potencial incapacitante e condutas esperadas dos membros das comissões e gestores. “Escutar é também uma forma de cuidar. Não se trata de resolver, mas de acolher o silêncio, o choro, a confusão — sem tentar apagar a dor do outro”, afirmou.

    A psicóloga ressaltou que o trauma não desaparece com o tempo, pontuando que, quando são relacionados ao ambiente de trabalho e provocam afastamento, o retorno a esse espaço exige atenção. “Mesmo sem risco atual, o corpo pode reagir como se o perigo ainda existisse. Isso não é fraqueza; é sobrevivência”, explicou.

    Outro aspecto abordado foi a necessidade de romper com a lógica jurídica no trato com o sofrimento emocional. “A lógica jurídica busca o culpado, define o erro, aplica a pena. Mas essa lógica não serve para quem sofre. Quando alguém chega em sofrimento, não quer sentença, quer ser ouvido. O que importa não é o que aconteceu, mas o que aquilo significou”, observou Vilma.

    A oficina contou com uma participação ativa dos integrantes das comissões, tanto nas atividades práticas quanto na construção de soluções para o acolhimento de vítimas. 

    De acordo com a juíza federal Madja Moura, membro da CPAMAS do TRF5, os assuntos abordados durante a capacitação serão multiplicados para toda a Região. “Esse tipo de Encontro permite que as experiências diversas sejam trocadas e, posteriormente, difundidas e multiplicadas. Uma coisa muito importante a se dizer sobre o assédio é que falar já é a melhor forma de prevenção”.

    O evento faz parte da agenda nacional do Poder Judiciário e reforça o compromisso institucional com a prevenção e o combate às diversas formas de assédio e discriminação no ambiente de trabalho.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Comissões de Prevenção ao Assédio e à Discriminação da 5ª Região se reúnem na JFPB  
		Última atualização:  09/05/2025 às 07:54:00

    Comissões de Prevenção ao Assédio e à Discriminação da 5ª Região se reúnem na JFPB Última atualização: 09/05/2025 às 07:54:00

    Quais os desafios que uma instituição enfrenta para tornar o ambiente de trabalho mais saudável, respeitoso e inclusivo? Como mensurar o impacto de situações abusivas, discriminatórias e de assédios na saúde mental e na produtividade de trabalhadores e trabalhadoras? Como acolher e dar encaminhamentos seguros a relatos de vítimas dessas práticas? A partir de questionamentos como esses, foi dado início, nesta quinta-feira (8/05), ao II Encontro Regional das Comissões de Prevenção ao Assédio e à Discriminação da 5ª Região da Justiça Federal. O evento acontece no auditório do edifício-sede da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), em João Pessoa, até esta sexta (9). 

    Durante a cerimônia que marcou o início das atividades, o juiz federal Sérgio Murilo Queiroga, diretor do Foro da JFPB, deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou o papel das comissões na construção de um ambiente institucional mais justo e acolhedor. “Que este evento nos ajude a refletir e fortalecer a cultura do respeito e da escuta ativa”, afirmou.  

    O corregedor-regional do Justiça Federal da 5ª Região (JF5), desembargador federal Leonardo Resende, reforçou o apoio institucional às comissões e anunciou que as correições incluirão visitas às Subseções para ouvir magistrados, servidores e colaboradores. “A Corregedoria será parceira na difusão das ações e valores promovidos pelas comissões, inclusive dentro do nosso calendário de correições”.  

    A desembargadora federal Cibele Benevides, presidente da Comissão de Prevenção ao Assédio e à Discriminação do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 (CPAMAS), refletiu sobre o papel do trabalho na vida humana, lembrando que ele pode ser fonte de transformação pessoal ou de adoecimento, dependendo do ambiente. Para ela, “o sofrimento decorrente do trabalho precisa ser criativo, não patogênico”, e a atuação das comissões deve promover ambientes saudáveis.  

    Já o juiz federal Rogério Abreu, vice-diretor do Foro da JFPB e presidente da CPEAMAS da Seccional paraibana, ressaltou que as comissões têm caráter preventivo, com foco no acolhimento e na escuta, e não na apuração ou punição. “A missão desse grupo é acolher com sigilo, respeito e discrição, promovendo escuta qualificada e orientação adequada a cada caso”, explicou.  

    Também compuseram a mesa de honra do evento os desembargadores federais Rogério Fialho (ouvidor do TRF5) e Alexandre Luna (presidente da Comissão do Idoso do TRF5), além do magistrado Diego Guimarães, presidente da Associação dos Juízes Federais da 5ª Região (Rejufe).   

    Voltado para magistrados(as), servidores(as), terceirizados(as) e representantes das comissões do TRF5 e das Seções Judiciárias vinculadas, o Encontro integra agenda nacional do Judiciário para o combate e a reflexão sobre o tema. 

    Capacitação

    Após as falas de abertura, o público acompanhou a apresentação teatral “Silêncios que gritam”, das atrizes e servidoras públicas Beth Lins e Nara Santos. O texto do esquete, escrito pelas servidoras, abordou situações reais vivenciadas no serviço público e a necessidade de não silenciar diante de práticas abusivas. 

    Na sequência, teve início a etapa de qualificação, conduzida pela servidora da Seção Judiciária de Alagoas, Vilma Janaína Rios Cabral Victal, psicóloga clínica e especialista em treinamentos corporativos, com abordagem voltada aos aspectos psicossociais do assédio e da discriminação. “A lógica dos relacionamentos é diferente da lógica jurídica”, explicou. 

    A palestrante abordou o abuso na história da humanidade e as consequências dessa prática, destacando a importância do vínculo seguro e do acolhimento de vítimas. 

     O evento segue com atividades práticas presenciais na subsede da JFPB, localizada no edifício Duo Corporate Towers (DCT), nesta sexta-feira (09), das 8h30 às 18h30.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5 /Ascom JFPB


  • Joana Carolina representa o TRF5 em cerimônia comemorativa do Dia da Vitória Última atualização: 09/05/2025 às 08:11:00

    A desembargadora federal Joana Carolina representou o Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 durante a cerimônia de comemoração do Dia da Vitória, promovida pelo Comando Militar do Nordeste. A solenidade foi realizada na manhã desta quinta-feira (8/05), no Parque 13 de Maio, na área central do Recife. 

    O evento, que contou com a presença de diversas autoridades civis e militares, foi uma homenagem aos 80 anos da vitória da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Corregedoria-Regional da 5ª Região inicia ciclo de visitas com reunião na Justiça Federal na Paraíba Última atualização: 08/05/2025 às 21:21:00

    O corregedor-regional do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), desembargador federal Leonardo Resende, esteve na sede da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), nesta quinta-feira (08/5), para um encontro com magistrados e magistradas da Seção Judiciária. A visita marcou o início de uma série de reuniões que serão realizadas em todas as Seccionais da 5ª Região, com foco na escuta ativa e na apresentação das diretrizes da gestão iniciada em abril. 

    Na Paraíba, o momento foi aberto pelo diretor do Foro da JFPB, juiz federal Sérgio Murilo Queiroga, que deu as boas-vindas ao corregedor. Em seguida, o desembargador federal Leonardo Resende destacou os principais pontos a serem abordados. “A intenção é ouvir as necessidades e propostas dos magistrados, além de debater temas em pauta na Corregedoria-Regional, como as metas nacionais do Poder Judiciário para 2025. Entre elas, está a meta 4, que trata do julgamento das ações de improbidade administrativa”, resumiu. 

    A reunião também foi transmitida por videoconferência para os magistrados que atuam nas demais unidades da JFPB distribuídas pelo estado. “Estamos começando pela Paraíba e vamos seguir pelas outras cinco Seções, sempre com o incentivo de abrir as portas da Corregedoria ao diálogo e à cooperação”, afirmou o corregedor-regional.

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5