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  • Curso sobre linguagem simples encerra ciclo com participação de juiz e servidores em Cajazeiras

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    A formação ocorre no Fórum ‘Promotor Ferreira Júnior’

    Nesta sexta-feira (12), está sendo realizada, até as 18h, as aulas da última turma do curso ‘Transformando a Justiça com Linguagem Simples: Oficina de Comunicação e Escrita Judicial Simplificada’, com a participação de inscritos(as) das Comarcas de Cajazeiras, São José de Piranhas e São João do Rio do Peixe, no Alto Sertão do Estado. A formação ocorre no Fórum ‘Promotor Ferreira Júnior’, na Comarca de Cajazeiras, e é conduzida pelo juiz da 2ª Vara Mista de Esperança, Natan Figueredo Oliveira.

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    Tutor do curso, juiz Natan Figueredo

    O tutor do curso, Natan Figueredo Oliveira, ressalta que a ação é mais uma iniciativa da Esma-PB com cumprimento a uma das ações do Programa de Linguagem Simples do Tribunal de Justiça da Paraíba. “O objetivo é formar, capacitar e conscientizar servidores e magistrados para que adotem a linguagem simples em seu trabalho, na produção de seus despachos, decisões e sentenças, de modo a ampliar o acesso à justiça e aproximar o cidadão do serviço judiciário, garantindo assim a confiança e a efetividade dos seus direitos”, disse.

    Para o juiz Hermeson Alves Nogueira, do Juizado Especial Misto de Cajazeiras, o uso de uma linguagem mais simples e objetiva contribui significativamente para melhorar a comunicação com o jurisdicionado. “Durante o curso, já identificamos diversos vícios e o uso excessivo de termos técnicos que muitas vezes são desnecessários nas decisões. Com essa mudança, já percebemos uma comunicação mais clara e eficiente entre os magistrados e os cidadãos que recebem essas decisões.”

    O assessor Israel de Souza Filho, do Juízo de 1º Grau da Comarca de São José de Piranhas, destaca que a linguagem simples melhora, de fato, a comunicação com o jurisdicionado, tornando as decisões mais claras e acessíveis. “A linguagem simples é uma forma efetiva de garantir o acesso à Justiça, um princípio constitucional. Quando a mensagem é compreendida de imediato, sem necessidade de esforço ou tradução, a comunicação cumpre seu papel. Acredito que a Justiça deve se manifestar com essa identidade: transmitir suas decisões de forma clara àqueles que a procuram”, falou.

    A oficina já foi promovida, anteriormente, nas unidades de Campina Grande, João Pessoa e Patos, e faz parte das ações da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), em consonância com o Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O pacto busca estimular o uso de uma linguagem mais clara, acessível e compreensível nos atos judiciais, aproximando ainda mais a Justiça da população.

    Por Marcus Vinícius

    Fotos Rodrigo Veras

     

  • ALPB emite voto de pesar pelo falecimento do músico Erivelton Cunha Nóbrega

    Notícias

    Publicado em 12 de setembro de 2025

    O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino, por meio da Mesa Diretora, parlamentares e servidores, manifesta profundo pesar pelo falecimento do músico e servidor público Erivelton Cunha Nóbrega, carinhosamente conhecido como Vevel.

    Vevel deixou sua marca na cultura de Pocinhos, da Paraíba e do Brasil, representando com orgulho o povo nordestino também em países da Europa. Foi presidente do SISAIS, sanfoneiro da Banda Impacto X e integrante do grupo Os Anselmos, traduzindo sua paixão pela música e dedicação à cultura popular.

    Neste momento de dor, a Assembleia se solidariza com familiares, amigos e admiradores, reconhecendo a grandeza de sua contribuição cultural e social. Que seu legado permaneça vivo e que Deus conforte seus entes queridos, concedendo paz eterna à sua alma.

    Ainda não há informações sobre velório e enterro de Erivelton.

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  • Pedras de Fogo: MP recomenda medidas para internação de pessoa com transtorno mental

    Pedras de Fogo: MP recomenda medidas para internação de pessoa com transtorno mental

    A Promotoria de Justiça de Pedras de Fogo recomendou à Secretaria Municipal de Saúde e ao Centro de Apoio Psicossocial (CAPS) do município uma série de medidas relacionadas à internação de pessoas com transtorno mental. A recomendação foi expedida pela promotora de Justiça Fabiana Alves Mueller e integra o Procedimento Administrativo 070.2025.000301 instaurado para fiscalizar e acompanhar a execução da política municipal de saúde mental de Pedras de Fogo.

    Foi recomendado que o núcleo familiar do paciente e o próprio paciente devem ser cientificados e orientados desde o primeiro atendimento sobre as modalidades de internação disponíveis, sem encaminhamentos desnecessários e sucessivos a outros órgãos atuantes no município.

    Outra medida recomendada é que a internação psiquiátrica voluntária ou involuntária deve ser efetuada sempre que houver recomendação médico psiquiátrica (mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos), a pedido do usuário ou de terceiro, independentemente de ordem judicial.

    Além disso, o documento recomenda que a internação voluntária ou involuntária para tratamento de drogadição seja feita quando houver necessidade, nos termos do que dispõe a Lei n. 11.343/2006 (prioridade para as modalidades de tratamento ambulatorial, incluindo excepcionalmente formas de internação em unidades de saúde e hospitais gerais) e também independentemente de ordem judicial; 

    A promotora explica que a internação voluntária é aquela que se dá com o consentimento do paciente; já a involuntária ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de terceiro. 

    Ainda de acordo com a promotora, a internação involuntária do usuário – seja ela psiquiátrica ou para tratamento de dependência química – não necessita, em regra, de intervenção do Ministério Público para ajuizar eventual pedido, salvo se houver alguma peculiaridade que imponha o ingresso em Juízo.

    Na recomendação, a promotora destaca que a internação, em qualquer de suas modalidades, é uma medida extrema e excepcional, quando os demais recursos terapêuticos se mostrarem insuficientes, conforme plano individual de atendimento do usuário do SUS.

    Outras medidas recomendadas

    A prefeitura deverá diligenciar para a obtenção do pleito de internação oriundo de familiares ou outras pessoas que mantenham algum tipo de vinculação com o paciente. Não sendo possível fazê-lo, a própria prefeitura deverá requerer requeira, havendo necessidade de internação involuntária de paciente acometido de transtorno mental, mediante laudo médico circunstanciado que caracterize os seus motivos.

    Nos casos de internação para tratamento de drogadição, a prefeitura deverá diligenciar para obtenção de pedido de familiar ou do responsável legal ou, na absoluta falta deste, de servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad), com exceção de servidores da área de segurança pública, que constate a existência de motivos que justifiquem a medida. Esse requerimento deverá ser realizado  após formalização da decisão por médico responsável e após avaliação sobre o tipo de droga utilizada, o padrão de uso e na hipótese comprovada da impossibilidade de utilização de outras alternativas terapêuticas previstas na rede de atenção à saúde.

  • MPPB participa de audiência pública sobre adultização de crianças e adolescentes

    MPPB participa de audiência pública sobre adultização de crianças e adolescentes

    O Ministério Público da Paraíba participou, nessa quinta-feira (11/09), da audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) para debater a crescente adultização e sexualização precoce de crianças e adolescentes nas redes sociais. A instituição ministerial foi representada pela promotora de Justiça Ana Maria França, que atuou em um dos procedimentos instaurados para apurar a exposição de adolescentes em vídeos com conotação sexual e exploração de mão de obra artística infanto-juvenil, veiculados pelo influenciador Hytalo Santos.

    A audiência pública foi proposta pelo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da ALPB, o deputado estadual Chió, e pelo presidente da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara Federal, o deputado federal, Ruy Carneiro.

    Na ocasião, a representante do MPPB falou sobre a herança histórica da adultização infantil, iniciada a partir do trabalho infantil e seguiu para a era digital. Falou também dos desafios enfrentados nas investigações desses crimes. “A adultização infantil via redes sociais não é um direito de expressão, mas uma ameaça à dignidade da infância. Como promotora de Justiça, defendo uma abordagem integrada: educação parental sobre os riscos digitais, campanhas de conscientização pública, investimentos em recursos tecnológicos para agilizar investigações e uma regulação mais rigorosa das plataformas, com responsabilização civil e criminal para quem lucra com a vulnerabilidade infantil. Pais, influenciadores e sociedade: protejam a infância antes que ela se perca no feed infinito. Denunciem conteúdos inadequados! É um ato de justiça. Somente assim, poderemos garantir que as crianças sejam crianças, e não miniaturas de adultos explorados”, defendeu.

    Encaminhamentos

    De acordo com a promotora de Justiça, a audiência resultou em novos encaminhamentos que serão levados ao Congresso Nacional, fortalecendo as construções legislativas para proteção da infância e adolescência no ambiente digital e consolidando o compromisso da Paraíba em contribuir com esse debate nacional. 

    No último mês de agosto, a ALPB aprovou a “Lei Felca” (Lei Estadual 13.861/2025), de combate à adultização de crianças. A norma tem como principal objetivo prevenir e coibir práticas e conteúdos que incentivem a adultização, preservando o desenvolvimento saudável dos menores de 12 anos.

    De acordo com o dispositivo legal, a adultização infantil é entendida como qualquer forma de exposição, estímulo ou imposição para que crianças assumam comportamentos, aparências, linguagens, responsabilidades ou papéis sociais próprios da vida adulta. Entre os exemplos listados estão o uso de roupas e maquiagens sexualizadas, participação em conteúdos de caráter erótico ou violento, além da exposição a músicas e coreografias impróprias para a idade.

    A lei também responsabiliza o Estado pela implementação de políticas públicas e campanhas permanentes de prevenção, para conscientizar pais e responsáveis; por fiscalizar conteúdos midiáticos e eventos destinados ao público infantil; apoiar atividades culturais, esportivas e educacionais que valorizem a infância e capacitar profissionais das áreas de educação, saúde, cultura e assistência social para identifiquem e previnam situações de adultização, oferecendo uma rede de proteção mais efetiva. A lei também determina a criação de canais de denúncia acessíveis e seguros, para que a sociedade possa relatar casos de exposição indevida de crianças.

  • TJPB suspende expediente presencial no Fórum de Santa Rita

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    TJPB suspende expediente em Fórum

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou, por meio do Ato da Presidência nº 126/2025, publicado no Diário da Justiça eletrônico desta sexta-feira (12), a suspensão dos trabalhos presenciais no Fórum Juiz João Navarro Filho, da Comarca de Santa Rita, entre os dias 11 e 14 de setembro de 2025.

    A medida foi tomada em razão da instalação de cabeamento estruturado nos fóruns do Estado, etapa preparatória para a implementação de rede Wi-Fi. De acordo com o documento, a paralisação é necessária porque os serviços técnicos exigem a utilização de equipamentos que geram ruído e ocasionam a suspensão temporária do acesso à internet no local, o que inviabiliza o funcionamento regular do fórum.

    Apesar da suspensão presencial, o ato garante que não haverá prejuízo à prestação jurisdicional, que ocorrerá de forma remota. Audiências já agendadas para o período deverão ser redesignadas ou convertidas em virtuais, a critério de cada juízo.

    O presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, destacou no ato que a liberação integral do prédio é fundamental para assegurar a segurança, celeridade e eficiência na execução dos serviços.

    Por Lenilson Guedes

  • CGJ apresenta painel de BI com novas propostas para diagnóstico completo das unidades judiciais

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    Gerente de TI da Corregedoria apresentou a nova tecnologia

    A Corregedoria-Geral da Justiça da Paraíba (CGJ-PB) deu mais um passo importante no fortalecimento da gestão e acompanhamento das atividades jurisdicionais. Em reunião realizada com os juízes corregedores e auxiliares, a Gerência de Tecnologia da Corregedoria apresentou o ‘Painel de Business Intelligence (BI) da Correição Virtual’, ferramenta que permite visualizar de forma clara e objetiva os principais indicadores de desempenho das unidades judiciais.

    A partir de agora, os(as) magistrados(as) podem conhecer a lógica dos indicadores, sua atualização periódica e as métricas que norteiam o trabalho de fiscalização e orientação da Corregedoria. Durante a exposição, foram detalhados os recursos já disponíveis no painel, que hoje possibilita o acompanhamento de informações, como: acervo processual, taxa de congestionamento, índice de atendimento à demanda (IAD), cumprimento de metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), processos paralisados, conclusos e provimentos.

    Além da demonstração prática, a equipe técnica apresentou propostas de ampliação do painel, com a inclusão de novos dados capazes de oferecer um diagnóstico mais completo e integrado das unidades judiciais. “A ideia é reunir, em um único ambiente, informações já disponíveis em outros instrumentos de gestão do Tribunal de Justiça da Paraíba, como o Painel Processo Judicial eletrônico (PJe), Painel de Metas, Painel de Produtividade, Painel de Controle de Prisões Preventivas, do Núcleo de Monitoramento do Perfil de Demandas (Numopede), entre outros. Dessa forma, cada unidade poderá ser avaliada de forma global e comparada a outras de perfil semelhante”, comentou o gerente de Tecnologias da Corregedoria, Ney Robson.

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    Corregedor-geral diz que ferramenta fortalece a missão da CGJ

    Outro avanço destacado no projeto, segundo o gerente, é a previsão de envio automático de e-mails ao Corregedor-Geral e aos juízes corregedores, sempre que uma unidade alcançar índices considerados críticos ou, ao contrário, superar metas de desempenho estabelecidas pela Corregedoria. Esse mecanismo permitirá respostas mais rápidas às situações que exijam intervenção e, também, o reconhecimento das boas práticas adotadas pelos magistrados e servidores.

    O corregedor-geral de Justiça, desembargador Leandro dos Santos, disse que a iniciativa fortalece a missão da CGJ em promover uma Justiça mais eficiente e transparente, valorizando a inovação tecnológica como aliada no processo de fiscalização e apoio às unidades”. Já a equipe da Gerência de Tecnologia destacou, ainda, que as sugestões apresentadas têm como objetivo tornar o painel um instrumento cada vez mais estratégico para o planejamento e a gestão da atividade correicional da Corregedoria-Geral de Justiça.

    Por Fernando Patriota

    Fotos: Corregedoria-Geral de Justiça da Paraíba

     

  • Projeto Elas por Elas, do TJPB, será lançado no Sertão para fortalecer a liderança feminina

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    Projeto será lançado em Patos e Santa Luzia

    Fortalecer a participação das mulheres nos espaços de poder e decisão do Judiciário brasileiro, garantindo maior igualdade de gênero na ocupação de cargos de direção, chefia e representação institucional. Com este objetivo, o Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), lança, na segunda-feira (15), o projeto ‘Elas por Elas’.

    O lançamento será nos fóruns de Patos – às 9h – e Santa Luzia – às 15h30 -, Sertão do estado, e contará com as presenças do presidente do TJPB, Fred Coutinho, e da desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão, presidente do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina.

    Na programação da Comarca de Patos estão previstas atividades de acolhimento, onde estão incluídos um momento musical, seguido por ações de embelezamento, escuta de sugestões, relaxamento e uma palestra com a psicóloga Maria Gabrielle Alves Brito, que abordará o tema ‘Grandes mulheres lideram, antes de tudo, a si mesma’.

    Em Santa Luzia, haverá a inauguração da Sala de Amamentação, um espaço privativo e confortável destinado a todas as mães que trabalham ou vão ao Fórum, permitindo a retirada e o armazenamento do leite materno durante o período em que estiverem no local. O objetivo é dar suporte à continuidade do aleitamento materno, garantir a saúde da mãe e do bebê e valorizar as trabalhadoras.

    O projeto ‘Elas por Elas’ está em sintonia com a Resolução  nº 255/2018 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu a Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina, e reflete o compromisso do Tribunal de Justiça da Paraíba com a promoção da igualdade de gênero.

    Por Nice Almeida

  • Desembargador Fred Coutinho prestigia lançamento do livro ‘O Tribunal de Nuremberg’

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    Fred prestigia lançamento do livro de Everaldo Nóbrega

    Em noite de autógrafos, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, esteve presente ao lançamento do livro ‘O Tribunal de Nuremberg – Oito Décadas Depois’, de autoria de Everaldo Dantas Nóbrega. O evento aconteceu na noite desta quinta-feira (11), no Brind Delicatessen, na no bairro de Tambaú, em João Pessoa. 

    “A história revisitada e revelada a partir de uma acurada pesquisa, feita por mãos de um verdadeiro garimpeiro das letras. É o que podemos destacar nesta mais nova obra literária de Everaldo Nóbrega”, declarou Fred Coutinho, que assina um dos textos do livro.

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    A livro, que leva o selo da Editora Ideia, traz à tona o papel do Tribunal de Nuremberg – uma corte internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial para julgar os crimes e criminosos de guerra.

    Everaldo Nóbrega informa que o seu 18º livro é para que as pessoas mais velhas não esqueçam e as mais jovens tomem conhecimento das barbaridades que ocorreram durante a II Guerra Mundial. E do que se passou no Julgamento de Nuremberg. “Assim sendo, conscientizem-se de que, mesmos os mais poderosos, estão sujeitos a julgamentos e às penalidades das leis”, registra o autor do livro.

    O livro traz um registro com todos os fatos, condenações e a obra chega atual oitenta anos depois da barbárie que assolou o mundo.

    O prefácio da obra leva a assinatura do jornalista e escritor Evandro da Nóbrega (irmão do autor) e a apresentação do juiz federal, João Bosco Medeiros de Sousa. A orelha, do subprocurador da República, Eitel Santiago.

    Poemas – No lançamento de “O Tribunal de Nuremberg – Oito Décadas Depois”, o autor lançou, também, uma plaquete intitulada ´Poemas Inéditos’, anunciando sua chegada ao time dos poetas paraibanos.
     

    Por Valter Nogueira

    Fotos: Ednaldo Araújo
     

  • Concurso MP PB: procurador-geral prevê novo edital em 2026

    Concurso MP PB: procurador-geral prevê novo edital em 2026

    O procurador-geral de Justiça da Paraíba, Leonardo Quintans, confirmou a previsão de um novo concurso MP PB para a carreira de promotor. Ele também comentou sobre a situação do edital para servidores.

    Em entrevista nesta quinta-feira, 11, ao programa Rede Verdade, da TV Arapuan, o procurador-geral confirmou a intenção de publicar um novo edital:

    “Para promotor, temos sim um planejamento para, no próximo ano, iniciar os diálogos internos para a realização de um concurso. Até 2030, teremos uma quantidade considerável de aposentadorias compulsórias em nossa estrutura e precisamos dar início ao concurso, que é complexo, possui várias fases e demanda tempo para sua execução. Mas pretendemos, sim, em 2026, iniciar um concurso para Promotor de Justiça”, afirmou Quintans.

    Por se tratar de uma etapa preliminar, ainda não há quantitativo de vagas definido, nem data prevista para a publicação do edital.

    Em relação ao concurso para servidores, ele destacou que o último edital ainda está em validade e, por isso, não há perspectiva de novas seleções para a área de Apoio, que abrange cargos de técnico e analista.

    Procurador-geral da Paraíba confirma novo concurso MP PB em 2026 para promotor

    (Foto: TCE PB)

    Para o cargo de promotor, é necessário possuir diploma de bacharel em Direito, registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, no mínimo, três anos de prática jurídica.

    O subsídio inicial da carreira é de R$35.877,26, podendo aumentar conforme os benefícios previstos.

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    Veja como foi o último concurso MP PB de promotor

    O último concurso MP PB para a carreira de Promotor de Justiça Substituto foi publicado em 2018, com oferta de dez vagas efetivas. A seleção foi organizada pela Fundação Carlos Chagas (FCC) e recebeu mais de 4,5 mil inscrições.

    Os candidatos foram avaliados em cinco etapas:

    • Prova Preambular Objetiva;
    • Prova Escrita (Discursiva);
    • Prova Oral;
    • Prova Prática de Tribuna;
    • Curso de Formação.

    Na prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, foram aplicadas 100 questões, com duração de cinco horas.

    A avaliação foi dividida entre disciplinas principais e complementares. Confira:

    Disciplinas principais (12 questões cada):

    • Direito Constitucional
    • Direito Penal
    • Direito Processual Penal
    • Direito Civil
    • Direito Processual Civil
    • Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos

    Disciplinas complementares:

    • Direito Administrativo – 4 questões
    • Direito Empresarial – 4 questões
    • Direito Tributário – 4 questões
    • Medicina Legal – 4 questões
    • Direito Eleitoral – 4 questões
    • Lei Orgânica do Ministério Público – 4 questões
    • Lei de Organização Judiciária do Estado – 2 questões
    • Língua Portuguesa – 2 questões

    Foram considerados habilitados os candidatos que alcançaram, no mínimo, 200 pontos.

    Clique para saber mais

  • Câmara de Boa Vista PB abre concurso para nível fundamental

    Câmara de Boa Vista PB abre concurso para nível fundamental

    A Câmara Municipal de Boa Vista, localizada no estado da Paraíba, está com inscrições abertas para um novo concurso público. O concurso visa preencher quatro vagas destinadas a candidatos com nível fundamental completo. 

    As oportunidades oferecidas são para os cargos de auxiliar de serviços gerais, com duas vagas, e vigilante, também com duas vagas. 

    A remuneração para ambos os cargos é de R$ 1.518,00, sendo que a jornada de trabalho para auxiliar de serviços gerais é de 40 horas semanais, enquanto para vigilante é em regime de plantão (12×36).

    VEJA O EDITAL

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    Câmara de Boa Vista PB abre concurso para nível fundamental (Foto: Divulgação)

    Confira os detalhes da seleção

    Os interessados em participar do processo seletivo devem se inscrever através do site da Ápice Consultoria, entre as 9h do dia 12 de setembro e as 23h59 do dia 12 de outubro. A taxa de inscrição é de R$ 85,00. O processo seletivo será realizado por meio de uma prova escrita objetiva, agendada para o dia 23 de novembro.

    Este concurso público terá validade de dois anos, contados a partir da data de publicação de sua homologação no Diário Oficial do Município, podendo ser prorrogado conforme decisão da Administração Pública Municipal.