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  • Palestra sobre importância do NatJus encerra programação da Semana Nacional de Saúde

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    Desembargadora Anna Carla e palestrantes, no Fórum Cível

    Analisar questões de saúde no âmbito da Justiça é uma tarefa de muita responsabilidade que exige um olhar técnico especializado e, ao mesmo tempo, humano. Importante para uma prestação jurisdicional adequada, a temática foi incluída na programação da Semana Nacional de Saúde, do Tribunal de Justiça da Paraíba.

    A programação foi encerrada nesta sexta-feira (11), com a palestra “A importância do NatJus para o julgamento das demandas de saúde”, no Fórum Cível de João Pessoa ‘Desembargador Mário Moacyr Porto’.

    “Dialogar sobre a necessidade da nota técnica nas demandas de saúde e sobre os critérios de análise dos profissionais de saúde para elaboração das notas, assim como explicações sobre medicina baseada em evidências, linhas de tratamento, pareceres técnicos, enfim, sobre questões tão importantes para uma decisão judicial eficiente é algo

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    A Semana Nacional da Saúde foi encerrada no Fórum Cível

    indispensável para todo o sistema jurídico, inclusive a participação das advogadas nas indagações finais trouxeram um grande enriquecimento do debate”, afirmou a juíza auxiliar da Vice-presidência do TJPB e coordenadora do Núcleo, Silmary Alves de Queiroga Vita, que foi uma das palestrantes.

    Implantado por meio do Ato Conjunto 02/2023, o Núcleo de Apoio Técnico do Judiciário (NatJus) é responsável pela elaboração de documentos técnicos e especializados na área da saúde. A finalidade é auxiliar magistrados(as) na formação de um juízo de valor, quando da análise de questões clínicas apresentadas nas ações judiciais, envolvendo a assistência à saúde.

    Magistrados(as) e servidores(as) participaram atentos à palestra, que também foi ministrada pelos médicos integrantes do NatJus Emmanuel Vinícius Pereira, Puamma Tabira Costa e Vanessa Monteiro Costa.

    Por Nice Almeida

     

  • Consulta Pública: TJPB convida a população para sugerir melhorias do sistema prisional da PB

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    Como podemos tornar o sistema prisional brasileiro mais justo, digno e eficiente? O que você pensa sobre o modelo e a estrutura prisional do Brasil? A sua opinião pode ajudar a transformar a realidade carcerária no nosso país, com respostas que serão essenciais para a implementação do Plano ‘Pena Justa’ no âmbito do nosso estado.

    Para isso, segundo a juíza Maria Aparecida Sarmento Gadelha, coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF) do TJPB e auxiliar da Presidência, basta acessar a CONSULTA PÚBLICA que está aberta no site do TJPB e ficará disponível até o dia 2 de maio de 2025. Acesse o formulário, envie suas ideias e ajude a construir um sistema penal mais humano e justo.

    O Pena Justa é o plano nacional para enfrentar a situação de calamidade nas prisões brasileiras, construído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a União com o apoio de diversos parceiros institucionais e a sociedade civil. Mas todos os estados e o Distrito Federal também deverão elaborar planos locais, com base nas diretrizes nacionais.

    Na Paraíba, quem vai atuar na construção do Plano é o Comitê Estadual de Políticas Penais (CEPP/PB) empossado esta semana. E a primeira iniciativa está posta: ouvir a sociedade!

    Sua colaboração é fundamental para garantir que as políticas penais levem em conta as diferentes realidades e vozes do Brasil.

     

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    O QUESTIONÁRIO – O Poder Judiciário da Paraíba convida você e toda a população a participar ativamente desse processo por meio de um questionário on-line, simples e direto, que reunirá as visões e sugestões da sociedade para enfrentar a grave crise nas prisões do país. O documento traz explicações sobre os eixos de atuação do Plano e, na sequência, alternativas contendo sugestões de ações. Ao responder, indique as que você considera prioritárias.

    Também haverá espaço para sugerir por escrito outras ações de enfrentamento ao problema apresentado.   

    Os eixos do Pena Justa são os seguintes: 

    1. Controle da entrada e das vagas do Sistema Prisional
    2. Qualidade da ambiência, dos serviços prestados e da estrutura prisional
    3. Processos de Saída da prisão e da reintegração social
    4. Baixa institucionalização do enfrentamento ao racismo no ciclo penal

    Abaixo, os QR Code para conhecer mais sobre o PENA JUSTA.

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    Por Gabriela Parente

     

  • Prefeitura de Pombal retifica edital para 213 vagas em concurso

    Prefeitura de Pombal retifica edital para 213 vagas em concurso

    A Prefeitura de Pombal, localizada no Estado da Paraíba, publicou uma retificação no edital do concurso público que busca preencher 213 vagas para profissionais com formação em níveis fundamental, médio e superior. As oportunidades incluem cargos como:

    • Agente de Limpeza Urbana
    • Auxiliar de Serviços Gerais
    • Coveiro
    • Operário
    • Servente de Pedreiro
    • Pedreiro
    • Artesão
    • Condutor de Transporte de Emergência
    • Eletricista
    • Guarda Municipal
    • Entre outros

    EDITAL RETIFICADO (pág. 74)

    Prefeitura de Pombal retifica edital para 213 vagas em concurso (Foto: Divulgação)

    Os salários oferecidos variam de R$ 1.518,00 a R$ 4.754,62, com cargas horárias que vão de 20 a 40 horas semanais, além de plantões de 24 horas.

    A Vitalícia do Qconcursos voltou! Mude agora o seu futuro e nunca mais invista em outro preparatório.

    Como participar

    As inscrições devem ser realizadas até 11 de maio, até as 23h59, por meio de formulário online. As taxas de inscrição variam de R$ 75 a R$ 115.

    O processo seletivo inclui provas escritas objetivas, que ocorrerão em 15 de junho, provas práticas em 10 de agosto, além de avaliações de títulos. A validade do concurso será de dois anos, com possibilidade de prorrogação por igual período.

  • PGJ publica manual sobre boas práticas ambientais, sociais e de governança no MPPB

    PGJ publica manual sobre boas práticas ambientais, sociais e de governança no MPPB

    A Procuradoria-Geral de Justiça elaborou o “Manual de Práticas ESG do MPPB” e está disponibilizando aos membros e servidores a publicação online que contempla boas práticas ambientais, sociais e de governança a serem fomentadas e implementadas na instituição. 

    O manual foi idealizado pelo procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, e elaborado pela Diretoria Administrativa (Diadm) do MPPB, em razão da necessidade de aprimoramento das práticas administrativas, compatibilizando-as com ações ambientalmente adequadas para que haja uma gestão logística sustentável na instituição ministerial.

    Segundo o PGJ, a publicação segue as orientações do artigo 28 do Ato PGJ 108/2024 (o qual dispõe sobre o planejamento estratégico no MPPB) e contempla o objetivo estratégico de disseminar práticas de governança e gestão, em todos os níveis, orientadas para resultados.

    Além de valorizar pessoas e um ambiente de trabalho saudável (com a criação de espaços como bicicletário e vestiário e a reativação do Núcleo de Bem-Estar e Qualidade de Vida no Trabalho, por exemplo), o MPPB tem investido em compras públicas e construções sustentáveis e na sensibilização e capacitação de membros e servidores sobre o assunto. 

    “O objetivo é internalizar o sistema ESG como política administrativa de tomada de decisões que envolvam as pessoas, o meio ambiente e a governança do MPPB; aplicar recursos orçamentários e financeiros direcionados e centrados na política ESG e conectados com os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável), com foco na eficiência das ações administrativas”, explicou o PGJ. 

    Boas práticas

    De acordo com o diretor administrativo do MPPB, Jonatha Vieira, para elaborar o manual, foram mapeadas as ações implementadas pelo MPPB nos eixos social, sustentável e de governança; apresentadas potenciais ações a curto, médio e longo prazos conectadas com práticas ESG e compilados achados dessa pesquisa. 

    O manual traz informações sobre como otimizar recursos orçamentários e financeiros, investindo em “energia limpa”, no reuso de materiais, em compras e contratações eficazes, além de promover descarte responsável de materiais e bens inservíveis. 

    “O uso de papel, o consumo de energia elétrica, o uso da água, além da aquisição e da utilização de materiais permanentes que possuem tempo de vida útil, a necessidade de relações pessoais mais humanizadas, entre outras práticas, sugerem a imprescindibilidade de implementação de processos para uma organização sustentável em seus meios e fins. O Ministério Público da Paraíba, enquanto instituição pública atenta às boas práticas atuais, apresenta, neste manual, contribuições administrativas para práticas ESG, como instrumento de governança a partir de ações e mudanças comportamentais que impactam positivamente na qualidade da prestação dos seus serviços à sociedade”, argumentou o procurador-geral. 

    ESG

    Conforme explicou o PGJ, ESG é uma sigla em inglês, que significa Environmental, Social and Governance e corresponde a práticas ambientes, sociais e de governança por uma instituição. O termo foi inicialmente publicado pelo Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, cunhado pelo então secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, por provocação a empresários de instituições financeiras, para que integrassem fatores sociais, ambientais e de governança no mercado de capitais. 

    O acordo de Paris, de 2015, também está inserido no contexto sustentável, e foi ratificado em 2021 pelo Brasil para redução de gases de efeito estufa, aumento de bioenergia sustentável e reflorestamento. “Tal pacto é uma espécie de código de conduta para práticas gerenciais comprometidas com ações inovadoras. O Ministério Público da Paraíba, a partir da concepção de Manual de Práticas ESG, coloca-se como instituição de vanguarda na Paraíba, quando empreende modelo de gestão focado em zelar pelos interesses da sociedade, com ações sustentáveis, sociais e de governança”, disse Hortêncio.

    Para ler o Manual de Práticas ESG do MPPB na íntegra, clique AQUI

  • MPPB recomenda medidas para prevenção a queimadas e incêndios em dois municípios

    MPPB recomenda medidas para prevenção a queimadas e incêndios em dois municípios

    O Ministério Público da Paraíba recomendou aos Municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo uma série de medidas a serem adotadas para o enfrentamento das queimadas e incêndios na vegetação nativa. Uma das medidas recomendadas é a intensificação das ações de fiscalização, combate e prevenção às queimadas no município, garantindo o cumprimento das normas ambientais e evitando danos ao meio ambiente.

    A recomendação foi expedida pela 6ª promotora de Justiça de Santa Rita, Miriam Pereira Vasconcelos, que atua na defesa do meio ambiente. Foi concedido prazo de 10 dias para que os Municípios informem sobre o acatamento da recomendação.

    Conforme a promotora, notícias recorrentes têm sido veiculadas apontando o aumento significativo de queimadas nos municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo, o que tem gerado graves impactos ambientais e riscos à saúde da população, especialmente em relação à poluição do ar e aos danos à vegetação e fauna locais;

    “As queimadas, recorrentes e em grande escala, causam danos consideráveis à vegetação nativa, aos recursos hídricos e à fauna local, além de representarem uma ameaça à saúde da população, especialmente das pessoas mais vulneráveis, como crianças, idosos e portadores de doenças respiratórias, devido à poluição atmosférica”, salienta a promotora.

    Na recomendação, é destacado que a Lei Federal nº 14.944/2024 determina a responsabilidade dos órgãos federais, estaduais e municipais na implementação de políticas públicas de prevenção a queimadas e estabelece penalidades mais severas para os infratores.

    Também é destacado que a conduta de provocar incêndio em floresta ou em demais formas de vegetação se amolda ao crime tipificado no artigo 41 da Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais).

    “A situação atual exige ações urgentes por parte dos órgãos competentes, com a implementação de medidas eficazes de prevenção, fiscalização e repressão, a fim de minimizar os prejuízos ambientais e proteger a qualidade de vida da população”, declara a promotora Miriam Vasconcelos.

     

    Mais medidas recomendadas:

    – Realização e apresentação de estudos sobre áreas de recorrência de incêndios florestais, tipos de vegetação e áreas prioritárias para conservação no município, visando identificar zonas de risco e subsidiar estratégias de prevenção e controle das queimadas;

    – Adoção de medidas para identificar e monitorar permanentemente imóveis rurais que utilizam o fogo de forma recorrente como técnica agrícola, com foco na regularização ambiental e no controle de práticas ilegais;

    – Promoção de campanhas de conscientização e orientação à população, por meio de publicidade institucional e mídias sociais, sobre os riscos e as proibições relacionadas ao uso do fogo, especialmente durante o período de estiagem, com o objetivo de prevenir a ocorrência de queimadas ilegais, reduzir os danos ambientais e à saúde pública, e incentivar práticas sustentáveis de manejo e descarte de resíduos.

     

    Imagem ilustrativa: Freepik

  • Especialista destaca impacto da IA no Judiciário e aponta cuidados necessários para uso responsável

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    Bruno Figueirêdo, doutor em Informática

    A Inteligência Artificial (IA) tem promovido mudanças significativas em diversos setores da sociedade, e o Poder Judiciário não é exceção. A crescente digitalização dos processos e a demanda por maior celeridade e eficiência vêm impulsionando a adoção de tecnologias baseadas em IA no sistema judicial brasileiro.

    Para Bruno César Barreto de Figueirêdo, doutor em Informática, o uso da IA generativa no Judiciário acontecerá de forma progressiva, integrando-se às rotinas já estabelecidas. “Na prática, essas ferramentas atuarão como assistentes inteligentes, auxiliando na elaboração de minutas de decisões, despachos e votos, respondendo a consultas sobre jurisprudência, gerando resumos automáticos de peças processuais volumosas e até mesmo identificando contradições ou omissões em textos jurídicos”, disse.

    Segundo ele, um(a) magistrado(a) poderá solicitar à IA, por exemplo: “Resuma a petição inicial do processo X” ou “elabore um esboço de sentença com base nesses fundamentos”. Para Bruno Figueirêdo, a ideia não é substituir a atividade jurisdicional, mas sim oferecer uma base produtiva e confiável para acelerar etapas técnicas e repetitivas.

    Sobre a possibilidade de agilizar o tempo de tramitação dos processos, Bruno afirma que a IA pode contribuir de maneira bastante significativa. “Ela reduz o tempo de análise documental, acelera a produção de atos judiciais e otimiza pesquisas jurídicas, contribuindo diretamente para a celeridade processual, conforme previsto no artigo 5º, inciso LXXVIII da Constituição Federal”, observou.

    Além disso, ao automatizar tarefas de apoio, o doutor em computação afirmou que a IA libera servidores(as) e magistrados(as) para atividades mais analíticas e estratégicas, reduzindo gargalos causados pelo alto volume de trabalho.

    IA generativa
    Bruno Figueirêdo, Max Nunes e Daniel Melo: IA na Justiça

    As principais aplicações da IA no âmbito judicial incluem: a elaboração automática de minutas de decisões e despachos; resumos de peças processuais; pesquisa jurisprudencial otimizada; análise preditiva de julgamentos (com base em decisões anteriores); identificação de precedentes vinculantes; classificação e triagem automática de processos (como já ocorre em projetos-piloto no Superior Tribunal de Justiça e no Tribunal Superior Eleitoral); detecção de inconsistências ou omissões em documentos judiciais; e apoio ao cumprimento de metas de produtividade com dashboards inteligentes.

    “Essas soluções já são realidades em diversos tribunais do país e podem ser customizadas para o Tribunal de Justiça da Paraíba, respeitando a infraestrutura, o perfil da demanda e os recursos humanos disponíveis”, disse Bruno Figueirêdo.

    Apesar dos avanços, o especialista alerta que o uso da IA requer cuidados cruciais. “É essencial que as decisões continuem sendo humanas. A IA atua como um copiloto, não como o juiz do caso”, afirmou.

    Entre os pontos de atenção, o especialista destaca: privacidade e proteção de dados (em conformidade com a LGPD); evitar alucinações da IA (respostas incorretas com aparência de verdade); auditorias e validação humana constante dos resultados gerados; treinamento dos modelos com bases confiáveis, preferencialmente internas ao Judiciário; e registro e rastreabilidade do uso da IA em decisões, para preservar a motivação e controle jurisdicional.

    Curso – Até a sexta-feira (11), o especialista Bruno Figueirêdo ministrou, na sede da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), em João Pessoa, o curso ‘Transformação Digital no Judiciário: O Poder da IA Generativa’. A formação, que ocorreu de forma presencial, é voltada a magistrados(as), assessores(as), analistas e técnicos judiciários do Poder Judiciário estadual.

    IA generativa
    Juiz Max Nunes

    O juiz auxiliar da Vice-presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Max Nunes de França, participou da abertura das atividades no último dia de aula. Na ocasião, ele destacou a importância de dominar o uso consciente e estratégico da inteligência artificial no cotidiano da Justiça.

    “Essa tecnologia tem se integrado cada vez mais à nossa rotina de trabalho, seja na tarefa de resumir processos seja na sistematização de decisões. Saber utilizá-la de forma eficiente, e sempre em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) neste ano, é essencial para o desempenho das atividades diárias no Judiciário”, disse.

    Já o diretor da Diretoria de Tecnologia da Informação do TJPB (Ditec), Daniel Ayres de Melo, reforçou que o tema da Inteligência Artificial vem sendo amplamente debatido nos tribunais de todo o país, e o TJPB não pode ficar de fora desse movimento. Segundo ele, além da adoção de novas ferramentas tecnológicas, é indispensável investir na capacitação dos profissionais que integram o Judiciário paraibano.

    IA generativa
    Daniel Ayres de Melo, diretor da Ditec

    “Essa iniciativa precisa se tornar recorrente. Eu costumo dizer que 2025 está se mostrando um verdadeiro divisor de águas para a Inteligência Artificial. As instituições que não se dedicarem ao tema e não investirem tempo e energia nesse processo, inevitavelmente, ficarão para trás”, assegurou.

    Dentro do ambiente de trabalho do TJPB, o diretor de TI destacou que, especialmente por meio do Google Workspace, os magistrados(as), assessores(as), gerentes e diretores(as) já têm acesso à Inteligência Artificial do Google. “O curso ministrado tem justamente o objetivo de mostrar, na prática, como utilizar essa tecnologia de forma mais eficiente. Ela já está à nossa disposição, o que precisamos agora é potencializar seu uso”, falou.

    Ainda segundo ele, a Ditec está avançando na incorporação da IA também nas audiências judiciais. Atualmente, estão sendo avaliadas pelo menos quatro soluções que poderão ser integradas ao sistema PJe. “O objetivo é acelerar e otimizar o trabalho de servidores e magistrados, promovendo mais agilidade e eficiência no Judiciário paraibano”, disse.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Estudantes de Direito ressaltam entusiasmo com a profissão após conhecerem Museu e Pleno do TJPB

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    Fred Coutinho, Marcos Caalcanti e João Barbosa com estudantes

    Estudantes do 3º e 4º períodos do curso de Direito da Fesp Faculdades ficaram ainda mais entusiasmados com a profissão depois de visitarem, nesta sexta-feira (11), o Museu do Poder Judiciário. Ao conhecerem a história, percorrendo os espaços do Palácio da Justiça, eles puderam ver como tudo funciona. 

    Entre os ambientes visitados, esteve o Pleno do Tribunal de Justiça, local onde os alunos foram recepcionados pelo presidente da Corte, desembargador Fred Coutinho, e o vice-presidente, desembargador João Batista Barbosa. “Acreditem em vocês, sonhem e lutem, mas nunca deixem de estudar. A única riqueza que temos não é o valor material, mas o conhecimento. Esse aí ninguém tira de você. O Tribunal está de portas abertas de verdade, porque estamos aqui para servir ao povo”, disse o desembargador-presidente.

    Presidida pelo desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, a Comissão de Cultura e Memória do TJPB é responsável pela administração do museu. O magistrado explicou que as visitas podem ser feitas por estudantes e, também, turistas. “Estamos exibindo processos históricos de muito valor, cada um no seu tempo, no tempo do Império, no tempo da República, e o Tribunal estará sempre aberto para visitação, incluindo grupos de estudantes e turistas, sejam paraibanos, que vêm do interior e não conheciam o tribunal, ou então de outros países”, destacou.

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    Marcos Cavalcanti levou os estudantes à Sala de Sessões do Pleno

    Os alunos da Fesp fizeram a visitação acompanhados pela professora Camila de Araújo Cavalcante, que ressaltou a importância de ter o TJPB aberto as portas para esse conhecimento. “É muito importante que eles, ainda enquanto estudantes e acadêmicos do curso de Direito, possam ter acesso ao Tribunal de Justiça, conhecer um pouco de sua história e também do seu funcionamento. Entender que este órgão faz parte da realização da justiça e fazer com que eles estejam com esse contato direto. Assim, eles podem ter uma ideia do que esperar no futuro”, falou.

    Letícia Lopes Dias está no 3º período do curso de Direito e ficou encantada com a história do Poder Judiciário. “É incrível ver como as coisas funcionam na prática, como tudo se constrói, como a máquina judiciária funciona. É realmente lindo de ver e inspirador para quem está começando”, finalizou.

    Agendamento – Para agendar visitas em grupo ao Museu do Poder Judiciário, os interessados podem entrar em contato pelos telefones: (83) 3612-6797 e (83) 99143-7273 (WhatsApp). O agendamento pode ser feito, também, pelo e-mail – museu@tjpb.jus.br. Para saber mais sobre o Museu do TJPB, o cidadão pode seguir o Instagram @museutjpb.

    Por Nice Almeida

     

  • Audiência define capacitação em letramento racial e diversidade para professores da PM

    Audiência define capacitação em letramento racial e diversidade para professores da PM

    Professores de Direito dos cursos de formação da Polícia Militar passarão por uma capacitação em letramento racial, diversidade e direitos humanos. A medida foi definida em audiência promovida pelo Ministério Público da Paraíba, na última quarta-feira (09/04). A capacitação deverá ser realizada em maio pelo projeto “Entrelace”, da Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (SEMDH). 

    Participaram da reunião a 46ª promotora de Justiça de João Pessoa, Fabiana Lobo; o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim), promotor Ricardo Alex Almeida Lins; a gerente executiva de Direitos Humanos da SEMDH, Sandra Regina Santos; a assessora jurídica da SEMDH, Regina Cláudia Barbosa; e o coordenador de Ensino, Treinamento e Pesquisa do Centro de Educação da PMPB, tenente-coronel Francisco Vieira de Araújo Neto.

    A promotora Fabiana Lobo informou que o MPPB tem atuado na questão da capacitação em letramento racial, gênero diversidade, a partir de uma demanda apresentada pelos movimentos negros. Em audiência ocorrida anteriormente, ficou definida a realização de curso para policiais militares em todo o Estado. A SEMDH encaminhou o calendário de capacitações dos batalhões da PM em todo o Estado. Entretanto, conforme a promotora, ainda restava a inclusão do letramento nos cursos de Formação de Soldados, de Sargentos, de Oficiais; Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais e Curso de Especialização em Segurança Pública.

    Durante a audiência, o coordenador de Ensino da PM esclareceu que a matriz curricular dos cursos de formação segue a matriz curricular nacional da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça. Ele informou ainda que, atualmente, oficiais e praças com pós-graduação na área de Direitos Humanos ministram as matérias. 

    Foi então pontuada a necessidade de capacitação desses professores haja vista que, no letramento do projeto “Entrelace”, há assuntos específicos que não são usualmente abordados em cursos de pós-graduação em direitos humanos.

    De acordo com informações da SEMDH, o projeto Entrelace visa capacitar e qualificar profissionais que atuam em diversas áreas da administração pública e do sistema de Justiça, a fim de promover os direitos humanos e a cidadania da população paraibana.

  • CAO da Cidadania oferta curso de capacitação em grupos reflexivos para homens

    CAO da Cidadania oferta curso de capacitação em grupos reflexivos para homens

    O Centro de Apoio Operacional da Cidadania e Direitos Fundamentais do Ministério Público da Paraíba (MPPB) vai promover um curso de capacitação em grupos reflexivos para homens em situação de violência doméstica destinado a integrantes da rede de proteção à mulher. 

    O curso será ministrado pela advogada Marília Albernaz, parceira da iniciativa, através da plataforma Google Meet, no dia 20 de maio, das 9h às 12h. As inscrições deverão ser realizadas até o dia 15 de maio, através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

    De acordo com a coordenadora do CAO, promotora Liana Espínola Carvalho, o intuito é que os promotores de Justiça possam ofertar o curso para a rede de proteção da mulher de seus municípios.

    Os grupos têm como objetivo despertar reflexão nos participantes sobre machismo, violência, a fim de que mudem de atitude em relação às companheiras, filhas e outras mulheres do seu convívio e não mais reincidam na prática de atos violentos.

    O link de acesso à sala virtual será enviado aos promotores inscritos para ser repassado às facilitadoras de sua promotoria.

     

  • TJPB divulga editais de vacância para 1ª e 2ª Varas Mistas da Comarca de Cajazeiras

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) publicou, na edição de quinta-feira (10) do Diário da Justiça eletrônico, os editais de vacância para a 1ª e 2ª Varas Mistas da Comarca de Cajazeiras, de entrância final. As vagas são destinadas a magistrados(as) e serão preenchidas pelos critérios de merecimento e antiguidade. Os editais foram assinados pelo presidente da Corte, desembargador Fred Coutinho.

    Os(as) interessados(as) têm um prazo de cinco dias corridos, a contar da data da publicação, para se inscreverem por meio do sistema SEI, encaminhando o processo à Gerência de Primeiro Grau.

    O Edital de Vacância nº 35/2025 trata da vaga na 1ª Vara Mista de Cajazeiras, a ser preenchida por merecimento. Já o Edital nº 36/2025 diz respeito à vaga na 2ª Vara Mista, que será ocupada com base no critério de antiguidade.

    Por Marcus Vinícius