Categoria: CONGRESSO EM FOCO

  • Projeto que libera FGTS para quem tiver filhos está na pauta da Câmara

    Projeto que libera FGTS para quem tiver filhos está na pauta da Câmara

    A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (18) o Projeto de Lei 6.980/2017, de autoria do ex-deputado Julião Amim, que permite o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por ocasião do nascimento ou adoção de filho. O texto prevê que qualquer um dos genitores poderá retirar até duas vezes o próprio salário bruto da conta com maior saldo.

    O projeto também inclui novas situações de vulnerabilidade em que mulheres poderão acessar o FGTS, como dificuldades no sustento familiar, responsabilidade por pessoas com deficiência, gestação e rompimento de dependência financeira em casos de violência doméstica. O Conselho Curador do fundo deverá regulamentar os critérios para priorizar trabalhadores de baixa renda e garantir a sustentabilidade financeira do FGTS.

    O relator da proposta, deputado Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR), destacou que a medida busca garantir apoio financeiro em momentos críticos da vida familiar. A matéria já passou pelas comissões e chega ao Plenário em regime de urgência. Caso receba aval dos deputados, seguirá para análise do Senado antes de virar lei.

    O deputado Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR) é o relator da proposta na Câmara.

    O deputado Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR) é o relator da proposta na Câmara.Mario Agra/Câmara dos Deputados

  • Isenção do IR a partir R$ 5 mil chega ao Congresso. Veja íntegra

    Isenção do IR a partir R$ 5 mil chega ao Congresso. Veja íntegra

    O governo enviou ao Congresso Nacional nesta terça-feira (18) o projeto de lei que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil por mês. Se aprovada, a medida entrará em vigor em janeiro de 2026 e beneficiará milhões de brasileiros ao reduzir a carga tributária sobre a renda do trabalho.

    A proposta foi assinada de manhã e assinada nesta tarde. O Governo espera beneficiar cerca de 10 milhões de contribuintes.

    A proposta foi assinada de manhã e assinada nesta tarde. O Governo espera beneficiar cerca de 10 milhões de contribuintes.Marcello Casal Jr/Agência Brasil

    Pelas regras atuais, são isentos os contribuintes com rendimentos mensais de até R$ 2259,20. O novo projeto elimina o imposto para quem ganha até R$ 5 mil. Para aqueles que recebem entre R$ 5 mil e R$ 7 mil, haverá um desconto parcial no imposto devido, que diminuirá progressivamente até zerar. Acima desse valor, não haverá benefício. A redução também será aplicada sobre o imposto cobrado no décimo terceiro salário.

    Além da ampliação da isenção, o projeto cria novas regras para quem tem altos rendimentos. Lucros e dividendos recebidos por pessoas físicas passarão a ser tributados quando ultrapassarem R$ 50 mil no mês, com uma alíquota de 10%. Também será instituído um imposto extra para quem recebe mais de R$ 600 mil ao ano. Esse valor crescerá de forma progressiva até atingir a faixa de rendimentos superiores a R$ 1,2 milhão anuais.

    O projeto é um dos principais itens na agenda legislativa do governo para 2025. A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda será responsável por monitorar o impacto da medida.

    Confira a íntegra do projeto:

  • Cláudio Lembo, ex-governador de SP, morre aos 90 anos

    Cláudio Lembo, ex-governador de SP, morre aos 90 anos

    O ex-governador de São Paulo Cláudio Lembo morreu nesta quarta-feira (19), aos 90 anos, na capital paulista. A causa da morte não foi divulgada pela família. Lembo governou o estado de abril de 2006 a janeiro de 2007 e teve uma longa trajetória política e acadêmica.

    Quem foi Cláudio Lembo

    Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), Cláudio Lembo se tornou doutor em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde também foi reitor. Ele foi uma das principais figuras da política paulista e nacional, tendo sido um dos fundadores do Partido da Frente Liberal (PFL), que mais tarde se tornou o Democratas (DEM) e, depois, fundiu-se ao PSL para constituir o União Brasil.

    Cláudio Lembo em 2014

    Cláudio Lembo em 2014Bruno Poletti/Folhapress

    Lembo assumiu o governo de São Paulo em 2006 após a renúncia de Geraldo Alckmin (então PSDB), que deixou o Palácio dos Bandeirantes para disputar a Presidência da República naquele ano. Antes disso, Lembo foi vice-governador do estado de 2003 a 2006. Em sua gestão como chefe da gestão estadual, enfrentou a onda de ataques da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em maio de 2006, marcando um dos períodos mais críticos da segurança pública paulista.

    Além da atuação no Executivo estadual, ocupou cargos em diversas administrações municipais de São Paulo, sendo secretário nas gestões de Olavo Setúbal, Jânio Quadros, Paulo Maluf e Gilberto Kassab. Desde 2011, era filiado ao Partido Social Democrático (PSD), fundado por Kassab, e atuava como consultor e professor.

    Velório e enterro

    O velório de Cláudio Lembo será realizado nesta quarta-feira (19), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), no Hall Monumental, das 10h30 às 15h. O sepultamento acontecerá no Cemitério do Araçá às 16h, com cortejo acompanhado por batedores da Polícia Militar.

  • Senado aprova PL que aumenta pena de crime contra mulher feito com IA

    Senado aprova PL que aumenta pena de crime contra mulher feito com IA

    Projeto aumenta a pena do crime de violência psicológica contra mulher quando há uso de inteligência artificial para criação de vídeos falsos.

    Projeto aumenta a pena do crime de violência psicológica contra mulher quando há uso de inteligência artificial para criação de vídeos falsos.Freepik

    O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (19) o projeto de lei 370/2024, que aumenta a pena para o crime de violência psicológica contra a mulher quando houver uso de inteligência artificial ou de qualquer outra tecnologia para alterar imagem ou voz da vítima. A proposta, de autoria da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), foi relatada pela senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB).

    No plenário, a relatora classificou a proposta como bem-vinda e necessária.

    O projeto altera o Código Penal para incluir o uso de tecnologias como fator de agravamento da pena no crime de violência psicológica contra a mulher.

    A pena, atualmente fixada entre seis meses e dois anos de reclusão, será aumentada da metade nos casos em que a alteração de imagem ou som da vítima for utilizada para causar dano emocional, perturbar o desenvolvimento da mulher ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões.

    O crime de violência psicológica contra a mulher é caracterizado por ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, chantagem, ridicularização, limitação do direito de ir e vir ou qualquer outra forma de abuso que cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação da vítima.

    Com a aprovação no Senado, o projeto segue agora para sanção presidencial.

  • Câmara já elegeu 28 dos 30 presidentes de comissão; veja quem são eles

    Câmara já elegeu 28 dos 30 presidentes de comissão; veja quem são eles

    Yandra Moura presidirá a Comissão de Integração Nacional

    Yandra Moura presidirá a Comissão de Integração Nacional
    Mário Agra/Agência Câmara

    A Câmara dos Deputados já elegeu 28 dos 30 presidentes de suas comissões permanentes para o mandato de um ano. A escolha dos presidentes, indicados pelos líderes partidários, seguiu o princípio da proporcionalidade partidária. Neste caso, as maiores bancadas têm preferência no momento de escolher os colegiados. As duas comissões restantes elegerão seus presidentes na próxima semana: a de Administração e Serviço Público, que ficará com o Avante, e a de Desenvolvimento Urbano, a ser comandada pelo MDB.

    Veja a lista ocmpleta dos presidentes eleitos das comissões:

    Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) – Comissão de Desenvolvimento Econômico

    Elcione Barbalho (MDB-PA) – Comissão de Meio Ambiente

    Paulo Azi (União-BA) – Comissão de Constituição e Justiça

    Maurício Carvalho (União-RO) – Comissão de Educação

    Diego Andrade (PSD-MG) – Comissão de Minas e Energia

    Zé Vitor (PL-MG) – Comissão de Saúde

    Leo Prates (PDT-BA) – Comissão de Trabalho

    Rogério Correia (PT-MG) – Comissão de Finanças e Tributação

    Ricardo Barros (PP-PR) – Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação

    Yandra Moura (União-SE) – Comissão de Integração Nacional

    Daniel Almeida (PCdoB-BA) – Comissão de Defesa do Consumidor

    Mauricio Neves (PP-SP) – Comissão de Viação e Transportes

    Filipe Barros (PL-PR) – Comissão de Relações Exteriores

    Bacelar (PV-BA) – Comissão de Fiscalização Financeira e Controle

    Laura Carneiro (PSD-RJ) – Comissão do Esporte

    Denise Pessôa (PT-RS) – Comissão de Cultura

    Beto Richa (PSDB-PR) – Comissão de Indústria, Comércio e Serviços

    Célia Xakriabá (Psol-MG) – Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher

    Ruy Carneiro (Podemos-PB) – Comissão de Previdência e Assistência Social

    Duarte Jr. (PSB-MA) – Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência

    Zé Silva (Solidariedade-MG) – Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa

    Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG) – Comissão de Turismo

    Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) – Comissão de Segurança Pública

    Rodolfo Nogueira (PL-MS) – Comissão de Agricultura

    Reimont (PT-RJ) – Comissão de Direitos Humanos

    Dandara (PT-MG) – Comissão da Amazônia e dos Povos Originários

    Júlio César Ribeiro (Republicanos-DF) – Comissão de Comunicação

    Fred Costa (PRD) – Comissão de Legislação Participativa

  • Por anistia, PL ameaça obstruir votações na Câmara

    Por anistia, PL ameaça obstruir votações na Câmara

    A bancada do PL ameaça obstruir as votações no plenário da Câmara para pressionar o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), a definir a tramitação do projeto de lei (PL 2.858/22) que anistia os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A informação foi dada pelo líder do partido, Sóstenes Cavalcante (RJ), após reunião de lideranças partidárias realizada nessa quinta-feira (20).

    No ano passado, o então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), definiu que a proposta seria submetida a uma comissão especial antes de ser submetida ao Plenário. Essa comissão, no entanto, ainda não foi instalada.

    Número 1

    Para o PL, o assunto número 1 é o projeto da anistia, afirmou Cavalcante. Ele acrescentou que aguardará o retorno do presidente da Câmara para decidir sobre a obstrução, uma vez que Hugo Motta acompanhará o presidente Lula em viagem ao Japão, de 24 a 27 de março.

    Sóstenes Cavalcante diz que o PL vai esperar volta de Hugo Motta para confirmar obstrução

    Sóstenes Cavalcante diz que o PL vai esperar volta de Hugo Motta para confirmar obstruçãoKayo Magalhães/Agência Câmara

    A posição do PL foi criticada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), líder da Federação PT-PCdoB-PV. Isso paralisaria o Poder Legislativo e colocaria a Câmara em uma grave crise institucional, especialmente com o julgamento agendado para a próxima semana no Supremo Tribunal Federal, que decidirá se receberá ou não a denúncia contra Jair Bolsonaro, declarou.

    O que é obstrução?

    Obstrução parlamentar, em sentido amplo, consiste na utilização de recursos regimentais para atrasar ou impedir a votação de propostas. As técnicas mais comuns incluem discursos prolongados, pedidos de adiamento e a saída do plenário para falta de quórum. Em sentido estrito, refere-se à estratégia coordenada pelo líder partidário ou de bloco, instruindo seus parlamentares a se ausentarem para inviabilizar o quórum necessário à votação.

  • Projeto proíbe ex-dirigentes de empresas fiscalizadas na Anatel

    Projeto proíbe ex-dirigentes de empresas fiscalizadas na Anatel

    Fachada da sede da Anatel.

    Fachada da sede da Anatel.Sinclair Maia/Anatel

    O projeto de lei 4.655/24, em tramitação na Câmara dos Deputados, propõe restrições à nomeação para cargos de presidência, direção ou gerência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A proposta visa impedir a indicação de indivíduos que, nos últimos dez anos, tenham ocupado cargos de direção, gerência, administração ou controle em empresas reguladas ou fiscalizadas pela Anatel, incluindo controladas, coligadas ou subsidiárias.

    Também ficam vetadas as nomeações de pessoas com vínculo contratual, consultivo ou profissional com entidades sujeitas à regulação da Anatel nos últimos dez anos. As restrições se estendem a sócios ou acionistas com poder de voto, entidades representativas do setor, e advogados ou consultores jurídicos que atuaram em ações envolvendo interesses da Anatel na última década.

    De autoria do deputado Duarte Jr. (PSB-MA), a proposta altera a Lei Geral de Telecomunicações. Segundo o deputado, “tal medida visa prevenir conflitos de interesse e garantir que as decisões da agência sejam pautadas exclusivamente pelo interesse público”.

    Ele acrescenta que “a iniciativa reflete o compromisso de preservar a integridade e a independência técnica do órgão, elementos indispensáveis para a confiança pública e a previsibilidade do setor”.

    O projeto prevê a nulidade de nomeações feitas em desacordo com a regra, além da apuração de responsabilidades administrativas, civis e penais dos envolvidos.

    “Esse mecanismo não apenas reforça o rigor no cumprimento da lei, mas também promove uma cultura de responsabilidade e respeito às melhores práticas de governança”, justifica Duarte Jr.

    O texto também impõe um período de dez anos, após o término do mandato ou exoneração, em que o ex-ocupante do cargo fica impedido de prestar serviços, consultoria ou manter vínculo profissional com empresas do setor de telecomunicações, entidades reguladas pela Anatel ou qualquer atividade fiscalizada durante sua atuação na agência.

    A proposta seguirá para análise conclusiva nas comissões de Comunicação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Para se tornar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado Federal.

  • Mercado baixa previsão para PIB, inflação e dólar em 2025

    Mercado baixa previsão para PIB, inflação e dólar em 2025

    O mercado abaixou as projeções para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) e para a inflação de 2025 pela segunda semana seguida, de acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (24). O relatório, que compila a expectativa de analistas do mercado financeiro, indica uma previsão de aumento em 1,98% para o PIB e de 5,65% para o IPCA, índice divulgado pelo IBGE que é considerado como indicador oficial da inflação. Há uma semana, estavam respectivamente em 1,99% e 5,66%. 

    As mudanças vêm na semana seguinte ao anúncio de mais um aumento na Selic, taxa oficial de juros brasileira. Com os juros mais altos, a tendência é de diminuição na escalada dos preços e no ritmo da economia. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, porém, sinaliza que o ritmo de alta dos juros deve diminuir nos próximos meses.

    Ainda de acordo com o Boletim Focus, o mercado espera que o dólar feche o ano em R$ 5,95. Na semana passada, a projeção era de R$ 5,98. A previsão para a Selic segue estável, em 15% ao ano, nas últimas 11 semanas.

    O Boletim Focus, relatório divulgado pelo Banco Central, atualiza semanalmente as previsões de analistas no mercado financeiro.

    O Boletim Focus, relatório divulgado pelo Banco Central, atualiza semanalmente as previsões de analistas no mercado financeiro.Gabriel Cabral/Folhapress

  • STF nega pedido para advogado de Mauro Cid falar primeiro

    STF nega pedido para advogado de Mauro Cid falar primeiro

    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido do advogado Celso Vilardi para que o advogado do tenente-coronel Mauro Cid fosse o primeiro a se manifestar no julgamento que vai decidir se Bolsonaro e mais sete acusados são réus por golpe de Estado.

    Primeira Turma do STF negou pedido para mudar ordem para pronunciamento dos advogados

    Vilardi é o advogado de Jair Bolsonaro. Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro quando ele era presidente, fez uma colaboração premiada no processo.

    O pedido foi feito nesta terça-feira (25), primeiro dia do julgamento. A Turma foi unânime. Os ministros Alexandre Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin votaram todos contra o pedido.

  • Moraes é interrompido por gritos durante julgamento de Bolsonaro no STF

    Moraes é interrompido por gritos durante julgamento de Bolsonaro no STF

    Durante a sessão desta terça-feira (25) no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes foi interrompido por manifestações no plenário enquanto lia o relatório referente à denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete acusados de tentativa de golpe de Estado.

    O autor da manifestação foi o desembargador aposentado Sebastião Coelho, advogado do ex-assessor da Presidência Filipe Martins, também citado na investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Coelho foi detido em flagrante por desacato e ofensas ao tribunal, após tentar acessar o plenário principal sem o credenciamento exigido. Ao ser impedido, ele gritou e causou a interrupção da sessão.

    A Polícia Judicial conteve o advogado e o conduziu para registro da ocorrência. A ordem de lavratura do boletim de ocorrência foi dada pelo presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso. Após o registro, ele foi liberado.

    Apesar de ser advogado de um dos investigados, Filipe Martins não é parte na denúncia específica que começou a ser analisada pela Primeira Turma do STF.

    Após a breve interrupção, Moraes retomou a leitura do relatório e concedeu a palavra ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para a apresentação da acusação.

    Ministro retomou a leitura após manifestação no plenário

    Ministro retomou a leitura após manifestação no plenárioAntonio Augusto/STF

    O julgamento, conduzido pela Primeira Turma do STF, composta pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino, analisa a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A acusação aponta que Bolsonaro e seus aliados teriam articulado uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A decisão sobre o recebimento da denúncia e a possível instauração de ação penal deve ocorrer até quarta-feira (26).