Categoria: TRF

  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • GMF, MPF e Polícia Federal buscam padronizar acesso a investigações eletrônicas Última atualização: 19/10/2026 às 18:21:00

    O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (GMF-5R) reuniu-se, na tarde desta segunda-feira (19/10), com representantes do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) para discutir a definição de diretrizes destinadas à padronização dos procedimentos de acesso e habilitação nos autos eletrônicos de investigações, no contexto da implementação do juiz das garantias. 

    Conduzido pelo supervisor do GMF-5R, desembargador federal Walter Nunes, o encontro ocorreu em formato híbrido, com participação presencial, na Sala Capibaribe (edifício-sede do TRF5), e remota, pela plataforma Microsoft Teams. 

    Entre os temas abordados, destacaram-se as soluções técnicas voltadas à interoperabilidade entre os sistemas utilizados pelos órgãos envolvidos na persecução penal e o Processo Judicial Eletrônico (PJe). O objetivo é facilitar o acesso aos autos, assegurando a preservação do sigilo das investigações e das medidas cautelares relacionadas aos inquéritos policiais em andamento. 

    Segundo Walter Nunes, a reunião proporcionou a troca de informações e a busca de soluções para aprimorar a integração entre os sistemas. “Alguns ajustes são necessários, principalmente por se tratar dos inquéritos que passam pelo crivo do juiz das garantias, com o objetivo de estabelecer parâmetros para que isso aconteça de forma mais eficiente e célere”, destacou.

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Servidora do TRF5 conquista 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026 Última atualização: 19/10/2026 às 13:49:00

    Um olhar sensível, que ultrapassa o tecnológico e alcança o ser humano. Essa é uma das premissas que permeia a dissertação do mestrado profissional da servidora Ana Cláudia Nunes de Oliveira, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. Com o trabalho intitulado “Nada sobre nós sem nós: um estudo sobre a criação de diretrizes para a CESTA, um repositório de conhecimento colaborativo e cooperativo entre docentes do ensino superior e discentes TEA na CESAR School”, ela conquistou o 2º lugar do Prêmio P&D de Design 2026.  

    Os dois anos de pesquisas e estudos na Cesar School (escola de inovação do Recife) resultaram no desenvolvimento da CESTA (Comunidade de Ensino-Aprendizagem para Suporte de Transformação e Autonomia), uma plataforma multimídia orgânica, colaborativa, para compartilhamento de informações e conhecimento. O principal objetivo é solucionar as dificuldades enfrentadas por estudantes universitários com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente relacionadas à sobrecarga sensorial, dificuldades de interação social e barreiras pedagógicas. 

    A CESTA funciona como um repositório de conteúdos educacionais, servindo como ponto de conexão e conversação entre docentes e discentes das universidades, com espaços de interação, recursos de acessibilidade e personalização.    

    Além da tecnologia 

    A pesquisa foi escolhida entre mais de 1.700 trabalhos de universidades particulares e públicas em todo o país. Para Ana Cláudia, que atua na Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) do TRF5 como supervisora da área de acessibilidade e usabilidade, ao desenvolver um produto é necessário atenção às peculiaridades de cada usuário. “Eu sempre mexi com questões de interdisciplinariedade e transversalidade. Não vejo as coisas somente pelo olhar tecnológico, mas também preciso enxergar as questões humanas, porque trabalho com acessibilidade. Temos sempre que incluir o usuário no processo, porque é para eles que os produtos são desenvolvidos. O produto não pode ser voltado para a experiência do usuário com um único ponto de vista; tem que ser trabalhado sobre os diversos pontos de vista, principalmente daquelas pessoas que serão atendidas”.  

    A servidora também fez um agradecimento especial ao TRF5, pelo incentivo aos estudos. “Seguir a carreira acadêmica sempre foi meu sonho e eu só pude realizá-lo com a ajuda do Tribunal. Foi a partir dos incentivos do TRF5 que pude fazer minhas pós-graduações e esse mestrado profissional”.  

    O feito é motivo de orgulho, tanto para Ana Claudia como para colegas de equipe. “Ela é muito estudiosa e incansável. Merece esse reconhecimento, sabe muito sobre acessibilidade e inclusão”, declarou Jaydeth Aquino, supervisora da Seção de Aquisições e Contratos da DTI.   

    Currículo 

    Ana Cláudia é graduada em Ciência da Computação e pós-graduada em Design informacional pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Também tem pós-graduação em Design Instrucional pela Universidade de Itajubá (MG) e em Informática Educacional pela Faculdade Frassinetti do Recife (FAFIRE). 

    Atualmente, é doutoranda em Engenharia de software pelo Cesar School.  

    Prêmio P&D de Design 2026 

    O Prêmio P&D Design reconhece e valoriza a excelência da produção científica em Design desenvolvida nos programas brasileiros de pós-graduação. Na edição de 2026, concorreram teses de doutorado e dissertações de mestrado, acadêmicas e profissionais, defendidas em 2024 e 2025. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Camila Pullin e Marco Bruno participam de seminário internacional promovido pelo CNJ e UC Berkeley Última atualização: 16/10/2026 às 17:55:00

    A juíza federal Camila Monteiro Pullin, da Justiça Federal em Alagoas (JFAL), e o juiz federal Marco Bruno Miranda Clementino, da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), participaram, entre os dias 13 e 15/10, do Seminário Acadêmico Internacional CNJ – UC Berkeley School of Law, realizado em Brasília. O evento integrou a programação da visita institucional de representantes da Universidade da Califórnia, Berkeley, ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O encontro reuniu várias pessoas da área jurídica do Brasil e dos Estados Unidos, para discutir temas relacionados ao aperfeiçoamento dos sistemas de justiça e ao intercâmbio acadêmico internacional.

    Durante o seminário, Camila Pullin e Marco Bruno participaram do Painel 4, cujo tema foi “Visiting Scholars — Painel de compartilhamento de experiências com magistrada, magistrado e professor que cumpriram temporada como visiting scholars na UC Berkeley nos últimos anos”. Camila, que atua como juíza federal auxiliar do CNJ, participou como mediadora debate, enquanto Marco Bruno foi um dos palestrantes. 

    A participação dos magistrados integrou uma programação mais ampla de fortalecimento dos laços entre o Judiciário brasileiro e a academia internacional. No dia anterior ao seminário, o CNJ e a UC Berkeley School of Law formalizaram um memorando de entendimento destinado a ampliar a cooperação educacional e judiciária entre as instituições, criando novas oportunidades para formação, pesquisa e intercâmbio de experiências.

    Ao comentar a parceria, Camila Pullin ressaltou a relevância da cooperação para o aprimoramento da Justiça, especialmente no que diz respeito à formação de magistrados e ao intercâmbio de experiências. “Fortalecer o Poder Judiciário também significa investir na formação de magistrados, estimular a reflexão crítica e criar oportunidades de diálogo institucional e de intercâmbio de experiências”. 

    O seminário contou, ainda, com painéis sobre Direito Comparado, Direito e Imigração e Direito Eleitoral, reunindo especialistas brasileiros e norte-americanos para discutir desafios contemporâneos enfrentados pelos sistemas de justiça. 

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5